sexta-feira, 22 de maio de 2009

Canção de Coimbra - Anos 80 - Programa televisivo da responsabilidade do Prof. José Mesquita (I)

E.JM
Fotografia da gravação da nossa participação neste programa televisivo em meados dos anos 90 captada na Porta Especiosa, num dos alçados laterais da Sé Velha de Coimbra.
Nos dias subsequentes, e a este propósito, juntaremos aqui vários outros documentos e fotos relativos a este programa já divulgados pelo nosso amigo Octávio Sérgio no seu blog, esses, pertecentes ao Autor e responsável pelo programa, o Prof. Dr. José Mesquita.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (VIII) - Paulo Soares (Jojó)


O Fado de Coimbra - género cada vez mais nacional que começou na cidade do Mondego interpretado por gente um pouco de todo o país - tem vivido a sua própria evolução desde a sua génese. Essa evolução é marcada recentemente por dois fenómenos importantes: um deles é a organização da sua prática por Grupos de Fado, diferente do anterior modelo de Grupos de Guitarristas que acompanhavam cantores, tal como era usual na Coimbra dos anos 50 e 60; o outro é a adopção cada vez mais evidente do estilo pelas mais diversas academias do ensino superior e também por cultores completamente alheios a estes meios.
A Balada de Despedida do 5º ano jurídico de 89, «Capa Negra de Saudade» é um tema formalmente inovador que tem precisamente a ver com a expressão destes dois fenómenos. Pela primeira vez, um tema é composto para ser interpretado por duas vozes, aproveitando a organização de um grupo de Fados, o «Toada Coimbrã». Por outro lado, é um dos temas de composição recente mais interpretados por todos os que se dedicam a este género e até por Tunas Universitárias.
O tema exibe inequívocas qualidades melódicas e tem arranjo guitarrístico apropriado, mas é na sua letra que ganha a sua maior vantagem: reflecte emoções de qualquer estudante sem referir o nome de nenhuma cidade, o que o torna obviamente universal.
Pessoalmente, acompanhei de perto a sua estreia na serenata da Queima das Fitas de 89, na qual toquei no grupo Praxis Nova que também estreou outra balada de despedida, a de Economia, composta pelo José Rabaça. E ainda hoje a amizade me liga aos seis elementos do grupo Toada Coimbrã, contemporâneos de Universidade e amigos de sempre.
Resta-nos desejar que a fonte criativa destes fadistas não se tenha esgotado e nos possam brindar com outros êxitos.

Paulo Soares
Coimbra, Maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

João Paulo Sousa e André Cardoso no Concerto da Primavera - 26.04.2009 - Aula Magna do IPV



Concerto dos Professores do Conservatório Regional Dr. Azeredo Perdigão.
2º Festival de Música da Primavera de Viseu
Aula Magna do IPV - 26.04.2009

"Balada da Oliveira" (Pedro Caldeira Cabral)

Guitarra Portuguesa - João Paulo Sousa
Guitarra Clássica - André Cardoso

A captação das imagens é de Jorge Mira Marques, a quem pertence a guitarra clássica utilizada nesta apresentação.


André Cardoso nasceu em Coimbra em 1980. Frequentou o Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. Azeredo Perdigão onde estudou guitarra clássica com os professores Paula Sobral e Christhopher Lyall.

Mais tarde ingressou na Universidade de Aveiro no curso de Licenciatura em Ensino de Música no instrumento específico de guitarra clássica.

Teve como professores de guitarra clássica Josef Zshapka e Paulo Vaz de Carvalho. Na disciplina de música de câmara estudou com o professor António Chagas Rosa e também com Fausto Neves e Helena Marinho.

