quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Boas Férias



Uns dias de repouso... e longe dos teclados!

Como o outro administrador do blog é um bocado preguiçoso, entramos mesmo de férias por uns dias. Voltaremos no início de Setembro.

Boas Férias a todos os nossos amigos e visitantes.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

FNAC e Ovação repõem CD em comercialização


Apercebemo-nos que a FNAC e a editora Ovação repuseram comercialmente o nosso trabalho de 2007 que voltámos a encontrar nos escaparates.
Quem ainda não tiver é aproveitar por acreditarmos ir ser cada vez mais raro...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Já passou as 50.000 visualizações no Youtube


Pois é. Em pouco mais de dois anos on line onde vão já as visualizações. Olha se fosse a versão em disco, já devia ser platina.

Mais uma curiosidade: a versão dos Lácrima, colocada em 2007, já passou as ... 450.000 visualizações.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Faleceu o Dr. Ângelo Araújo


Faleceu o Dr. Ângelo Araújo, aos 90 anos, Autor da Letra e musica de muitos Fados de Coimbra conhecidos: ContosVelhinhos, Feiticeira, Santa Clara, etc. e Médico. O funeral, será amanhã, às 9 ou 9.30 em S. João da Madeira. O Dr. Ângelo Araújo, tive ainda o grato prazer de conhecer, em várias ocasiões, fosse no lançamento da sua Biografia, fosse na Homenagem em Santarém. Ficou-me a imagem de uma pessoa de bem, uma pessoa culta! Que descanse em paz.
Proponho que hoje, em sua homenagem escutemos: Feiticeira (quem nunca ouviu o Fado de Coimbra: ó meu amor, minha linda feiticeira ...) ou Contos Velhinhos (Contos Velhinos de Amor, numa noite branca e fria...)
Até sempre Sr. Dr.!
Rui Lopes

quarta-feira, 21 de julho de 2010


O nosso Alcides Sá Esteves completa hoje mais um aniversário!
Os nossos parabéns!
Que contes muitos ... e com muita saúde junto da tua entretanto acrescida família!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Crónica de Jorge Cravo no DC

Octávio Sérgio comentou este artigo da seguinte forma, o que subscrevo:
Não concordo inteiramente com o texto, no que se refere à partitura.
Primeiro: nunca a partitura poderá ser a causadora da morte do Canto de Coimbra. Ele morrerá, sim, se deixarem de haver intérpretes e criadores (renovadores) de qualidade. Que me conste, na música ligeira o reportório está praticamente todo em partitura e, no entanto, ouvem-se por aí as mais diversas versões da mesma peça. Aquela não espartilhou a criatividade.
Segundo: é um meio de preservar o património. Ainda ontem me socorri da partitura do meu Ré maior, pois resolvi recomeçar a tocá-lo e, para meu desgosto, verifiquei que já não me lembrava da execução de mais de metade da peça. Sem a partitura, não mais a tocaria, a não ser que alguém ma ensinasse! Iria acontecer o mesmo que às minhas músicas de 1965 que perdi completamente, pois não era meu hábito, na altura, transcrevê-las para partitura.
Já recebi inúmeros pedidos de partituras, de pessoas que pretendem aprender determinadas peças, e não só de minha autoria. Nem todos têm a capacidade de tirar a música de ouvido e, mesmo que consigam, nunca terá a fidelidade duma partitura. Na própria música erudita não há interpretações variadas de cada música? Até as orquestras variam a sua maneira de tocar, consoante o maestro que as orienta. A partitura não impediu a criatividade dos intérpretes.
***
Acrescento ainda considerar inadmissível a perda de muitas peças, em especial instrumentais, precisamente por não haverem sido transcritos. Mais, relativamente a alguns compositores emblemáticos como Artur Paredes, Flávio Rodrigues, Jorge Tuna, Francisco F. Martins e mesmo António Portugal e Pinho Brojo, é também de díficil compreensão não ter até agora havido apoio oficial à transcrição integral e sistemática das suas obras. O culto da Canção de Coimbra e da sua Guitarra, em especial, não se faz unicamente nesta cidade - eu quase diria, nem principalmente aí - e a "política" do segredo é já nos nossos dias manifestamente desajustada. Acresce o facto do ensino do instrumento se ter generalizado, mormente nos Conservatórios do país, estando-se assim a anquilosar uma poderosa forma da sua divulgação e culto.
JPS

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fado e folclore animam noites de Verão em Coimbra


“Serenatas de Fado” e folclore são as propostas da Turismo de Coimbra, E.M. para as “Noites de Verão em Coimbra”, programa delineado pela Empresa Municipal com o objectivo de trazer animação ao centro histórico da cidade.

