Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Fizemos uma apresentação pública por ocasião dos 25 anos do Curso Jurídico 85-90










Fotos de Helena Terra, Anabela Estanqueiro, Ana Carolina Cardoso, Helena Vanzeller e Manuela Caldas, a quem agradecemos com a devida vénia.

E deixamos desde já uma novidade. Estaremos presentes na Serenata dos Antigos Estudantes na Sé Velha de Coimbra no próximo dia 4 de Julho. Mais novidades em breve.

domingo, 26 de agosto de 2012

Mais uma colectânea da OVAÇÃO em que estamos representados

 Mais uma vez a editora nem nos deu nota da inserção deste nosso tema em mais uma colectânea de Fado "original" de Lisboa.
Desta vez está lá e logo a abrir o disco 5 a peça instrumental "Triste Devaneio" do disco de 2007. Não há palavras...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Do que vamos fazendo...

Está quase a surgir nas bancas um livro, versando sobre o não estudado fenómeno das Tunas estudantis em Portugal, trabalho feito em co-autoria com três grandes Amigos, os Drs. Eduardo Coelho, Ricardo Tavares e Jean Pierre Silva.





"O fenómeno, origem e história das Tunas Estudantis em Portugal. Também um olhar holístico sobre Espanha e diáspora ibérica, bem como outras latitudes onde este tipo de grupos chegou. Da década de 70 do séc. XIX a 1995, mais de 100 anos de história e estórias de uma cultura e património singulares, em cerca de 380 páginas."


O livro está prefaciado pelos Prof. Dr. Armando Carvalho Homem (Ilustre cultor da Canção de Coimbra), Rafael Asencio González (Córdoba) e Dr. António Nunes, cujos créditos justificativos são aqui perfeitamente dispensáveis.


Em breve daremos mais novidades, que também poderão ir sendo acompanhadas aqui: https://www.facebook.com/pages/QVID-TUNAE-A-Tuna-Estudantil-em-Portugal/156500637775620?sk=wall#!/profile.php?id=100003003471531

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

JOSÉ NIZA - R.I.P.

Descanse em Paz.


José Manuel Niza Antunes Mendes nasceu em Lisboa, a 16 de Setembro de 1938, e viveu em Portalegre até aos 7 anos. Fez a escola primária e o liceu em Santarém, residindo actualmente numa aldeia próxima desta cidade, Perofilho.
Desde criança foi musicalmente influenciado pela vivência familiar. Sua mãe tinha o curso de piano do Conservatório Nacional e seu bisavô - José Niza - foi compositor de mérito, em Campo Maior, tendo o seu espólio de composição musical ficado na posse do maestro e compositor Fernando Lopes Graça. A avó materna era prima direita do Dr. António Victorino de Almeida, pai do conhecido maestro, pianista e compositor do mesmo nome.
No liceu de Santarém (cidade com fortes tradições académicas) José Niza começou a aprender guitarra e viola aos 13 anos. Em 1956 e em simultâneo com David Leandro Ribeiro, ambos se matricularam na Universidade de Coimbra: José Niza em Medicina e David Leandro em Direito.
Chegados a Coimbra, foram rapidamente introduzidos no meio da guitarra coimbrã, onde então pontificava o grupo de António Portugal, Jorge Godinho, Manuel Pepe e Levy Baptista.
Ambos tiveram a sorte de conhecer e acompanhar, já em fase final dos seus cursos, os cantores da excepcional geração dos anos 50: Luiz Góes, José Afonso, Machado Soares, Fernando Rolim e Sutil Roque. Constituíram então um grupo com os violas Emanuel Maranha das Neves e João Conde Veiga.
A partir de 1959 José Niza encetou outros caminhos musicais. Em 1961, com José Cid, Proença de Carvalho, Joaquim Caixeiro e Rui Ressureição, funda a Orquestra Ligeira do Orfeon Académico, uma das melhores formações musicais da altura, a par do Quinteto Académico e do Thilo's Combo.
Com o aparecimento da bossa nova e com o ressurgimento do jazz em Coimbra, é fundado o Clube de Jazz do Orfeon Académico e constituído o seu Quarteto: Rui Ressurreição (piano, órgão e vibrafone), José Niza (guitarra eléctrica), Daniel Proença de Carvalho (viola eléctrica) e Joaquim Caixeiro (bateria). Foi a partir dessa experiência que, em Coimbra, se organizaram os primeiros festivais internacionais de jazz, por onde passaram grandes nomes da cena mundial, como Dexter Gordon e Don Byas.
Não obstante estas actividades musicais, José Niza não abandonou completamente a sua ligação ao fado e à guitarra. E, assim, com Durval Moreirinhas, gravou as duas primeiras baladas que José Afonso registou em disco, exclusivamente acompanhadas à viola.
Licenciado em Medicina em 1966, continuou em Coimbra, onde fez a sua tese de licenciatura sobre esquizofrenia, enveredando, depois, pela psiquiatria.
Em 1969 foi convidado para compor a música para dois espectáculos do CITAC: A Excepção e a Regra, de Bertold Brecht e Castelão e a Sua Época, ambos proibidos pela Censura. Ainda no mesmo ano foi mobilizado, como médico, para a guerra colonial. Nas matas do Norte de Angola, entre outras canções, compôs música para dois discos: Gente de Aqui e de Agora, que gravou em 1971, e Fala do Homem Nascido, com poemas de António Gedeão. Entretanto, em 1970, já Adriano gravara algumas canções de José Niza: Cantar de Emigração e Fala do Homem Nascido.
Regressado da guerra colonial em 1971, José Niza passou a ser responsável pela produção da editora Arnaldo Trindade, Lda. (Discos Orfeu) para onde gravavam, ou vieram a gravar, os nomes mais importantes da música popular portuguesa: José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, Sérgio Godinho, Vitorino, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Manuel Freire, Carlos Mendes, José Calvário, Duarte Mendes e muitos outros. Como produtor, ou director musical, José Niza foi responsável pela gravação de discos como Gente de Aqui e de Agora, de Adriano Correia de Oliveira (1971), Eu Vou Ser Como a Toupeira (1972), Venham Mais Cinco (1973), Coro dos Tribunais (1974) e Com as Minhas Tamanquinhas (1976) todos de José Afonso e O Guerrilheiro (1974) de Luís Cília.
Autor de muitas canções para intérpretes como Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Carlos Mendes, Duarte Mendes, Tonicha, Teresa Silva Carvalho, Vitorino, Janita Salomé, Rui Veloso, Samuel e muitos outros (para além dos cantores de Coimbra), José Niza ganhou quatro Festivais RTP da Canção. Foi o autor da letra da canção E Depois do Adeus, "senha" musical para o Movimento das Forças Armadas na noite de 24 de Abril (juntamente com Grândola Vila Morena, de José Afonso).
Deputado em muitas legislaturas, José Niza foi autor, ou co-autor, de diversas iniciativas e diplomas legislativos: Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos, Lei de Protecção da Música Portuguesa, Redução do Imposto sobre Importação de Instrumentos musicais, etc.