Participou em cursos de guitarra clássica e música de câmara orientados por Paulo Vaz de Carvalho, Christhopher Lyall, Timothy Walker, Olga Prats, Betho Davezac, Roberto Aussel, Carlo Marchione e Judicael Perroy

Nestes últimos anos, tem-se apresentado variadas vezes, um pouco por todo o país, a solo e em agrupamentos de música de câmara com variadas formações, cruzando-se com instrumentos como flauta transversal, violino, contrabaixo, acordeão, saxofone, canto, piano, guitarra portuguesa, duo de guitarras, quarteto de guitarras, orquestra de guitarras.

Gravou para a RDP Antena 2 no ‘Síntese’ - Festival de música contemporânea da Guarda.

Foi solista, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando o concerto de Joaquin Rodrigo, Fantasia para un Gentilhombre no 1º Festival de Música de Viseu.

Tocou no 10º Concurso e Festival Internacional de guitarra clássica de Sernancelhe com o octeto de guitarras ‘Acorde Ensemble’.

Participou em variadas obras teatrais como compositor, intérprete musical e também como actor.

Leccionou a disciplina de guitarra clássica e expressão musical em variadas escolas entre elas a Riff-Aveiro, a Academia de Música de Lamego e o Conservatório de Música de Águeda. Desde 2004, que é docente de guitarra clássica no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão em Viseu.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Diário Regional de Viseu do dia 28.04.2009

Apenas uma nota demonstrativa da imprensa que temos. O repórter não esteve lá, a fotografia é de arquivo e não retrata Viseu, seguramente.

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (VII) - Blog As Minhas Aventuras na Tunolândia

"A Aventura da Balada dos Amores"
(...)
Ainda nas efemérides - esta sim mais certeira - comemorar efusivamente os 20 anos daquele que considero o mais belo Fado de Coimbra (sempre pessoal, decerto): A Balada do Quinto Ano Jurídico 88/89, do grupo Toada Coimbrã, dos meus bons amigos João Paulo Sousa e António Vicente.
De facto, se há tema que nos transporta imediatamente para o Fado da Lusa Atenas, é seguramente este "o" tema. Uma raridade, la créme de la créme dos Fados, que nos coloca no plano das "simples" e "meras" emoções ao escutá-lo devidamente interpretado. É um tema que seguramente faz parte da banda sonora de muitos e muitos que um dia foram estudantes e que hoje, ao saborea-lo, sentem-se de novo como naqueles tempos. É provavelmente o tema que faz com que os estudantes queiram ouvir Fado - e não o Fado que faz com que os estudantes queiram escutar a Balada. E isso, meus caros, não tem preço. A Balada do Quinto Ano Jurídico 88/89 está de parabéns precisamente por tudo o atrás dito mas principalmente porque assume a condição nestes vinte anos de banda sonora das nossas vidas estudantis naquilo que realmente importa, que fica, que permanece.
E que melhor "casamento" poderíamos ter nesta "Aventura" a que chamei, prepositadamente, da "Balada dos Amores"... quem não conhecer um deles não é estudante; quem não conhece ambos, um dia quando conhecer, saberá o que é Ser estudante....

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (VI) - Blog Notas & Melodias


já lá vão 20 anos!!!!!

Perfaz, hoje dia 27 de Abril, duas décadas que, no Teatro S. Teotónio, durante a Récita dos Quintanistas, se ouvia esta já tão "nossa" balada - corria o ano de 1989.
A foto desse momento histórico pode ser vista seguindo o link: http://toadacoimbra.blogspot.com/2009/04/20-anos-da-balada-do-5-ano-juridico.html

Um tema soberbo, cuja beleza venceu fronteiras e bairrismos e se tornou num autêntico hino académico, um pouco por todo o rectângulo lusitano, e não só.

Tema de António Vicente, João Paulo Sousa e Rui Pedro Lucas, parece ter ganho vida própria assumindo-se como tema incontornável de qualquer serenata ou momento de trinar as guitarras e ajeitar a voz, emprestando-a à saudade.
Esta Balada inscreve-se, certamente, entre as mais belas composições do género, senão a mais bela mesmo, e tem o condão de ter trazido um novo fulgor a este supremo género musical, dotando-o de aquilatada qualidade, tornando-se exemplar, por excelência, do que de melhor Coimbra tem para oferecer no respeitante à tradição e cultura académicas.