Até Setembro, haverá todas as quintas-feiras actuações de fado, enquanto que às sexta-feiras a noite será de folclore.

Nove grupos de fados de Coimbra integram o programa de actuações das “Serenatas de Fado”, enquanto que os espectáculos de folclore são uma iniciativa que conta com o apoio da AFERM – Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego.


“Serenatas de Coimbra”
Datas: 15, 22 e 29 Julho5, 12, 19 e 26 de Agosto2 e 9 de Setembro

Hora:21h30

Local:Praça 8 de Maio

Programa:

15 Julho – GRUPO DE FADOS MINERVA

22 Julho – CANCIONEIRO DE COIMBRA

29 Julho – FADVOCAL

5 Agosto – GRUPO GERAÇÕS

12 Agosto – RAPOSÓDIA

19 Agosto – VERDES ANOS

26 Agosto – GRUPO DE FADOS AEMINIUM

2 Setembro – CANÇÃO DE COIMBRA



Nota do grupo: A Toada Coimbra não participa este ano nesta iniciativa por duas ordens de razões: em primeiro lugar, porque colide com as merecidas férias dos membros do grupo; em segundo lugar, porque as condições oferecidas estão nitidamente abaixo do mínimo razoável que podia ser aceite atento o facto de nós maioritariamente não residirmos em Coimbra o que faz acrescer exponencialmente as despesas.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ainda um artigo para reflectir sobre o Festival da Guitarra do Algarve


