Grupo de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã" =Blog Oficial= História, notícias, contactos e informações gerais
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Vão-se desvendando alguns segredos
Uma coisa de que se fala no final desta reportagem ajuda também a justificar a falta de tempo para a actualização deste blog...
Disso daremos nota mais pormenorizada em breve.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Terceiro Aniversário do Blog Toada Coimbrã
O Blog Toada Coimbrã cumpre hoje o seu terceiro aniversário.
Cresceu, diversificou-se e trouxe novo tipo de informação, reforçando a vertente de opinião, própria e de terceiros, quando nos parece relevante.
Vai já nos 628 post's.

Mantêm-se as variantes habituais: aumento nos meses próximos das festividades académicas onde a procura dos seus conteúdos aumenta exponencialmente.
Como a vida continua, projectamos trazer mais informação sobre o grupo, a sua história e os seus projectos. Queremos também continuar a acção de divulgação das matérias relativas à Canção e Guitarra de Coimbra.
Mas nada disto valeria a pena não fossem os nossos leitores e amigos.
E, por eles, continuaremos...
Cresceu, diversificou-se e trouxe novo tipo de informação, reforçando a vertente de opinião, própria e de terceiros, quando nos parece relevante.
Vai já nos 628 post's.
Dados anuais: 20.000 novas visitas e 30.000 páginas visitadas a partir de 100 países.
Mantêm-se as variantes habituais: aumento nos meses próximos das festividades académicas onde a procura dos seus conteúdos aumenta exponencialmente.
Como a vida continua, projectamos trazer mais informação sobre o grupo, a sua história e os seus projectos. Queremos também continuar a acção de divulgação das matérias relativas à Canção e Guitarra de Coimbra.
Mas nada disto valeria a pena não fossem os nossos leitores e amigos.
E, por eles, continuaremos...
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Especial Jorge Cravo (DC) sobre o IV Encontro Internacional da Guitarra Portuguesa
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Na sequência do post de ontem...
O lançamento do CD “25 anos de Sonho e Tradição” encheu o Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) de diferentes membros da Universidade de Coimbra, antigos elementos da Estudantina e demais amantes deste projecto universitário, além de muito boa disposição.
O XX Festuna começou ontem, 8, com o lançamento de um CD que comemora 25 anos da Estudantina de Coimbra. Hoje, 9, tem lugar no TAGV a recepção de diferentes tunas, já que a chuva não permitiu a sua realização no Jardim da Sereia.
A gala de lançamento do CD da Estudantina "25 anos de Sonho e Tradição" fica "marcada pela presença da Brigada Vítor Jara e do Orfeon Académico de Coimbra, além de todos os estudantinos, amigos e restante público", conta o organizador deste XX Festuna, João Cruz.
O início, com imagens que pretendiam "mostrar o que tem sido a Estudantina ao longo destes 25 anos", contagiou o público. Através das histórias contadas por antigos estudantes que foram os primeiros elementos da Estudantina, os presentes ficaram a saber que a tradicional música "Afonso" teve que sofrer arranjos para se tornar tão popular e que houve uma constante recusa de que esta fosse considerada uma tuna. Isto porque foi com o nome "Estudantina" que se conseguiu que fosse obrigatório que os seus elementos sejam todos estudantes.
Os presentes foram aplaudidos pelos elementos da Estudantina, que avaliaram este como "o público mais paciente", tendo em conta o atraso provocado por problemas técnicos e a necessidade de se repetirem algumas músicas. A actuação foi condicionada pelas exigências inerentes à gravação do DVD, que também aconteceu nesta gala.
Além da Presidente do Orfeon Académico de Coimbra, Cristina Santos, que felicitou a Estudantina pelo 25.º aniversário, após terem actuado em conjunto, também a vice-reitora Cristina Robalo Cordeiro subiu ao palco e deu os parabéns ao grupo, colocando todo o público em pé, a gritar "Académica!".
Além do tradicional F-R-A, a gala encerrou com a "Balada do V Ano Jurídico 88/89" numa actuação conjunta dos antigos e actuais elementos da Estudantina de Coimbra.