Sou um privilegiado por ter privado com todos os membros da Toada Coimbrã, embora mais com o Vicente, e mais ainda com o JPS - amigo e companheiro de muitas investigações, e conversas à volta de um copo - e que são, mais do que amigos, um testemunho documental de uma época, que são história, manual de muitas lições que vamos desfolhando com admiração.

"Sentes que o tempo acabou..." diz o poema, mas o que sentimos ao ouvi-lo, tão melodiosamente urdido, é que o tempo não passa, porque agarrados à ideia de que esse mesmo tempo nos é continuamente revivido e lembrado e, por isso mesmo, o dedo volta sempre a premir a tecla do rewind ou do repeat deste tema, já ao nível de um "Afonso", "Assim mesmo é que é" ou "À meia noite ao luar", já no Olimpo musical da nossa memória colectiva (onde moram, também, "Os amores de Estudante" de Aureliano da Fonseca)

20 anos, duas decanas velas que brilham no firmamento da nossa cultura académica e musical, e que tão cedo não se apagarão.

Parabéns Toada Coimbrã, parabéns e obrigado!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ainda a propósito do II Festival de Música da Primavera de Viseu (III)



Concerto dos laureados do II concurso de Instrumentistas do Conservatório Regional Azeredo Perdigão de Viseu realizado no Teatro Viriato em 19.04.2009.

O Solista, Francisco Oliveira, pertence ao I Grau do Ensino Articulado.
E tem pernas para andar...

Peça: Valsa Triste (G. Paredes)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ainda a propósito do II Festival de Música da Primavera de Viseu (II)



Concerto dos laureados do II concurso de Instrumentistas do Conservatório Regional Azeredo Perdigão de Viseu realizado no Teatro Viriato em 19.04.2009.
O Solista pertence à Iniciação I, tendo ganho nesta ocasião o prémio do público para a sua categoria (A e B - alunos até aos 10 anos).O jovem Diogo Lopes, aluno do João Paulo Sousa que o acompanha neste video, promete muito...

Peça: Aguarela Portuguesa (António Portugal)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Diário Regional de Viseu de 27.04.2009

Artigo do dia subsequente à Serenata em Viseu. Como é normal nestes casos atenta a hora a que a mesma se realiza, não há fotografias. Neste caso ressalva a obediência séria ao cartaz divulgado em que o jornalista nem se preocupa em passar os seus textos pelo corrector ortográfico.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (V) - Ricardo Tavares




É sempre complicado falar de uma obra de arte, seja ela qual seja. Principalmente quando essa obra de arte faz parte da vida de tanta e tanta gente por esse país fora, por esse mundo fora. Nem sequer me sinto, francamente, no direito de estar a escrever sobre esta obra de arte, de mandar palpites, observações, comentários a algo que serve de banda sonora na vida de muitos que um dia foram estudantes. Mas como o meu amigo João Paulo acha que eu posso dizer umas coisas sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89, não serei eu seguramente a contraria-lo, embora pudesse e devesse perguntar a outros bem mais avalizados do que eu sobre a matéria - a minha passagem pelo Fado foi algo efémera, portanto, sou caloiro nesta matéria...

Por tal, a melhor - e única - abordagem que me posso permitir fazer sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 será a do plano dos afectos, do que verdadeiramente se sente quando se escuta em ambiente apropriado um tema com esta densidade, envolvência, que nos transporta para um turbilhão de emoções em simultâneo ao longo da interpretação da mesma, culminando com um profundo sentir daquilo a que se convencionou chamar de "Saudade" quando o tema termina. Aí, o coração aperta e a emoção embarga-nos, mesmo aos mais "duros" de roer...

