terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XIX)

Versão embargada... da voz e do resto.
Há quem diga que o respeitinho continua a ser muito bonito, apesar do cenário não poder deixar de nos fazer sorrir.
Reconheça-se também que é o fruto de cada "capela" ter hoje o seu pólo universitário.
Sinais dos tempos...
Depressiva e deprimente, mas aceitam-se as desculpas do rapaz.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Canto a Coimbra – “Canto D’Alma” – um olhar sobre o disco


Tendo-nos sido simpaticamente enviado um exemplar deste trabalho foi também pedida a impressão sobre a audição do mesmo.

Após auscultação mais cuidada sobreleva uma vez mais o Amor a Coimbra cultivado à distância e por quem com a Alma Mater nunca ou apenas esporadicamente teve uma relação próxima ou de contacto imediato. Assim, o conhecimento da Canção de Coimbra resulta da audição dos sopros do Mondego falados e cantados numa idiossincrasia colectiva disseminada pelos quatro cantos do mundo e que se entranha em muitos. Alguns desses vão mais longe, cultivando-a e recriando-a, propagando-a também dessa forma.

É este o caso dos “Canto D’Alma” neste seu segundo trabalho continuando a elencar os grandes temas da Canção Coimbrã, não sem que procurem já incluir o seu “apport” traduzido na introdução de peças originais, como é o caso de “O Rouxinol do Choupal” inserido logo a seguir ao tema que abre o álbum e lhe dá nome . O grupo em si personaliza-se na valorização que dá à Palavra e à sua interpretação a ponto de ter um elemento que apenas “diz” a poética de matriz coimbrã, o que parece ser recorrente nos seus espectáculos.

O álbum percorre todas as vertentes da música de Coimbra e seus principais autores. Mais do que a preocupação tímbrica da adequação dos intérpretes aos temas executados nota-se o interesse em que o que é dito, tocado e cantado esteja à frente de tudo o mais e de modo a que se torne impressivo para quem escuta. Para tanto, e se necessário, arriscam mesmo a modificação harmónica e melódica dos temas, bem como a sua partilha entre cantores ou mesmo com coralização de alguns refrões. Tendo em conta a extensão do trabalho – 19 temas – e a sua distribuição vocal pela quase integralidade dos seus elementos, este trabalho quase parece o resultado duns serões entre amigos em agradável tertúlia e que por mero acaso acabou por ficar registada em áudio. Assim não terá sido até porque a captação é cuidada, mas denota-se a enorme cumplicidade entre todos os elementos do grupo e as cedências aos gostos individuais.
Instrumentalmente, e para além do já dito, sublinhe-se a existência de trechos suportando os poemas ditos e apenas uma guitarrada, as famosas “Danças Palacianas” também personalizadas por uma fase inicial exclusivamente à guitarra clássica a que se junta depois a Guitarra Coimbrã de António Cardoso.

Uma palavra final para versão da nossa Balada de 89 que encerra o álbum. Em nada destoa do que já foi dito quanto a todo o trabalho: a emoção está presente do princípio ao fim no que é dito e como o é. O acompanhamento procura no essencial reproduzir o nosso arranjo original e consegue-o.

Em suma: mais um degrau escrito na história deste grupo merecendo aplauso e desejo de continuação da sua actividade. E como dizia o outro, meus amigos do Canto D’Alma: “O caminho faz-se caminhando…”


João Paulo Sousa

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Guitarras de Carlos Paredes deixadas em testamento à cidade de Coimbra


A cerimónia foi realizada no passado dia 17 mas não podemos deixar de aqui dela darmos nota.
O grande Mestre nunca esqueceu a sua cidade natal. Estes três fantásticos e históricos exemplares repousam agora na cidade do Mondego. Parece que não apenas enquanto peças museológicas (no museu da cidade). Estaremos atentos e curiosos...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Quem nos Canta - À Capella - (2009)



Um novo disco de um grupo de velhos amigos que tanto têm feito pela Canção de Coimbra.
E mais uma versão da Balada de 89.
Quase nos arriscamos a dizer que - considerando os últimos dois anos - terá sido o tema em língua portuguesa mais gravado em diferentes trabalhos. Tem já um número de versões muitíssimo considerável como se pode consultar neste blog.
Chegou-nos a informação, uma vez mais, via o nosso amigo Octávio Sérgio.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

João Paulo Sousa com Isabel Silvestre (IV)

Mais uma participação do João Paulo Sousa com a cantora Isabel Silvestre num programa da RTP no passado mês de Outubro.
Como curiosidade o facto de neste tema tocar bombo. Em breve deixaremos um outro video efectuado neste programa em que os temas executados foram preparados especialmente para o efeito.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Humor... vindo pela net

Pois é. Procurando na Net arriscamo-nos a encontrar coisas destas quando há mais "Marias" na terra...




Embora pudesse, o nosso João Carlos Oliveira nada tem a ver com esta "Obra Prima". Ainda por cima em Gospel... Mas será que por ser moreno ainda será um primo afastado?
O disco continua à venda...
Fica a questão.