Texto de Orlando Leite – A guitarra portuguesa, cada vez mais, começa a andar na boca do mundo, sinal de que o instrumento português por excelência começa finalmente a ter outra visibilidade. Ao contrário de outros instrumentos “primos” que se popularizam além fronteiras como o cistra (cítara) grega ou do cittern inglês, a guitarra portuguesa vivia enclausurado na sua melancolia. Com o surgimento de uma nova geração de tocadores, a guitarra portuguesa tem vindo a conquistar um espaço próprio no panorama musical nacional e internacional. Em Faro, a guitarra portuguesa conheceu nova realidade com a realização de um festival, o primeiro a nível nacional.
Com início no passado dia 10 de Junho, o Festival Guitarra Portuguesa contou ao longo dos quatro dias com uma dezena de construtores – Fernando Meireles, Óscar Cardoso, Pedro Caldeira Cabral; Nuno Cristo; Fernando Silva (Fanan dos Leques); João Pessoa; José Castro de Carvalho -, tocadores – Pedro Pinto; António Eustáquio, José Alegre; Luís Marques; Marta Costa; Simon Achida, Hugo Reis, entre muitos outros – e conferencistas – José Alberto Sardinha (A Origem do Fado); Luís Penedo (as origens da guitarra e Museu do Fado) e Pedro Caldeira Cabral (origem da guitarra, fabrico e afinações).
A arte performativa teve o seu espaço com Nuno Ferreira e Tatiana Barreiros que criaram, em forma de improviso na abertura do festival, “ A Rede”, complementando-a, no encerramento do festival, com instrumentos e outros elementos alusivos à guitarra portuguesa. A poesia marcou presença no primeiro dia com Afonso Dias.
A par do “Ciclo Guitarras Portuguesas com Grandes Mestres” (Paulo Soares, Pedro Caldeira Cabral e Custódio Castelo) a atracção principal do festival foi sem dúvida a exposição “Guitarra Portuguesa com Futuro”, que o ocupava o piso superior do Teatro Lethes. Imaginativa, facultativa e inter-activa esta exposição estava dividida em seis salas, tendo como elo de ligação a temática do festival. Miguel Cuña, responsável pela concepção da exposição, foi o nosso cicerone na visita ao primeiro andar do Teatro Lethes: Não se pretendeu criar uma exposição demasiado erudita, apesar de se apresentar vários exemplares de guitarras de diferentes épocas, estilos e construtores, mas sim um projecto com o intuito de juntar artes diversificadas como por exemplo escultura, grafitti, multimédia, talha, por um objectivo comum: criar um espaço que tenha uma componente estética muito forte mas que também tenha uma utilidade e que fosse um espaço “vivo”, interactivo, com uma dinâmica multidisciplinar e performativa. Posso dar como exemplo o facto de durante os dias do festival o construtor de guitarras José Castro Carvalho, entalhador de braços de guitarras portuguesas, trabalhar ao vivo numa das salas. Outro exemplo da interacção da exposição com o público é o facto de numa das salas, sala a que decidimos chamar de “Hands”, todos os visitantes, músicos ou não, tocarem, sentirem o peso das guitarras. Essa sala de quando em vez ficará um pouco “vazia” pois as guitarras têm que sair do sítio para os músicos tocarem nas tertúlias ou no palco. A exposição além de se criar um espaço de convívio no qual pessoas se sintam à vontade para estar, participar e mesmo dar ideias, pretende que surja alguma evolução nos conceitos e métodos. Isto é, ao juntar aqui pessoas com diferentes backgrounds tanto pessoais como académicos ou apenas curiosos se contribuía para que haja um maior fluxo de informação e troca de conhecimentos, pois é da diversidade que surge a evolução.
Descemos as escadas em direcção ao auditório para se falar dos concertos de noite.
Três mestres, três maneiras diferentes de abordar a guitarra portuguesa. A vertente mais classicista e concertante marcou presença com Pedro Caldeira Cabral; Coimbra teve mais encanto nas mãos de Paulo Soares e o improviso e virtuosismo deu pelo nome de Custódio Castelo.
As Tertúlias tiveram grandes momentos, dos quais destaco: António Eustáquio com o contrabaixista Carlos Barreto, o jovem Luís Marques de técnica apuradíssima mas que se aconselha a não ser um seguidor em toda a linha de Carlos Paredes, José Alegre, Simon Achida e, para não fazer deste artigo uma coisa apenas no masculino, a tocadora Marta Costa que vem evoluindo de forma surpreendente.
Sobre as conferências destaco sem dúvida alguma a de José Alberto Sardinha que veio falar sobre o seu novo livro “ A Origem do Fado”. Esclarecedora, dirigida com frontalidade sem artefactos superficiais a leigos e conhecedores.
Finalmente o seu a seu dono. A João Cuña, responsável directo por quatro excelentes dias com guitarra portuguesa. Uma organização sólida, bem idealizada e melhor concretizada.
O recado.
Aproveitando o facto de estar ainda ao gatilho da escrita uma chamada de atenção àqueles que devem servir a cultura e não servir-se dela.
Este primeiro Festival Guitarra Portuguesa merecia mais, muito mais, das entidades governamentais, camarárias e privadas. Jorra euros para as Vuvuzelas, futebóis e outros disparates, similares ou não, mas pouco para a nossa cultura. Como a guitarra que tem como apelido portuguesa.
Os agricultores pedem subsídios e não é por isso que são desconsiderados enquanto profissionais. Os pescadores pedem subsídios e não é por isso que os olham de lado. A indústria é subsidiada e ninguém o contesta. Há mesmo, imagine-se, quem preconize subsídios à economia e aos bancos… E ainda não vi ninguém rir-se! Mas uma entidade de âmbito cultural, como exemplo a Guitarra Portuguesa com Futuro, é de imediato conectada como “pedinte”, pois aos olhos dos tais de subsídios passam a vida a lamuriar-se, quando passam a vida a “divertir-se”.
Eu sei, há muito, que a Cultura em Portugal, não é vista como um bem de primeira necessidade, não é vista como um gerador de riqueza, e, tristemente os seus agentes não são levados a sério. Curiosamente, todos os dados e estatísticas da EU apontam em sentido contrário, pois a Cultura emprega milhões de pessoas na Europa (mais do que a indústria automóvel, por exemplo) e encerra um enorme potencial de inovação, competitividade e criação de postos de trabalho.
Dito isto, depois de disparar numa única direcção, fica-me a “azia” de não ter visto no Teatro Lethes, em quatro dias de festival com inícios quase madrugadores, um bar aberto, uma divulgação institucional visível…
Ou será que a Câmara Municipal de Faro não se apercebeu da magnitude e importância deste evento, social e culturalmente falando?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais uma fresquinha do Jorge Cravo...

DC 07.06.2010

Esta dá-me particularmente jeito por abordar um assunto que tenho em estudo para uma publicação que vem aí em breve. Boa, Cravo...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Para meditar...