Há temas que são belos, outros belíssimos, outros muito isto e muito aquilo. Há Fados que se interpretam e se gostam sempre de escutar. Há Fados ditos clássicos. Há Fados assim e outros assado. E depois temos a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89. Um caso à parte, outro plano, outro patamar, outra dimensão, uma outra intemporalidade. E raras são as obras de arte como esta o é.


Ricardo Tavares

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (IV) - Eduardo Coelho


Antes de mais, parabéns!

Dizia Fernando Pessoa que «O homem e a hora são um só». Peço daqui vénia para meter uma pequena colherada: «O homem, a hora e a obra são um só».

De facto, é impossível dissociar o momento, dos criadores, e estes, do resultado.

A «Toada Coimbrã» surge numa época em que a canção de Coimbra parecia incapaz de decidir o rumo a seguir perante a bifurcação «fado/balada» ou «romantismo/neo-realismo» ou, ainda, «lirismo/intervenção», e em que era notória a crise de criatividade da «briosa» - pelo menos, no que concernia ao aparecimento de uma solução de continuidade.

A «Balada do 5.º Ano Jurídico» representa, assim, uma certa forma de síntese entre aquelas tendências aparentemente opostas, provando que ainda não foi dita a última palavra e que ainda está longe de se cumprir a «profecia» atribuída a Hilário, segundo a qual «Ninguém mais será formado / Quando a velha academia / Deixar de cantar o fado.»

Ou não fossem os homens que a compuseram eles próprios «trilhadores» e «trinadores» de novos caminhos, recuperando - com uma certa dose de coragem, admitamos - o lirismo de que a Academia conimbricense parecia envergonhar-se...

Ao que vemos, haverá ainda muitas e boas «fornadas» de doutores!

Abraço fraternal do Porto!

Eduardo Coelho

Abril de 2009 - Mês de afluência histórica neste blog


Como já é habitual neste blog, o mês de Abril exponencia muito o número de visitas e páginas vistas. Não há qualquer segredo, basta "noticiar" eventos estudantis. Atrás deles vem sempre muita curiosidade.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Crónicas da Serenata... (Viseu, Largo da Sé, 26.04.2009 – Semana Académica de Viseu)


A meteorologia anda mesmo do avesso. Finais de Abril a parecerem Fevereiro. 5º C no final da Serenata. Valeu não ter chovido.
Alguma desorganização inicial. Não só não pediram a abertura da Igreja da Misericórdia, o que levou a não termos local para aquecimento, como, e principalmente, causou a necessidade de ir buscar um gerador que ficou situado mesmo ao lado das escadarias causando um ruído de fundo durante todo o evento. Tudo se resolveu, por fim.
Dia agitado para o grupo, já que eu tinha uma apresentação ainda durante a tarde causando conflito de agendas, mas tudo se resolveu, apesar do jantar meio apressado e da dificuldade em chegar ao Largo da Sé, fruto das obras em curso.
Perto das 22h já o local se encontrava praticamente cheio. Teste de som atrasado e com menos condições técnicas que o habitual.
Um nervoso algo miudinho atentas as novidades do programa – vários temas novos no repertório: todas as guitarradas, Balada do Mondego, Maio de 78, Variações em Lá menor de A. Paredes; novas orquestrações nos originais do grupo e no cancioneiro antigo, uma vez que estava uma guitarra a menos; temas estreados como “E Alegre se Fez Triste”, “Canto a Coimbra”, etc.
Os cantores estiveram francamente bem e os instrumentistas lá se aguentaram, enregelados. O programa parece equilibrado e funcionou bem.
Apesar de tudo começou bem a Serenata e assim continuou apesar de a temperatura fazer desmobilizar progressivamente os mais friorentos, já perto do final.
Saldo bem positivo no final coroado com uma reacção entusiástica à aniversariante e conclusiva Balada do 5º Ano Jurídico.
Umas conversas de ocasião com os mais curiosos no final, seguidas de uma bebida quente num bar das imediações. E ala que se faz tarde, o dia seguinte era de trabalho e o dever já estava cumprido…

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (III) - Octávio Sérgio


A propósito da “Balada de Despedida do V Ano Jurídico de 1988/89”, com letra de António Vicente e música de João Paulo Sousa e Rui Lucas.

