segunda-feira, 31 de março de 2008

LEIRIA - Serenata Monumental - 13 de Abril


Vamos voltar à cidade de Leiria para mais uma Serenata Monumental da Semana Académica.
É já no próximo dia 13 de Abril, pelas 24 horas na Sé.
Esta apresentação é já um clássico da Toada Coimbrã, permanente na agenda dos últimos anos.
Enquanto não está disponível o cartaz deste ano deixamos ao lado o do ano de 2006 que contou também com a nossa participação

sexta-feira, 28 de março de 2008

E Mais um Video (IV)...



Video ilustrando uma versão da conhecida "Samaritana". Também este inclui um fotograma do grupo já constante deste blog.

quinta-feira, 27 de março de 2008

CANÇÃO PARA O NOSSO AMOR


Esse olhar que me ficou é como luz,
No calor das tuas mãos eu sinto vida,
Esse jeito que tu tens, que me seduz,
A ternura, tão fiel e tão querida.

Posso já ter sido um vagabundo
Alma de uma sorte sem lugar,
Mas descobri em ti a cor do mundo
E a tristeza morrer, no teu chegar.

Esse amor que me ficou, sem ser primeiro,
É a flor da paixão feita alegria,
Deu o fruto mais bonito e verdadeiro,
E na noite, caminhando, se fez dia.



Letra/Música:
António Vicente

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mais um Video sobre Coimbra... (III)

Recuperação de um video já "postado", mas que havia misteriosamente desaparecido...




Com banda sonora composta por "Coimbra Menina e Moça" e uma versão disco da "Balada de Despedida do 6º Ano Médico de 1958/59", inclui, num dos diapositivos, uma fotografia "institucional" nossa, já constante deste blog.

terça-feira, 25 de março de 2008

TROVA DE UM AMOR PERDIDO


Tenho em minhas mãos ainda presentes
Restos de um amor que já perdi,
Sentidos e ternura não distantes
Pedaços de um passado que vivi.

Sofro só, calado, e a noite escura
É minha companheira de desdita,
Perdi a perdição da minha vida
Que, sendo breve, foi a mais bonita.

Quando o novo dia acordar
Rebenta de saudades coração,
Como se pudesses encontrar
Laivos desse amor nesta canção.

Tenho em minhas mãos ainda presentes
Laivos desse amor nesta canção.



Letra/Música:
António Vicente

segunda-feira, 24 de março de 2008

Reportagem do Espectáculo de Estarreja - 2007

Pequena reportagem fotográfica do espectáculo nas Festas de Santo António e do Município de Estarreja em 6 de Junho de 2007, do site Estarreja Hotel. O antes e o durante, com vista da assistência.





quinta-feira, 20 de março de 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

SONETO D’AMIGO


Só me restas tu, meu amigo,
Neste cruzar da madrugada,
P’ra viver da vida o castigo
De sonhar com tudo e não ter nada.

Só me restas tu, meu amigo,
Na teia da amargura e do segredo,
Quando a noite veste o meu destino
Eu sinto-me ninguém e tenho medo.

De ti fica sempre uma canção,
Um verso que o coração soltou
E nunca é tarde;

Ensina-me a ser essa ilusão,
Gaivota já morta que chegou
E nunca parte.


Letra/Música:
António Vicente / Rui Pedro Lucas

terça-feira, 18 de março de 2008

Mais uma versão da Balada de 89 - Video



Grupo "Portas D'Água". Desconhecemos a composição e origem do grupo. Desconhecemos também o local e ocasião em que o video foi gravado por a informação se encontrar em caracteres orientais.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Figueira da Foz - 2001

Fotografia de uma apresentação na Figueira da Foz em 2001, por ocasião de actividades organizadas para quadros do grupo EDP. Esteve ausente António Vicente por se encontrar de férias. Um serão que ficou na memória do todos os elementos presentes.

sexta-feira, 14 de março de 2008

TROVA DAS CAPAS

Ainda há capas ao vento
Vento não há que as leve,
Ainda que seja outro tempo
Nasce em flor e morre breve.

Vão pela rua cantando
Capas da minha cidade,
Outro sentir outro pranto
No sangue da mocidade.

Talvez não haja caminho
Para que sejam bandeiras,
Vão afagando no peito
Esperanças tão verdadeiras.