Deparei-me com este anúncio numa separata duma revista semanal da nossa praça, abrindo a boca de espanto.
Mais do que o facto de este ano estarem convidadas figuras gradas da Canção de Coimbra, chamou-me a atenção o enorme destaque dado ao Fado em geral, e, claro, ao Fado de Lisboa mesmo nas festas dos santos populares.
E fiquei a pensar... Não só Coimbra se atrasa uma vez mais perante a UNESCO, como as festas da Lusa Atenas continuam a tratar com menoridade a sua própria música. Algum dia se procurou dar um relevo semelhante? Que eu me lembre, não!!!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Rui Lucas com o Dr. Fernando Rolim...

... imediatamente antes do espectáculo de homenagem em Santarém. Aparece na foto também um dos filhos do homenageado.


Foto enviada pelo próprio.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Na homenagem ao Dr. Fernando Rolim, em Santarém...




"O Grupo "Raízes de Coimbra", composto pelos seguintes elementos:
Octávio Sérgio - Guitarra
José Ourives - Guitarra
Humberto Matias - Viola
Armando Luís Carvalho Homem - Viola
Rui Lucas - Voz
Mário Rovira - Voz
Heitor Lopes - Voz
Interpretaram os seguintes temas:
- Canto a Coimbra
- Senhora do Almortão
- Viagem ao acaso
- Balada de Despedida do 5 º Ano Jurídico de 1989
- Variações em Lá Menor, de José Amaral"


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Resumo do Concerto de Guitarra do passado dia 22 de Abril

E aqui fica um clip com o resumo do concerto do Duo João Paulo Sousa e João Carlos Oliveira no passado dia 22.04.2010 em Viseu, no âmbito do III Festival de Música da Primavera.

Algumas das peças serão mais tarde colocadas inteiras no Youtube.

É a primeira vez que usamos este recurso do blogger. Esperamos que gostem.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Imagens do Concerto do passado dia 22 de Abril (JPS & JCO)




A entrega de lembranças pela Dr.a Ana Paula Santana, vereadora da Cultura da CMV.

O balanço final num bar da zona histórica. Os nossos amigos do Duo Lontano e de costas a Professora Paula Sobral. E para que não haja dúvidas o nosso inefável António Vicente na sua melhor forma.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXIV)



Já há no Youtube uma verdadeira enxurrada de "filmagens" da nossa Balada na Monumental Serenata da passada quinta-feira na Sé Velha.
Vamos colocá-las aqui paulatinamente, para não enjoar.
Aliás, para começar, sai só uma meia dose!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Novo grito de revolta - Imprensa on line


Esta nossa foto já serviu para tanta coisa...
Agora é uma causa meritória, ilustrada pel'"O Conimbricense".
Falando nesta publicação, o jornal tem agora uma secção cultural a seguir com muita atenção.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Festival da Guitarra Portuguesa em Faro de 10 a 13 de Junho - O Cartaz


Uma magnífica iniciativa no Sul do páis já à entrada do Verão.
Três grandes concertos: Pedro Caldeira Cabral, Paulo Soares e Custódio Castelo.
Para quem puder, a não perder.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O nosso concerto a dois da passada Quinta-feira


Aqui fica uma primeira imagem. Como o concerto foi gravado temos a esperança de daqui a algum tempo podermos incluir um video com alguma parte do mesmo.
Foi uma experiência nova, com uma sala cheia, local muito digno mas onde faltava a reverberação natural que sempre abrilhanta a guitarra portuguesa, com tanta madeira, carpetes e cortinados.
A proximidade do público é também um pouco intimidatória, tanto mais que a pessoa mais próxima era até o próprio Presidente da edilidade.
As notas de agrado foram muitas no final embora umas peças tenham corrido melhor do que outras.
Foi com muita satisfação que registámos a presença do António Vicente, sempre crítico e exigente, que não quis deixar de estar junto de nós, e exuberante como de costume.
Experiência a repetir e que sugeriu este sub-grupo da Toada - exclusivamente instrumental -que até já tem um nome provisório "Ecos do Mondego". Acham bem ou têm uma sugestão melhor?

domingo, 25 de abril de 2010

Ainda uma participação no final do 3º FMPV




O JPS ainda vai acompanhar os seus alunos laureados no concerto deste Domingo, que encerra o 3º Festival de Música da Primavera de Viseu. Parabéns ao Diogo e ao Francisco.
Está lá também o João Afonso, um "toadinha" de segunda geração.