Faz hoje 20 anos que esta famosa Balada foi apresentada ao grande público na Serenata Monumental da Queima das Fitas de 1989. Não poderia ter melhor auge essa Serenata. Foi, estou certo, um momento inesquecível, quer para os intérpretes quer para os milhares de ouvintes que encheram o Largo da Sé Velha. Penso que, depois da audição, muita gente pensou: “esta é para ficar!”. E ficou mesmo! Dotada de um poema bem estruturado, sem as lamechices do costume, associado a uma música de grande qualidade, letra e música parece terem nascido simultaneamente, tal o entrosamento que se nota no conjunto.
Há já vários discos em que esta Balada está incluída e outros mais virão, estou certo.
O grupo Raízes de Coimbra, de que faço parte, há muito que a incluiu no seu reportório e sempre com um êxito assinalável.
Os autores estão de parabéns.

Octávio Sérgio
27.04.2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sobre a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 (II) - Jorge Cravo


A vida da Balada do V ano Jurídico de 1988/89 para além do tempo efémero de existência de muitas outras, é, não só a prova de que não foram só os nossos colegas dos anos 50 a criarem "coisas bonitas", mas, igualmente, a certeza de que no grupo Toada Coimbrã sempre houve compositores com inspiração suficiente para criarem bons momentos musicais na Canção de Coimbra. Ainda bem que no ano anterior houve um "fundamentalista" que cortou com a Balada do 6º ano Médico de 1958/59 nas serenatas da Queima das Fitas!

Um abraço e parabéns,

Jorge Cravo

segunda-feira, 27 de abril de 2009

20 Anos da Balada do 5º Ano Jurídico 88/89


Cumprem-se hoje os vinte anos da primeira apresentação pública desta Balada que se tornou um verdadeiro ícone e que mostra características duma perenidade verdadeira. Reproduzimos uma foto já publicada dessa noite no Teatro de S. Teotónio na Récita de Quintanistas em finais de Abril de 1989.

Está indissoluvelmente ligada áquilo que hoje é a Toada Coimbrã. Sem dúvida o grupo não seria o mesmo se não tivesse criado tal composição como ainda na noite de ontem foi demonstrado na Serenata de Viseu. É a melhor homenagem que lhe podemos prestar.

domingo, 26 de abril de 2009

Então até logo na Serenata Monumental de Viseu



Então até logo.

À meia noite lá nos encontramos.

Se está na região de Viseu, vá ouvindo os noticiários da Rádio NoAr com informações suplementares sobre a serenata.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

2º Festival de Música da Primavera de Viseu


Organizado pelo Conservatório Regional Azeredo Perdigão e pela C.M.V., a segunda edição do Festival.

Aspecto do programa geral.


Concerto acontecido no passado Domingo pelos premiados no concurso de instrumentistas alunos do referido Conservatório. Entre eles, dois alunos de guitarra portuguesa, um de iniciação I (tendo ganho até nesta ocasião o prémio do público para a sua categoria) e outro do 1º Grau, ambos com óptimas prestações. A Guitarra Portuguesa ganha o seu espaço paulatinamente mesmo neste tipo de ensino.
Entre estes alunos estava também um elemento "Toada" de segunda geração. Adivinhem quem...