O XX Festuna começou ontem, 8, com o lançamento de um CD que comemora 25 anos da Estudantina de Coimbra. Hoje, 9, tem lugar no TAGV a recepção de diferentes tunas, já que a chuva não permitiu a sua realização no Jardim da Sereia.
A gala de lançamento do CD da Estudantina "25 anos de Sonho e Tradição" fica "marcada pela presença da Brigada Vítor Jara e do Orfeon Académico de Coimbra, além de todos os estudantinos, amigos e restante público", conta o organizador deste XX Festuna, João Cruz.
O início, com imagens que pretendiam "mostrar o que tem sido a Estudantina ao longo destes 25 anos", contagiou o público. Através das histórias contadas por antigos estudantes que foram os primeiros elementos da Estudantina, os presentes ficaram a saber que a tradicional música "Afonso" teve que sofrer arranjos para se tornar tão popular e que houve uma constante recusa de que esta fosse considerada uma tuna. Isto porque foi com o nome "Estudantina" que se conseguiu que fosse obrigatório que os seus elementos sejam todos estudantes.
Os presentes foram aplaudidos pelos elementos da Estudantina, que avaliaram este como "o público mais paciente", tendo em conta o atraso provocado por problemas técnicos e a necessidade de se repetirem algumas músicas. A actuação foi condicionada pelas exigências inerentes à gravação do DVD, que também aconteceu nesta gala.
Além da Presidente do Orfeon Académico de Coimbra, Cristina Santos, que felicitou a Estudantina pelo 25.º aniversário, após terem actuado em conjunto, também a vice-reitora Cristina Robalo Cordeiro subiu ao palco e deu os parabéns ao grupo, colocando todo o público em pé, a gritar "Académica!".
Além do tradicional F-R-A, a gala encerrou com a "Balada do V Ano Jurídico 88/89" numa actuação conjunta dos antigos e actuais elementos da Estudantina de Coimbra.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Quem nos Canta - Estudantina Universitária de Coimbra - "25 Anos de Sonho e Tradição"
Lançado na passada sexta-feira eis um novo registo da EUC.
Diz muito a muitos de nós que por lá passámos neste de dia de celebração dos 25 anos da existência do grupo. Foi até motivo para eu, o João Carlos e o Vicente voltarmos a estar juntos um bom pedaço e pôr as conversas em dia.
A encerrar o segundo dos dois CD's inclusos no trabalho, o registo da versão da Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 que há muito faz parte do repertório da Estudantina, numa versão muitíssimo agradável e bem executada.
António Vicente, mulher e filho, João Paulo Sousa, José Seco e José Grilo num momento de amena cavaqueira, boa disposição e muitas lembranças.
Diz muito a muitos de nós que por lá passámos neste de dia de celebração dos 25 anos da existência do grupo. Foi até motivo para eu, o João Carlos e o Vicente voltarmos a estar juntos um bom pedaço e pôr as conversas em dia.
A encerrar o segundo dos dois CD's inclusos no trabalho, o registo da versão da Balada do 5º Ano Jurídico 88/89 que há muito faz parte do repertório da Estudantina, numa versão muitíssimo agradável e bem executada.
António Vicente, mulher e filho, João Paulo Sousa, José Seco e José Grilo num momento de amena cavaqueira, boa disposição e muitas lembranças.domingo, 10 de outubro de 2010
Prof. Dr. Aníbal Pinto de Castro - R.I.P.

Foi com profundo pesar que tivemos a infausta notícia da partida dum grande amigo.
Aníbal Pinto de Castro, ilustre homem de letras, professor jubilado da Universidade de Coimbra, e personalidade de múltiplas responsabilidades nas áreas religiosa e socio-caritativa, foi hoje a enterrar na sua terra-natal, Cernache. Dirigiu também, anos a fio, a Biblioteca da Universidade de Coimbra.
Recordamo-nos dele sobretudo da nossa digressão ao Brasil no Verão de 1989, em que chefiava juntamente com o também saudoso Dr. Teixeira Santos, a comitiva dos antigos estudantes da UC em que fomos integrados e que constituiram duas semanas de recordações inesquecíveis.