IN: http://www.macua.org/biografias/joseniza.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Professor russo compõe ópera inspirada no fado de Coimbra (Portal do Fado)

"A ópera "Evgueni Zavoiskii ou a Época da Ressonância Paradoxal", inspirada no fado de Coimbra, estreou 5ª feira na cidade de Kazan, capital da Tartária, república da Federação da Rússia. A obra musical foi composta por Nikolai Silkin, professor de electrotecnia quântica e radioespetrologia da Universade de Kazan.A ópera começa ao som do "Fado fadinho" interpretado por Lolita Torres, mas toda a obra é composta tendo a canção tradicional portuguesa como modelo.Eduard Treskin, Artista do Povo da Rússia e encenador da obra, afirmou, em declarações à agência Tatar-inform, que "Kazan pode transformar-se num dos centros da ópera-fado, porque aqui está concentrado um riquíssimo folclore de cientistas e estudantes".O texto da ópera foi escrito com base no folclore de estudantes e professores de universidades russas como as de Moscovo, Kazan e São Petersburgo e a sua inspiração na tradição coimbrã tem a ver com o facto da cidade portuguesa ter também um importante centro universitário.O compositor Nikolai Silkin revela que o inspirador da sua obra foi o cientista Evgueni Zavoiskii, o descobridor do fenómeno da ressonância paramagnética eletrónica, um dos criadores da bomba atómica soviética e criador do transformador eletro-ótico."

In: http://www.portaldofado.net/content/view/2480/67/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Participação em mais uma colectânea



Edição Ovação de Abril passado.


"Inspirados pela campanha da candidatura do Fado a Património da Humanidade, apresentamos este projecto com distribuição garantida para todo o mundo.Numa embalagem atraente, os 4 Cds que a compõem estão classificados por «Vozes Femininas», «Vozes Masculinas», «Fado de Coimbra» e «Fado de Lisboa». Conseguimos reunir assim nas diversas vertentes as grandes vozes e os nomes maiores do Fado.Uma compilação inédita a um preço surpreendente!"


Estamos incluídos no disco 3 através da faixa "Trova das Capas", do disco de 2007.

Lamentavelmente, e uma vez mais, a editora nem se dignou informar-nos da edição ou da inclusão. "O Tempora o Mores"...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Notícias pelo Rui Lopes

Caros amigos e amigas,

No próximo dia 7 de Maio, às 14.30, integrado na "Requeima", promovida pela Rede UC, a LIGA DOS AMIGOS DO MUSEU ACADÉMICO DE COIMBRA - LIMAUC, promove uma visita guiada ao Museu Académico de Coimbra, haverá também, no Museu Académico de Coimbra, um momento da Canção de Coimbra com o Grupo "Raízes de Coimbra" constituído por:
OCTÁVIO SÉRGIO - GUITARRA
ALCIDES FREIXO - GUITARRA
RUI PATO - VIOLA
HUMBERTO MATIAS - VIOLA
ARMANDO LUÍS CARVALHO HOMEM - VIOLA
RUI LUCAS - VOZ
MÁRIO ROVIRA - VOZ
HEITOR LOPES - VOZ

O MUSEU ACADÉMICO É NO PRIMEIRO PISO DO COLÉGIO DE S. JERÓNIMO.

Compareçam e divulguem

Saudações Académicas

Rui Lopes

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cartaz do 4º Festival de Música da Primavera de Viseu


... que começou já ontem.
Este ano a participação pelo João Paulo Sousa é menor que no ano passado restringindo-se a um ensemble no Concerto dos Professores, no próximo Domingo. Vai tocar-se um tema do Ennio Morricone, vejam lá.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Rotunda Artur Paredes em Coimbra

Muito merecidamente Artur Paredes vê finalmente o seu nome reflectido na toponímia de Coimbra.


Mas não se tratará dum erro de "casting"?
Afinal de contas, "Movimento Perpétuo" pertence ao seu filho, Carlos Paredes.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Última Hora - RIP

O António Vicente sofreu hoje a perda duma familiar muito próxima, vitimada por doença prolongada.
Muito nossa amiga, admirada e estimada por nós.
A toda a família as nossas mais sinceras condolências.
Cerimónias fúnebres amanhã, dia 6, pelas 13.30 na Igreja de S. José (Coimbra) seguindo o féretro seguidamente para Condeixa, onde será supultada.
RIP