Concerto dos professores, no próximo Domingo. Desta vez, o João Paulo Sousa vai ser acompanhado por André Cardoso, professor de guitarra clássica na mesma instituição.


quinta-feira, 23 de abril de 2009

Mensagem recebida hoje do nosso amigo Dr. Rui Lopes


Caríssíssimos,

Em Maio de 1989, onde andava eu ainda? Ah, era aluno da Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes, será o eterno Liceu. Talvez já tivesse ouvido falar de Coimbra, mas numa cidade distante como Abrantes em que o tempo era a Escola e a viagem de Autocarro para a minha aldeia natal - S. Miguel do Rio Torto (AINDA NÃO HAVIA AUTOCARRO A IR BUSCAR À PORTA DA ESCOLA, COMO AGORA, TÍNHAMOS DE IR A PÉ ATÉ À GARAGEM DOS AUTOCARROS NO CENTRO DA CIDADE). Ora, tudo isto para dizer que, Maio de 1989, tinha eu apenas 13 anos, sonhava lá alguma vez que vinha um dia para a Cidade que me ensinou tudo ... Coimbra.

A verdade é que, nesse mês de Maio de 1989, houve duas Baladas de Despedida, uma de Economia, com os nossos amigos do Práxis Nova, Rabaça, Jójó, Alcoforado (Professor Doutor, vamos lá a ver, o respeitinho é muito lindo). Mas outra Balada de Despedida faria sucesso nesse mesmo ano, a BALADA DE DESPEDIDA DO 5 º ANO JURÍDICO, hoje MUNDIALMENTE conhecida, pois em todo o lado se ouve cantar os versos: SENTES QUE UM TEMPO ACABOU ou o refrão:
CAPA NEGRA DE SAUDADE
O MOMENTO DA PARTIDA
SEGREDOS DESTA CIDADE
LEVO COMIGO PRÁ VIDA

A Verdade é que agora em Maio perfaz exactamente VINTE ANOS deste momento: http://www.youtube.com/watch?v=6qkCOfb7ewQ (Nota: estão mais novos, mas são eles)

É por isso, meus caros amigos dos "Toada Coimbrã" que, passados 20 anos desta Balada esta continua pada durar ad eternum, mesmo que o António Vicente já não use o bigode (e não conduza o carro que já ouvi falar que nessa época se tornou um mito em Coimbra e que tinha por matrícula FD-69-69, mas o vicente continua, e bem, a tocar guitarra, ou, sei que vou ser repetitivo, mas o Rui Lucas já não tem aqueles óculos em que se confundia fácilmente com os autóctones nas vossas digressões ao Japão!!!!!)

Grande Abraço deste vosso amigo e continuem a dar o tudo por tudo na música coimbrã!

Por isso, nestes 20 anos da Balada do 5 º Ano Jurídico, É Malta! E p' los Toada Coimbrã não vai nada, nada, nada? Tudoooooooooooooooooooooooo

Saudações Académicas.

PS - Vejo que, no vosso blog: http://www.toadacoimbra.blogspot.com/ está tudo mais ou menos actualizado

2 NOTAS IMPORTANTES PARA VOCÊS:
- VEJO QUE EM SETEMBRO VÃO TER UMA ACTUAÇÃO NO CARTAXO, ..... CUIDADO COM A VINHAÇA DO CARTAXO, BEM, O VINHO É BOM!
- COMPAREÇAM NO PRÓXIMO DIA 3 À TARDE NO CORTEJO DA QUEIMA, POIS SOMOS OS ANTIGOS ESTUDANTES QUE ABRIMOS O CORTEJO APENAS COM AS NOSSAS CAPAS E PASTAS COM FITAS!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Balada do 5º Ano Jurídico, a comemorar 20 anos, tocada na Casa da Música - Porto

http://jpn.icicom.up.pt/2009/04/20/video_fado_de_coimbra_traz_saudade_a_casa_da_musica.html
Chegado a esta página, veja o video.