Jamais o esqueceremos, Senhor Professor. Descanse em paz.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Aniversário
Um bocadinho menos de tempo nos próximos dias...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Ecos...
É interessante saber que este blog vai sendo seguido em muitos locais e com fins bem diferentes, suscitando mesmo discussões e tertúlias.

Pode seguir esta em: http://paginas.fe.up.pt/~ee05125/forum/viewtopic.php?f=7&p=647
Pode seguir esta em: http://paginas.fe.up.pt/~ee05125/forum/viewtopic.php?f=7&p=647
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Do que fomos fazendo...
Do Rui Lucas já aqui vamos dando nota com regularidade.
Da minha parte tive uma curiosa aventura no Fado de Lisboa em Agosto cujo video ainda estou a tentar encontrar.
Mas para além disso...

Da minha parte tive uma curiosa aventura no Fado de Lisboa em Agosto cujo video ainda estou a tentar encontrar.
Mas para além disso...

Estive no passado dia 13.09.2010 a acompanhar o meu aluno Francisco Pereira numa conferência promovida pelas C.M. de Moimenta da Beira, Vila Nova de Paiva e Sernancelhe na Fundação Aquilino Ribeiro em Soutosa na presença, entre outros, do antigo PR Mário Soares, de Aquilino Ribeiro Machado e vários governantes, em representação do Conservatório de Viseu.
O rapaz tocou (e bem) o Lá menor do Bagão e a Canção do C. Paredes com muito agrado da audiência.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Em jeito de descontracção...
Atenção que a personalidade ali referida não é o nosso "compagnon de route"...
http://milaners.spaces.live.com/
http://milaners.spaces.live.com/
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Um lapso engraçado
A propósito duma gravação feita em Coimbra pelo poeta Carlos Carranca que se fez acompanhar por muitos (e que...) amigos da canção de Coimbra encontrámos um artigo online do Campeão que se segue:

Publicada por
OMEGA
à(s)
quarta-feira, setembro 15, 2010
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Amigos,
Coimbra,
curiosidades,
Eventos,
Humor,
Imprensa,
Notícias,
Participações
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXXII)
Retomamos com mais uma versão online.
Desta vez os nossos amigos do GFFEP no passado dia 5 de Junho de 2010 em Lisboa no âmbito dum Festival de Tunas femininas.
Em primeiro plano, ao centro, como primeiro guitarra, o nosso amigo Manuel Soares, autor da trancrição do tema em partitura que se encontra nos arquivos deste blog.
sábado, 11 de setembro de 2010
Um longo espreguiçar...
Perdoem-me os nossos amigos e leitores, mas este ano apeteceu-me prolongar o descanso do blog. Ou, pelo contrário, não me apeteceu a retoma mais cedo.
Mas a partir de segunda-feira ele estará de volta...
P.S. - Esperamos que todos tenham tido um bom descanso.
Mas a partir de segunda-feira ele estará de volta...
P.S. - Esperamos que todos tenham tido um bom descanso.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Boas Férias
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
FNAC e Ovação repõem CD em comercialização
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Já passou as 50.000 visualizações no Youtube
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Faleceu o Dr. Ângelo Araújo

Faleceu o Dr. Ângelo Araújo, aos 90 anos, Autor da Letra e musica de muitos Fados de Coimbra conhecidos: ContosVelhinhos, Feiticeira, Santa Clara, etc. e Médico. O funeral, será amanhã, às 9 ou 9.30 em S. João da Madeira. O Dr. Ângelo Araújo, tive ainda o grato prazer de conhecer, em várias ocasiões, fosse no lançamento da sua Biografia, fosse na Homenagem em Santarém. Ficou-me a imagem de uma pessoa de bem, uma pessoa culta! Que descanse em paz.
Proponho que hoje, em sua homenagem escutemos: Feiticeira (quem nunca ouviu o Fado de Coimbra: ó meu amor, minha linda feiticeira ...) ou Contos Velhinhos (Contos Velhinos de Amor, numa noite branca e fria...)