Letra/Música:
António Vicente / Rui Pedro Lucas

quinta-feira, 13 de março de 2008

JAPÃO 1995 - TOKIO E SENDAI

No Verão de 1995 fizemos uma das digressões mais memoráveis ao Japão. Os concertos aconteceram nas cidades de Tókio e Sendai.
Inserimos por agora apenas algumas fotos, deixando outras para novas núpcias. É que, na altura, o digital ainda não era comum.


Recepção oficial na Câmara Municipal de Sendai, com o Sr. Presidente e alguns assessores. Nota-se que o Rui Lucas está especialmente bem inserido no contexto. Todos temos nas mãos algumas lembranças entregues e recebidas. Da nossa parte houve a colaboração de diversas Câmaras Municipais e Governos Civis. Lembramos também especialmente o amargo do chazinho de limão que foi servido (nas tacinhas que estão sobre a mesa) enquanto tinhamos de manter o sorriso permanente. Aprendemos também a importância das vénias e como o seu ângulo diminui consoante a importância do interlocutor.


Espectáculo na Universidade Sofia em Tókio. Na altura existia ali o que pensamos ser o único curso superior de língua portuguesa naquele país. De referir a importância da comunidade japonesa no Brasil para a divulgação e interesse na nossa língua naquele país oriental.

Antecâmara do espectáculo na Universidade Sofia, Tókio.


Tókio tradicional.



Tókio moderna.

quarta-feira, 12 de março de 2008

RENASCER


Um quadro rubro e cinzento
Com imagens de estarrecer,
Foi pintado num momento
Que será bom esquecer;

Um sonho quase desfeito
Num minuto malfadado,
Marcas profundas no peito
Folhas de um livro rasgado.

Quem sofre, torna-se forte,
Volta de novo a nascer.
A vida venceu a morte,
O sonho vai renascer;

Há que manter viva a chama
Que ela alastre pelo Mundo,
Da Guitarra venha a fama
Cujo Amor é bem profundo.


Letra/Música:
António Dias Lucas / Rui Pedro Lucas

terça-feira, 11 de março de 2008

SERENATA À NOITE



Sobem vielas estreitas
Pela noite enluarada,
Capas negras, como seitas,
Vão em grupo na calçada;

Seguem lentos, em penumbra,
Figuras algo bizarras,
Nem um rosto se vislumbra,
A bom recato, as guitarras.

Parando junto a um beiral
Ouvem-se acordes trinados,
Como figura central
Um jovem que canta fados;

Como acedendo a seu pranto,
À janela, a sua amada;
Fica presa ao seu encanto,
Sua voz sai mais timbrada.


Letra/Música:
António Dias Lucas / Rui Pedro Lucas

segunda-feira, 10 de março de 2008

Justa Homenagem


No balanço do que foram estes 21 anos de vida elas nunca poderiam ser esquecidas. Também elas foram solidárias e presentes, apoiaram e criticaram quando tinham que o fazer. Ajudaram-nos a fazer todas as curvas do caminho. É pois por demais justo homenageá-las, ainda por cima por estarem connosco desde o princípio. Às nossas mulheres, numa foto de 1989.

sexta-feira, 7 de março de 2008

O 21º Aniversário - Uma curta História em imagens

Faz hoje, 7 de Março, 21 anos sobre a fundação do Grupo de Fados de Coimbra Toada Coimbrã. A data é assim considerada por corresponder à primeira apresentação pública do grupo no programa televisivo da RTP, "Com Pés e Cabeça".

Estudo recente feito na preparação do CD de 2007. Já vinte anos depois do início, unidos por uma profunda amizade.



Açores. Ilha de S. Miguel. Momento de descontracção e turismo.




Açores. Porto de Ponta Delgada. Vistámos esta ilha em diversas ocasiões.





Macau, 1996. No Palácio com o Governador Rocha Vieira. Esta digressão incluia dois grupos. Do outro faziam parte os nossos amigos José Alberto Rabaça e Rui Moreira, que também aparecem nesta fotografia.




Japão, 1995. Momento Zen. "Em Roma sê romano..."




Japão 1995. Espectáculo em Hakonne.




Japão, 1995. Jantar de Gala em Hakonne.