Como se vê o Porto não esquece a nossa Balada aqui executada na Gala que ocorreu na Casa da Música no Porto no passado dia 19 de Abril no âmbito da iniciativa "Antologia do Fado de Coimbra.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Museu Internacional do Estudante - Virtual - Salamanca

Falamo-vos aqui hoje dum interessante projecto sedeado em Salamanca, Espanha.
Por enquanto ainda meramente virtual mas com um espólio que já pode ser visitado on line.
Tem uma secção portuguesa onde se encontram peças antigas e de muito interesse.
Convidamo-los a visitá-lo em: http://www.museodelestudiante.com/
Gravura do espólio do "Museo Internacional del Estudiante".

Vale bem o "passeio" no momento em que Portugal está a entrar na efervescência das semanas académicas (como quer que cada uma delas seja apelidada...) um pouco em todo o lado.
O elemento da Toada Coimbrã, João Paulo Sousa, é um dos colaboradores deste organismo.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

No Sarau da Queima das Fitas de 1989 - Teatro Académico de Gil Vicente - Coimbra

E.JM
Mais um documento raro que aqui deixamos.
A "Toada Coimbrã" no Sarau da Queima das Fitas de Coimbra de 1989. À data, e para muitos, era a grande ocasião da Queima e aquela em que a Academia revelava a sua verdadeira pujança. Dizem as más línguas que os últimos têm sido uma verdadeira tristeza quando comparados com os daqueles tempos, desde o local, os apresentadores e o conteúdo que ali era levado.
Foi aqui que a Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 foi executada publicamente pela terceira vez (depois da récita e da Serenata). Completa assim este tema que nos identifica e se confunde com a existência do próprio grupo por estes dias (consideramos o dia 27 de Abril) os vinte anos de existência talvez com tanta pujança como nunca antes.
Motivos para tal?
Temos as nossas ideias mas gostávamos que os nossos leitores opinassem. Algum dia escreveremos sobre o assunto agora levantado.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Encontro Nacional de Grupos de Guitarras e Canto de Coimbra - Viseu 94

Aproximando-se a serenata de Viseu deixamos também aqui uma realização ocorrida nesta cidade por iniciativa de Hermínio Menino, talvez a maior realizada fora da Lusa Atenas incidindo na Canção de Coimbra. Pena ninguém ter prosseguido com a iniciativa como então estava pensado.
E também um reparo: o projecto Coimbra a Três Tempos parece arrancar em baixa velocidade. E mais uma vez Coimbra se estará a deixar para trás bastando comparar com o dinamismo da iniciativa portuense Antologia do Fado de Coimbra como se pode ver no link aqui mesmo ao lado.

E aqui deixamos a brochura do evento que aconteceu no Auditório da Universidade Católica.


E.RL

Uma verdadeira constelação de "estrelas" esteve então presente em Viseu. Foi uma honra termos sido convidados e marcado presença.

Novo Livro de Jorge Cravo lançado amanhã em Coimbra

Mais uma prestimosa contribuição do nosso amigo Jorge Cravo. Assim como desejamos que não te doa a garganta igualmente o podemos dizer quanto aos teus dedos.


Local: Convento de São Francisco
Data e Hora: 18 de Abril às 21 h e 30 min
Organização: Turismo de Coimbra e Direcção-Geral da AAC
Produção: GRIF Portugal

Grupos Participantes

Orfeon Académico de Coimbra
Estudantina Universitária de Coimbra
Capas Negras
Grupo de Fados da Secção de Fado da AAC
Raízes de Coimbra

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A nossa primeira ocasião Académica em Leiria

Já aqui dissemos que este ano não seremos nós a assegurar a serenata da semana académica de Leiria.