Até sempre Sr. Dr.!
Rui Lopes
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Silly Season...
Vejam lá, fui despedido e nem sequer sabia...
E como sabem que estou aberto a "novos projectos"?
In: http://venoifutebolfutsalfeminino.nireblog.com/post/2010/07/23/joao-paulo-sousa-ex-nova-morada
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Resumo do Concerto de Guitarra do passado dia 22 de Abril (Parte 2)
A prometida segunda parte. Em breve haverá mais...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Crónica de Jorge Cravo no DC
Octávio Sérgio comentou este artigo da seguinte forma, o que subscrevo:Não concordo inteiramente com o texto, no que se refere à partitura.
Primeiro: nunca a partitura poderá ser a causadora da morte do Canto de Coimbra. Ele morrerá, sim, se deixarem de haver intérpretes e criadores (renovadores) de qualidade. Que me conste, na música ligeira o reportório está praticamente todo em partitura e, no entanto, ouvem-se por aí as mais diversas versões da mesma peça. Aquela não espartilhou a criatividade.
Segundo: é um meio de preservar o património. Ainda ontem me socorri da partitura do meu Ré maior, pois resolvi recomeçar a tocá-lo e, para meu desgosto, verifiquei que já não me lembrava da execução de mais de metade da peça. Sem a partitura, não mais a tocaria, a não ser que alguém ma ensinasse! Iria acontecer o mesmo que às minhas músicas de 1965 que perdi completamente, pois não era meu hábito, na altura, transcrevê-las para partitura.
Já recebi inúmeros pedidos de partituras, de pessoas que pretendem aprender determinadas peças, e não só de minha autoria. Nem todos têm a capacidade de tirar a música de ouvido e, mesmo que consigam, nunca terá a fidelidade duma partitura. Na própria música erudita não há interpretações variadas de cada música? Até as orquestras variam a sua maneira de tocar, consoante o maestro que as orienta. A partitura não impediu a criatividade dos intérpretes.
Primeiro: nunca a partitura poderá ser a causadora da morte do Canto de Coimbra. Ele morrerá, sim, se deixarem de haver intérpretes e criadores (renovadores) de qualidade. Que me conste, na música ligeira o reportório está praticamente todo em partitura e, no entanto, ouvem-se por aí as mais diversas versões da mesma peça. Aquela não espartilhou a criatividade.
Segundo: é um meio de preservar o património. Ainda ontem me socorri da partitura do meu Ré maior, pois resolvi recomeçar a tocá-lo e, para meu desgosto, verifiquei que já não me lembrava da execução de mais de metade da peça. Sem a partitura, não mais a tocaria, a não ser que alguém ma ensinasse! Iria acontecer o mesmo que às minhas músicas de 1965 que perdi completamente, pois não era meu hábito, na altura, transcrevê-las para partitura.
Já recebi inúmeros pedidos de partituras, de pessoas que pretendem aprender determinadas peças, e não só de minha autoria. Nem todos têm a capacidade de tirar a música de ouvido e, mesmo que consigam, nunca terá a fidelidade duma partitura. Na própria música erudita não há interpretações variadas de cada música? Até as orquestras variam a sua maneira de tocar, consoante o maestro que as orienta. A partitura não impediu a criatividade dos intérpretes.
***
Acrescento ainda considerar inadmissível a perda de muitas peças, em especial instrumentais, precisamente por não haverem sido transcritos. Mais, relativamente a alguns compositores emblemáticos como Artur Paredes, Flávio Rodrigues, Jorge Tuna, Francisco F. Martins e mesmo António Portugal e Pinho Brojo, é também de díficil compreensão não ter até agora havido apoio oficial à transcrição integral e sistemática das suas obras. O culto da Canção de Coimbra e da sua Guitarra, em especial, não se faz unicamente nesta cidade - eu quase diria, nem principalmente aí - e a "política" do segredo é já nos nossos dias manifestamente desajustada. Acresce o facto do ensino do instrumento se ter generalizado, mormente nos Conservatórios do país, estando-se assim a anquilosar uma poderosa forma da sua divulgação e culto.