Funchal, Madeira, 1991. Átrio do Hotel S. João. Nesse ano visitámos a Pérola do Atlântico por duas vezes.



Gravação do EP em 1990. Estúdios Musicorde, Campo de Ourique, Lisboa. Tão novinhos e com tanto cabelo preto. Na foto vê-se ainda Francisco Costa, grande amigo de longa data que chegou a ser um "7º" elemento, funcionando quase como manager.




Julho de 1989, Rio de Janeiro, Copacabana, Calçadão. Digressão com a AAEUC ao Brasil, S. Paulo, Santos e Rio de Janeiro. Acompanhou-nos nesta digressão Paulo Saraiva, que colaborou esporadicamente com o grupo durante vários anos.

Já com a formação completa, Récita de Quintanistas, finais de Abril de 1989, Colégio de S. Teotónio, em Coimbra. Foi aqui a primeira apresentação pública da Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico de 1988/89.



A Toada Coimbrã ainda nos seus primórdios, com os seus três elementos iniciais. Serenata da Recepção ao Caloiro e Tomada da Bastilha do ano de 1988 na Sé Velha de Coimbra.

quinta-feira, 6 de março de 2008

FADO DO ADEUS (PENEDO)


Penedo diz-me baixinho
Segredos do meu amor,
Se me ama com carinho,
Se por mim chora de dor.

Mondego, eu vou-me embora,
Tão pouco foi minha era,
Meu coração ri e chora
Vou amar quem’inda me espera.

E as minhas fitas vermelhas
Desfraldadas no adeus,
Levam guardadas as penas,
Ilusões e sonhos meus.


Letra/Música: António Vicente

Quem nos canta - Grupo de Fados de Medicina do Porto - "Serenata"

Album de 2002 (?), sem referência conhecida, de edição própria do grupo.
Contém uma versão da Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico de 1988/89.
IN: http://fadosmed.pt.vu/

quarta-feira, 5 de março de 2008

Crónicas de cima do palco... (Porto, Forum da Maia, 29.02.2008)


