domingo, 28 de fevereiro de 2010

Parabéns a vocês...






O João Carlos e o Jorge Mira cumprem hoje mais um aniversário.
Parabéns para eles, sáude e longa vida.
E eles "continuam a andar por aqui"...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Canto da Noite (EUC) - A. Vicente

Num passeio pelo Youtube encontrámos este video do tema que deu nome ao segundo album da Estudantina Universitária de Coimbra da autoria do António Vicente.
Note-se que nesta gravação intervêm também (e são bem audíveis) João Carlos Oliveira e João Paulo Sousa, também membros da EUC.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Filho de peixe... aí està a segunda geração.


Aqui deixamos uma foto do facebook registando uma audição com o Gonçalo, filho do João Carlos Oliveira numa audição no Conservatório de Castelo Branco, que frequenta.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fado Hilário no Youtube



Uma boa versão do conhecidíssimo "Fado Hilário" com imagens de suporte de Coimbra e Figueira da Foz antigas.

O único reparo tem a ver com a legendagem: tem dois erros graves.

Como em todos os grupos também este tema fez parte do nosso repertório. Porém, por questões de gostos pessoais, especialmente dos cantores, há muito o abandonámos. Quem sabe a ele regressemos um dia.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

“Obras-primas” de Carlos Paredes recordam aniversário do artista




Antigos companheiros improvisaram peças nas guitarras que o músico deixou à cidade onde nasceu há 85 anos.
Seis anos depois da morte de Carlos Paredes, amigos e antigos companheiros reuniram-se ontem para evocar o artista, aproveitando a data que assinala o aniversário do mestre da guitarra portuguesa, nascido em Coimbra a 16 de Fevereiro de 1925.
As duas guitarras que o músico deixou à cidade voltaram a fazer-se ouvir, através do mestre Jorge Gomes, que contou um pouco da história dos instrumentos. «São duas guitarras únicas, fruto do trabalho de Artur Paredes, iniciado em 1920 até à sua morte», explicou o músico, que acompanhou o pai de Carlos Paredes. «A constante audição do aparelho, o diálogo com o construtor, e a procura deste em encontrar novos sons no instrumento, de acordo com a vontade do guitarrista, tornam-nas obras-primas», continuou, antes de chamar alguns antigos alunos da Escola de Guitarra de Artur Paredes para experimentarem um improviso.
Manuel Ribeiro não tocava há 32 anos, mas ontem aceitou o desafio de acompanhar o antigo professor, e dedilhar uma das guitarras do mestre, recordando uma Variação em Ré maior número dois, de Artur Paredes. «Isto é uma maravilha, até ensina a tocar», exclamava, contente, antes de dar o lugar a um dos mais novos alunos de Jorge Gomes, responsável pela Escola de Fado da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.
«Quero que experimentes, porque é uma oportunidade única», incentivava Jorge Gomes. Construídas com «a pontuação bastante saliente para permitir a execução, estas são guitarras irrepetíveis», garantia o professor.
No museu Edifício Chiado, a homenagem aos artistas, pai e filho, apesar de singela, teve casa cheia a provar que a cidade ainda não esqueceu dois dos maiores vultos do fado/canção de Coimbra.
«Espero que a autarquia saiba a grandeza da responsabilidade que é ter à guarda estes instrumentos, a nível de conservação, manutenção e restauro», deixou o mestre Jorge Gomes.
Artigo de Sofia Piçarra, DC 18.02.2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Jorge Cravo - Nova crónica... e com um apport nosso...

Diário de Coimbra de 15.02.2010.


Jorge Cravo levanta aqui uma questão que já começa a ter barbas.
Mas que é também uma "pescadinha de rabo na boca..." Primeiro, porque se confunde profissionalização com profissionalismo (atente-se, não é o caso do Cravo nem da crónica em questão). Existem entre os grupos de Coimbra belíssimos exemplos de profissionalismo - entenda-se, competência e rigor - sem necessidade de profissionalização dos intérpretes. Por outro lado, sobejam também os ditos "profissionais" (alguns a que não se conhecem outras actividades profissionais) que abastardalhando sucessivamente a Canção de Coimbra na forma e no conteúdo por razões ditas comerciais, se vendem por ainda menos que um prato de lentilhas.
Depois porque é a própria cidade e as suas entidades a criar entraves inimagináveis: esta semana não vamos ter um espectáculo em Coimbra, imagine-se, porque passamos recibos verdes e não facturas. Todas as questões logísticas e de compensação financeira foram acordadas. Problema? A organização queria uma factura (mesmo estando em causa um pagamento imediato e, portanto, contabilisticamente, uma venda a dinheiro) que não podemos passar por não estar constituídos enquanto pessoa colectiva, não aceitando os comuns recibos verdes (com o mesmo valor contabilístico). Ah, só mais um pormenor: a entidade contratante é um departamento da Universidade de Coimbra. Dispensamo-nos de mais qualquer comentário.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pequena crónica para memória futura...


Foi interessante encontrarmo-nos mais uma vez para um espectáculo solidário. Depois de um curto ensaio e um jantar bem passado lá nos dirigimos à Aula Magna do IPV onde o espectáculo já tinha começado. Sala cheia e alta rotação dos grupos convidados num espectáculo de bom nível.

Tocámos quase no fim apenas dois temas - como toda a gente - a "Cantiga D'Amigo" e o "Traz outro Amigo também" que nos pareceram as mais apropriadas para a ocasião e com uma óptima receptividade do público. O primeiro tema aportou já consigo pequenas alterações harmónicas que entretanto lhe adicionámos.

Foi pena que nesta ocasião o Jorge Mira Marques não tivesse podido estar. E até o Vicente manifestou interesse em ir mas tal não foi possível à última hora.
Aparentemente o espectáculo foi gravado em video. Vamos tentar obter as imagens para aqui colocar a nossa participação quando possível.

Aproveitámos a noite para acertar agenda de ensaios e disponibilidades para espectáculos cuja confirmação aguardamos.

Seria já meia-noite quando nos despedimos e cada um rumou a sua casa.