JPS
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Fado e folclore animam noites de Verão em Coimbra

“Serenatas de Fado” e folclore são as propostas da Turismo de Coimbra, E.M. para as “Noites de Verão em Coimbra”, programa delineado pela Empresa Municipal com o objectivo de trazer animação ao centro histórico da cidade.
Até Setembro, haverá todas as quintas-feiras actuações de fado, enquanto que às sexta-feiras a noite será de folclore.
Nove grupos de fados de Coimbra integram o programa de actuações das “Serenatas de Fado”, enquanto que os espectáculos de folclore são uma iniciativa que conta com o apoio da AFERM – Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego.
“Serenatas de Coimbra”
Datas: 15, 22 e 29 Julho5, 12, 19 e 26 de Agosto2 e 9 de Setembro
Hora:21h30
Local:Praça 8 de Maio
Programa:
15 Julho – GRUPO DE FADOS MINERVA
22 Julho – CANCIONEIRO DE COIMBRA
29 Julho – FADVOCAL
5 Agosto – GRUPO GERAÇÕS
12 Agosto – RAPOSÓDIA
19 Agosto – VERDES ANOS
26 Agosto – GRUPO DE FADOS AEMINIUM
2 Setembro – CANÇÃO DE COIMBRA
9 Setembro – PRAXIS NOVA
http://www.turismodecoimbra.pt/pt/homepage/serenatas-e-folclore-animam-noites-de-verao.html
http://www.turismodecoimbra.pt/pt/homepage/serenatas-e-folclore-animam-noites-de-verao.html
Nota do grupo: A Toada Coimbra não participa este ano nesta iniciativa por duas ordens de razões: em primeiro lugar, porque colide com as merecidas férias dos membros do grupo; em segundo lugar, porque as condições oferecidas estão nitidamente abaixo do mínimo razoável que podia ser aceite atento o facto de nós maioritariamente não residirmos em Coimbra o que faz acrescer exponencialmente as despesas.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Resumo do concerto instrumental do passado dia 22.04 (Parte I)
Agora em versão Youtube, fatiado em duas partes...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXXI)
A nossa querida EUC num programa antigo de televisão.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXX)
E cá vai mais uma...
... para desenjoar!
... para desenjoar!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ainda um artigo para reflectir sobre o Festival da Guitarra do Algarve
Texto de Orlando Leite – A guitarra portuguesa, cada vez mais, começa a andar na boca do mundo, sinal de que o instrumento português por excelência começa finalmente a ter outra visibilidade. Ao contrário de outros instrumentos “primos” que se popularizam além fronteiras como o cistra (cítara) grega ou do cittern inglês, a guitarra portuguesa vivia enclausurado na sua melancolia. Com o surgimento de uma nova geração de tocadores, a guitarra portuguesa tem vindo a conquistar um espaço próprio no panorama musical nacional e internacional. Em Faro, a guitarra portuguesa conheceu nova realidade com a realização de um festival, o primeiro a nível nacional.
Com início no passado dia 10 de Junho, o Festival Guitarra Portuguesa contou ao longo dos quatro dias com uma dezena de construtores – Fernando Meireles, Óscar Cardoso, Pedro Caldeira Cabral; Nuno Cristo; Fernando Silva (Fanan dos Leques); João Pessoa; José Castro de Carvalho -, tocadores – Pedro Pinto; António Eustáquio, José Alegre; Luís Marques; Marta Costa; Simon Achida, Hugo Reis, entre muitos outros – e conferencistas – José Alberto Sardinha (A Origem do Fado); Luís Penedo (as origens da guitarra e Museu do Fado) e Pedro Caldeira Cabral (origem da guitarra, fabrico e afinações).
A arte performativa teve o seu espaço com Nuno Ferreira e Tatiana Barreiros que criaram, em forma de improviso na abertura do festival, “ A Rede”, complementando-a, no encerramento do festival, com instrumentos e outros elementos alusivos à guitarra portuguesa. A poesia marcou presença no primeiro dia com Afonso Dias.