O dia começou acidentado com a notícia da morte de um familiar de um dos elementos do grupo, o que levou a que acabássemos por chegar à Maia já a “cortar” a hora da recepção oficial nos Paços Municipais.
Animados também porque éramos sete, desta vez: a 2ª geração começou a aparecer. O António João, filho do Vicente, acompanhou-nos desta vez do princípio ao fim desta saída. Além disso, outra curiosidade: nesse dia faziam anos o João Carlos Oliveira e o Jorge Mira Marques, ambos violas, do mesmo grupo, e aniversariantes a 29 de Fevereiro.
Ali já nos aguardavam o Magister da TDUP acompanhado por alguns dos seus cavalheiros bem como o Ex.mo Sr. Presidente da edilidade, Eng. António Bragança Fernandes, o Sr. Vereador do Pelouro da Cultura, Hernâni Avelino da Costa Ribeiro, bem como alguns assessores.
Fomos recebidos como convidados de honra num convívio que se estendeu por largos minutos em que ficou bem patente a dinâmica vivida naquele concelho maiato, com simpáticas palavras que foram dirigidas aos circunstantes pelo Ex.mo Sr. Presidente, tendo ainda usado da palavra o Pedro Alves pela TDUP e o Alcides Sá Esteves pela Toada Coimbrã. Houve troca de lembranças, tendo o Município obsequiado cada um de nós com um prato de porcelana com as armas do Concelho bem como um magnífico livro com fac-similes de primeiras páginas do jornal “O Comércio do Porto” dos últimos 150 anos.
Após um agradável café, fomos ainda convidados a subir ao topo da nova torre contígua à C.M.M., onde pudemos apreciar a majestosa vista abarcando a quase totalidade do concelho, desde o mar até Águas Santas.
Seguiu-se o conhecimento do local do espectáculo bem como o teste de som. Já não fomos para o jantar propriamente adiantados sobre o horário, mas quer o atraso no serviço quer a agradibilidade do convívio fraternal entre a TDUP e a Toada levou a que tivéssemos regressado ao Fórum já com sensível atraso.
O auditório não estava cheio – é o problema da motivação nas grandes metrópoles numa sexta à noite, em que o frio convidava mais a ficar em casa - mas quem estava, estava por gosto e receptivo a participar. Mas nunca será de deixar de louvar os esforços da organização TDUP e Pelouro da Juventude da C.M.M., para que tudo corresse pelo melhor.
E se mais não fosse, sempre teria valido a pena pelos muitos caixotes de roupa que se reuniram, destinados aos menos favorecidos.
Iniciado o espectáculo, não sem que antes tivéssemos tido a oportunidade de abraçar uma série de amigos presentes, a Tuna fez uma apresentação sólida, como é seu timbre mostrando um pouco do que de bom se vai fazendo a esse nível neste momento em Portugal e, especificamente, no Porto. E, tirando algumas questões de natureza de amplificação sonora, não se notou a falta de alguns dos seus elementos. Foi limpinho.
Pela nossa parte, o espectáculo correu sobre carris, seguindo o modelo e programa que foi adoptado nesta série de espectáculos. Neste, o Rui esteve particularmente bem na “Nostalgia” e todos os outros dentro do desempenho esperado. Pelo meio, algumas “estórias” destes quase 21 anos de existência.
Quase sem rede (para além da confiança que neles depositava) pois nem uma vez ensaiámos conjuntamente com a Tuna, os coros das Baladas finais saíram perfeitos. Até parece que já fazíamos aquilo juntos há muitos anos. Notou-se também, manifestamente, na Balada de 89, o conhecimento que grande parte do público tinha do tema. Muita gente a cantar, não esquecendo a presença de muitos estudantes e tunos, homens e mulheres que ajudaram a mais um momento alto. Na memória ficou ainda a entrega da minha guitarra ao Manuel Soares a meio dessa balada e que ele concluiu galhardamente, com seria de esperar, entrosando-se bem nos andamentos do grupo. E após um FRA meio à moda de Coimbra, meio à moda do Porto, lá se concluiu mais uma das nossas etapas.
Os primeiros balanços foram feitos logo depois no interessantíssimo bar “Tertúlia Castelense”, com a nota da satisfação geral, com um especial abraço de agradecimento ao "Joker" pelo verdadeiro milagre que conseguiu fazer.
Pessoalmente, foi com particular satisfação que pude rever muitos amigos em que aqui destaco o Eduardo Coelho e o João Coelho, que, apesar do apelido, nem se devem conhecer um ao outro, a Denise, o Tavares, O Manel, o Armando e tantos outros.
Agora, deste ciclo de espectáculos, já só falta o Casino da Figueira da Foz, provavelmente ainda neste mês de Março.O que virá a seguir, só depois saberemos...

segunda-feira, 3 de março de 2008

Balanço & Agradecimentos da TDUP


Num Forum da Maia composto o espectáculo "Toada Coimbrã & TDUP" foi certamente algo de distinto e que perdurará na memória colectiva de quem o promoveu e nele participou seja de que forma seja, quer no palco quer fora do mesmo.O público apreciador foi sem dúvida alguma o actor principal desta noite, onde a sua colaboração tornou possivel quer este espectáculo mas essencialmente a recolha de - muita - roupa com fins beneméritos e que certamente ajudará a menorizar carências.

Ilustres foram algumas das pessoas que se deslocaram ao Forum da Maia na passada sexta-feira, começando pelo Sr. Presidente da edilidade Maiata, passando por alguns elementos do Magnvm Concilivm Veteranorvm da Academia do Porto que se fez representar, para lá de vários Tunos e Tunas que se fizeram igualmente representar neste espectáculo, bem como público anónimo em grande número.

Agradecer à Câmara Municipal da Maia todo o empenho neste evento, sem dúvida só possivel graças á sensibilidade da mesma para com este evento. Um imenso obrigado.

Fica um agradecimento a todos e em especial - porque foi uma lacuna nossa, admitimos - à Atituna - Tuna Feminina da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto pelo contributo preciso para o desenrolar deste espectáculo, a quem muito devemos e saberemos retribuir.

Agradecer finalmente à Toada Coimbrã pela magnífica prestação desta noite e pelos momentos de romantismo e saudade que nos deixaram a todos. Fantástico, numa palavra. Porto e Coimbra de "mãos dadas" foi, é e será sempre um imperativo.

Um dia destes prometemos voltar com mais coisas diferentes....


Tuna do Distrito Universitário do Porto

2 de Março de 2008