E.JM

De qualquer maneira não queremos deixar de documentar a nossa primeira passagem pela cidade do Lis.
Aqui fica pois a fotografia dessa primeira serenata que teve lugar na Escola Superior de Educação em Março de 1990 com a particularidade de ter sido feita dentro do edifício da própria escola e integrada na abertura das comemorações dos 700 Anos da Universidade de Coimbra.
E o vínculo criado foi tão forte que a ocasião se repetiu ao longo dos anos múltiplas vezes nas semanas académicas daquela cidade.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A propósito dos "enganos" no nome do grupo (II)

Desta vez num espectáculo solidário em Estarreja onde em breve voltaremos às festas da cidade. Neste caso, no Cine Teatro ainda antes das obras recentes que, segundo nos diz o Alcides, melhoraram muito o espaço. Gostaríamos de lá voltar.

domingo, 12 de abril de 2009

Cartaz da Semana Académica de Leiria (SAL 2009)


Este ano não vamos estar em Leiria. Não fomos convidados mas também haveria uma sobreposição com a Serenata de Viseu com a qual estamos comprometidos à muito.
Segundo informações recebidas, este ano será um grupo da casa a assegurar a mesma. Atractivo suplementar será o facto de a mesma ir ser realizada no belíssimo Castelo de Leiria. Que tudo corra pelo melhor são os nossos votos.

Pode ver todo o programa em: http://www.tradicao.norecinto.com/

sexta-feira, 10 de abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Cartaz da XXV Semana Académica de Viseu - 2009

E aqui deixamos o cartaz da XXV Semana Académica de Viseu onde teremos a responsabilidade de assegurar a Serenata Monumental na Sé de Viseu já no próximo dia 26 de Abril no Adro da Sé.
Este cartaz foi a primeira maquete divulgada contendo algumas incorrecções que já terão tido remédio.
Aparece como sendo a XXX em vez de XXV; agenda a Serenata para as 20 horas quando terá lugar efectivamente às 24 horas; Por fim, facto recorrente, e do qual daremos nota nos próximos dias, com um lapso de escrita: Tuada em vez de Toada.
Nada de grave, portanto, aqui ficando as devidas correcções e sendo antes de realçar a menção do nome do grupo, facto raro nos dias que vão correndo.
Pode encontrar mais pormenores em http://www.fav.pt/ .

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Jornal de Coimbra de 07.10.1992

Dos numerosos amigos que fizemos destacamos aqui hoje o Dr. Pedroso de Lima, antigo Governador Civil de Coimbra. No exercício daquele cargo sempre tivemos o apoio incondicional desta personalidade, que chegou inclusivamente a cantar connosco como documenta a primeira página do mencionado periódico.
No espectáculo em questão refira-se ainda a presença de outra figura típica de Coimbra, que também nos acompanhou algumas vezes, o Vítor Sá, presença habitual dos nossos tempos no já referido Bar 1910 e, desde alguns anos a esta parte, na conhecida Diligência.

E.RL

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sobre o Tejo


Esta foto também é muito antiga. Talvez da primeira metade de 1989.
Feita em Vila Velha do Rodão num único fim de semana mas que teve três espectáculos: Sexta-feira no Fundão (onde emergiu a fábula do "Alcides & Eusébio"), Sábado em Portel (com o novo desporto do arremesso do sapato) e Domingo no Porto (casamento no "Lagarteiro"). Na altura ainda havia tempo e saúde para folguedos deste tipo.
E.JM

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Á espera do avião

Mais uma foto muuuuuito antiga.
No aeroporto de Lisboa matando o tempo à espera do embarque para a digressão ao Brasil já muito documentada neste blog.
Era habitual fazer-se uma pequena demonstração sempre do agrado dos restantes passageiros e que servia de passatempo.

E.RL

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Fotos de Paris (V)

Paris, Fevereiro de 1995. A estadia.


Naquele tempo ainda não se falava em metrossexualidade, mas... "que los hay, hay".


Vista do Sena a partir da Torre Eiffel.

O Trocadero, a partir do mesmo local.



Em entrevista na Rádio Alpha, bastião da cultura portuguesa na região parisiense.


Bastante descontraída, como está bem de ver.




À noite no jantar no Restaurante Europa, antes da apresentação. Em primeiro plano, uma vez mais o nosso amigo César de Carvalho.




E.RL