A par do “Ciclo Guitarras Portuguesas com Grandes Mestres” (Paulo Soares, Pedro Caldeira Cabral e Custódio Castelo) a atracção principal do festival foi sem dúvida a exposição “Guitarra Portuguesa com Futuro”, que o ocupava o piso superior do Teatro Lethes. Imaginativa, facultativa e inter-activa esta exposição estava dividida em seis salas, tendo como elo de ligação a temática do festival. Miguel Cuña, responsável pela concepção da exposição, foi o nosso cicerone na visita ao primeiro andar do Teatro Lethes: Não se pretendeu criar uma exposição demasiado erudita, apesar de se apresentar vários exemplares de guitarras de diferentes épocas, estilos e construtores, mas sim um projecto com o intuito de juntar artes diversificadas como por exemplo escultura, grafitti, multimédia, talha, por um objectivo comum: criar um espaço que tenha uma componente estética muito forte mas que também tenha uma utilidade e que fosse um espaço “vivo”, interactivo, com uma dinâmica multidisciplinar e performativa. Posso dar como exemplo o facto de durante os dias do festival o construtor de guitarras José Castro Carvalho, entalhador de braços de guitarras portuguesas, trabalhar ao vivo numa das salas. Outro exemplo da interacção da exposição com o público é o facto de numa das salas, sala a que decidimos chamar de “Hands”, todos os visitantes, músicos ou não, tocarem, sentirem o peso das guitarras. Essa sala de quando em vez ficará um pouco “vazia” pois as guitarras têm que sair do sítio para os músicos tocarem nas tertúlias ou no palco. A exposição além de se criar um espaço de convívio no qual pessoas se sintam à vontade para estar, participar e mesmo dar ideias, pretende que surja alguma evolução nos conceitos e métodos. Isto é, ao juntar aqui pessoas com diferentes backgrounds tanto pessoais como académicos ou apenas curiosos se contribuía para que haja um maior fluxo de informação e troca de conhecimentos, pois é da diversidade que surge a evolução.
Descemos as escadas em direcção ao auditório para se falar dos concertos de noite.
Três mestres, três maneiras diferentes de abordar a guitarra portuguesa. A vertente mais classicista e concertante marcou presença com Pedro Caldeira Cabral; Coimbra teve mais encanto nas mãos de Paulo Soares e o improviso e virtuosismo deu pelo nome de Custódio Castelo.
As Tertúlias tiveram grandes momentos, dos quais destaco: António Eustáquio com o contrabaixista Carlos Barreto, o jovem Luís Marques de técnica apuradíssima mas que se aconselha a não ser um seguidor em toda a linha de Carlos Paredes, José Alegre, Simon Achida e, para não fazer deste artigo uma coisa apenas no masculino, a tocadora Marta Costa que vem evoluindo de forma surpreendente.
Sobre as conferências destaco sem dúvida alguma a de José Alberto Sardinha que veio falar sobre o seu novo livro “ A Origem do Fado”. Esclarecedora, dirigida com frontalidade sem artefactos superficiais a leigos e conhecedores.
Finalmente o seu a seu dono. A João Cuña, responsável directo por quatro excelentes dias com guitarra portuguesa. Uma organização sólida, bem idealizada e melhor concretizada.
O recado.
Aproveitando o facto de estar ainda ao gatilho da escrita uma chamada de atenção àqueles que devem servir a cultura e não servir-se dela.
Este primeiro Festival Guitarra Portuguesa merecia mais, muito mais, das entidades governamentais, camarárias e privadas. Jorra euros para as Vuvuzelas, futebóis e outros disparates, similares ou não, mas pouco para a nossa cultura. Como a guitarra que tem como apelido portuguesa.
Os agricultores pedem subsídios e não é por isso que são desconsiderados enquanto profissionais. Os pescadores pedem subsídios e não é por isso que os olham de lado. A indústria é subsidiada e ninguém o contesta. Há mesmo, imagine-se, quem preconize subsídios à economia e aos bancos… E ainda não vi ninguém rir-se! Mas uma entidade de âmbito cultural, como exemplo a Guitarra Portuguesa com Futuro, é de imediato conectada como “pedinte”, pois aos olhos dos tais de subsídios passam a vida a lamuriar-se, quando passam a vida a “divertir-se”.
Eu sei, há muito, que a Cultura em Portugal, não é vista como um bem de primeira necessidade, não é vista como um gerador de riqueza, e, tristemente os seus agentes não são levados a sério. Curiosamente, todos os dados e estatísticas da EU apontam em sentido contrário, pois a Cultura emprega milhões de pessoas na Europa (mais do que a indústria automóvel, por exemplo) e encerra um enorme potencial de inovação, competitividade e criação de postos de trabalho.
Dito isto, depois de disparar numa única direcção, fica-me a “azia” de não ter visto no Teatro Lethes, em quatro dias de festival com inícios quase madrugadores, um bar aberto, uma divulgação institucional visível…
Ou será que a Câmara Municipal de Faro não se apercebeu da magnitude e importância deste evento, social e culturalmente falando?
Com início no passado dia 10 de Junho, o Festival Guitarra Portuguesa contou ao longo dos quatro dias com uma dezena de construtores – Fernando Meireles, Óscar Cardoso, Pedro Caldeira Cabral; Nuno Cristo; Fernando Silva (Fanan dos Leques); João Pessoa; José Castro de Carvalho -, tocadores – Pedro Pinto; António Eustáquio, José Alegre; Luís Marques; Marta Costa; Simon Achida, Hugo Reis, entre muitos outros – e conferencistas – José Alberto Sardinha (A Origem do Fado); Luís Penedo (as origens da guitarra e Museu do Fado) e Pedro Caldeira Cabral (origem da guitarra, fabrico e afinações).
A arte performativa teve o seu espaço com Nuno Ferreira e Tatiana Barreiros que criaram, em forma de improviso na abertura do festival, “ A Rede”, complementando-a, no encerramento do festival, com instrumentos e outros elementos alusivos à guitarra portuguesa. A poesia marcou presença no primeiro dia com Afonso Dias.
A par do “Ciclo Guitarras Portuguesas com Grandes Mestres” (Paulo Soares, Pedro Caldeira Cabral e Custódio Castelo) a atracção principal do festival foi sem dúvida a exposição “Guitarra Portuguesa com Futuro”, que o ocupava o piso superior do Teatro Lethes. Imaginativa, facultativa e inter-activa esta exposição estava dividida em seis salas, tendo como elo de ligação a temática do festival. Miguel Cuña, responsável pela concepção da exposição, foi o nosso cicerone na visita ao primeiro andar do Teatro Lethes: Não se pretendeu criar uma exposição demasiado erudita, apesar de se apresentar vários exemplares de guitarras de diferentes épocas, estilos e construtores, mas sim um projecto com o intuito de juntar artes diversificadas como por exemplo escultura, grafitti, multimédia, talha, por um objectivo comum: criar um espaço que tenha uma componente estética muito forte mas que também tenha uma utilidade e que fosse um espaço “vivo”, interactivo, com uma dinâmica multidisciplinar e performativa. Posso dar como exemplo o facto de durante os dias do festival o construtor de guitarras José Castro Carvalho, entalhador de braços de guitarras portuguesas, trabalhar ao vivo numa das salas. Outro exemplo da interacção da exposição com o público é o facto de numa das salas, sala a que decidimos chamar de “Hands”, todos os visitantes, músicos ou não, tocarem, sentirem o peso das guitarras. Essa sala de quando em vez ficará um pouco “vazia” pois as guitarras têm que sair do sítio para os músicos tocarem nas tertúlias ou no palco. A exposição além de se criar um espaço de convívio no qual pessoas se sintam à vontade para estar, participar e mesmo dar ideias, pretende que surja alguma evolução nos conceitos e métodos. Isto é, ao juntar aqui pessoas com diferentes backgrounds tanto pessoais como académicos ou apenas curiosos se contribuía para que haja um maior fluxo de informação e troca de conhecimentos, pois é da diversidade que surge a evolução.
Descemos as escadas em direcção ao auditório para se falar dos concertos de noite.
Três mestres, três maneiras diferentes de abordar a guitarra portuguesa. A vertente mais classicista e concertante marcou presença com Pedro Caldeira Cabral; Coimbra teve mais encanto nas mãos de Paulo Soares e o improviso e virtuosismo deu pelo nome de Custódio Castelo.
As Tertúlias tiveram grandes momentos, dos quais destaco: António Eustáquio com o contrabaixista Carlos Barreto, o jovem Luís Marques de técnica apuradíssima mas que se aconselha a não ser um seguidor em toda a linha de Carlos Paredes, José Alegre, Simon Achida e, para não fazer deste artigo uma coisa apenas no masculino, a tocadora Marta Costa que vem evoluindo de forma surpreendente.
Sobre as conferências destaco sem dúvida alguma a de José Alberto Sardinha que veio falar sobre o seu novo livro “ A Origem do Fado”. Esclarecedora, dirigida com frontalidade sem artefactos superficiais a leigos e conhecedores.
Finalmente o seu a seu dono. A João Cuña, responsável directo por quatro excelentes dias com guitarra portuguesa. Uma organização sólida, bem idealizada e melhor concretizada.
O recado.
Aproveitando o facto de estar ainda ao gatilho da escrita uma chamada de atenção àqueles que devem servir a cultura e não servir-se dela.
Este primeiro Festival Guitarra Portuguesa merecia mais, muito mais, das entidades governamentais, camarárias e privadas. Jorra euros para as Vuvuzelas, futebóis e outros disparates, similares ou não, mas pouco para a nossa cultura. Como a guitarra que tem como apelido portuguesa.
Os agricultores pedem subsídios e não é por isso que são desconsiderados enquanto profissionais. Os pescadores pedem subsídios e não é por isso que os olham de lado. A indústria é subsidiada e ninguém o contesta. Há mesmo, imagine-se, quem preconize subsídios à economia e aos bancos… E ainda não vi ninguém rir-se! Mas uma entidade de âmbito cultural, como exemplo a Guitarra Portuguesa com Futuro, é de imediato conectada como “pedinte”, pois aos olhos dos tais de subsídios passam a vida a lamuriar-se, quando passam a vida a “divertir-se”.
Eu sei, há muito, que a Cultura em Portugal, não é vista como um bem de primeira necessidade, não é vista como um gerador de riqueza, e, tristemente os seus agentes não são levados a sério. Curiosamente, todos os dados e estatísticas da EU apontam em sentido contrário, pois a Cultura emprega milhões de pessoas na Europa (mais do que a indústria automóvel, por exemplo) e encerra um enorme potencial de inovação, competitividade e criação de postos de trabalho.
Dito isto, depois de disparar numa única direcção, fica-me a “azia” de não ter visto no Teatro Lethes, em quatro dias de festival com inícios quase madrugadores, um bar aberto, uma divulgação institucional visível…
Ou será que a Câmara Municipal de Faro não se apercebeu da magnitude e importância deste evento, social e culturalmente falando?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
I Festival de Guitarra Portuguesa do Algarve já começou
E que pena não poder lá estar.
Mas as notícias vão chegando: http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=37220
Mas as notícias vão chegando: http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=37220
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mais uma fresquinha do Jorge Cravo...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXIX)
E cá está mais uma. Reparem na quantidade de telemóveis a gravar.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Para meditar...

Deparei-me com este anúncio numa separata duma revista semanal da nossa praça, abrindo a boca de espanto.
Mais do que o facto de este ano estarem convidadas figuras gradas da Canção de Coimbra, chamou-me a atenção o enorme destaque dado ao Fado em geral, e, claro, ao Fado de Lisboa mesmo nas festas dos santos populares.
E fiquei a pensar... Não só Coimbra se atrasa uma vez mais perante a UNESCO, como as festas da Lusa Atenas continuam a tratar com menoridade a sua própria música. Algum dia se procurou dar um relevo semelhante? Que eu me lembre, não!!!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Rui Lucas com o Dr. Fernando Rolim...
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















