Enquanto aguardamos para breve mais novidades sobre a Toada e para este fim-de-semana prolongado aqui deixamos dois videos do elemento do grupo João Paulo Sousa na sua actividade com a cantora popular Isabel Silvestre.
"Charamba" - música popular açoriana
"Rabela de Vilarinho" - popular de Dão Lafões
Grupo de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã" =Blog Oficial= História, notícias, contactos e informações gerais
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
CRÓNICAS DE CIMA DO PALCO – (CARTAXO 12.09.2009)

Evocar Zeca Afonso é sempre uma responsabilidade por tudo o que ele significa para a Canção de Coimbra – por tudo o que ele construiu e por tudo o que ele destruiu.
Além do mais, este regresso ao Cartaxo onde anualmente se pratica este acto de enorme dignidade também só podia ser encarado com orgulho pela repetição da presença que já ali tínhamos tido em 2003, então ainda a seis.
Desta vez no recente Centro Cultural, dotado de interessantes arquitectura e funcionalidades, fomos uma vez mais fraternalmente recebidos pelo mestre-de-cerimónias, o Sr. Portela, que uma vez mais nos fez sentir em casa.
Também o Presidente da edilidade, o Dr. Paulo Caldas, nos fez sentir o calor deste feliz regresso.
Tivemos um teste de som complicado apesar da óptima qualidade dos técnicos sobretudo talvez pela pressão das horas a que o mesmo foi feito, seguido de um jantar talvez já um pouco apressado.
O público foi muito caloroso na meia hora que nos foi atribuída – cremos que igualmente o terá sido para os restantes grupos participantes – reagindo sobretudo, e curiosamente, quer nos temas de autoria do próprio Zeca quer na nossa balada de 89 com que encerrámos a participação.
Estruturámos o programa começando com “meia” Balada do Mondego, que o nosso amigo Octávio Sérgio executou magistralmente no célebre concerto do Coliseu (82), passando por fados clássicos com que José Afonso abraçou e se reconciliou com a Canção de Coimbra (“Contos Velhinhos” e “Saudades de Coimbra”), por temas de sua autoria (“Traz outro amigo também” e “Menino D’ Oiro”), por temas de seus contemporâneos (“Capa Negra, Rosa Negra”), por temas posteriores que o homenagearam (“Canto a Coimbra”), concluindo com a Balada de 89 em que quisemos deixar uma imagem impressiva da própria identidade do grupo. Atento o tempo disponível, e que mesmo assim excedemos, foi cortado o “Vira de Coimbra” que também fazia parte do alinhamento.
Curioso e amigável também o período que passámos com esse ícone da música popular e de intervenção portuguesa, Pedro Barroso, cuja simpatia e cordialidade não podemos deixar de registar e de quem ouvimos algumas interessantíssimas “estórias”. Por fim, o reencontro com outro grande da música de Coimbra, Luís Filipe Roxo, actualmente radicado no Cartaxo. Dedica-se nesta altura exclusivamente à sua actividade de guitarreiro – tivemos oportunidade de já noite alta visitar a sua oficina e ver e tocar, por exemplo, as guitarras que neste momento está a acabar para José Ourives e Octávio Sérgio. A sua discrição é impressionante. Quem diria que ali está quem tantas vezes acompanhou todos os grandes juntamente sobretudo com António Portugal e Pinho Brojo em trabalhos, por exemplo, como os “Tempos de Coimbra”. Foi bom ouvir da sua boca tanto conhecimento, experiência e sabedoria. Mais um amigo firme a quem regressaremos sempre que possível.
Além do mais, este regresso ao Cartaxo onde anualmente se pratica este acto de enorme dignidade também só podia ser encarado com orgulho pela repetição da presença que já ali tínhamos tido em 2003, então ainda a seis.
Desta vez no recente Centro Cultural, dotado de interessantes arquitectura e funcionalidades, fomos uma vez mais fraternalmente recebidos pelo mestre-de-cerimónias, o Sr. Portela, que uma vez mais nos fez sentir em casa.
Também o Presidente da edilidade, o Dr. Paulo Caldas, nos fez sentir o calor deste feliz regresso.
Tivemos um teste de som complicado apesar da óptima qualidade dos técnicos sobretudo talvez pela pressão das horas a que o mesmo foi feito, seguido de um jantar talvez já um pouco apressado.
O público foi muito caloroso na meia hora que nos foi atribuída – cremos que igualmente o terá sido para os restantes grupos participantes – reagindo sobretudo, e curiosamente, quer nos temas de autoria do próprio Zeca quer na nossa balada de 89 com que encerrámos a participação.
Estruturámos o programa começando com “meia” Balada do Mondego, que o nosso amigo Octávio Sérgio executou magistralmente no célebre concerto do Coliseu (82), passando por fados clássicos com que José Afonso abraçou e se reconciliou com a Canção de Coimbra (“Contos Velhinhos” e “Saudades de Coimbra”), por temas de sua autoria (“Traz outro amigo também” e “Menino D’ Oiro”), por temas de seus contemporâneos (“Capa Negra, Rosa Negra”), por temas posteriores que o homenagearam (“Canto a Coimbra”), concluindo com a Balada de 89 em que quisemos deixar uma imagem impressiva da própria identidade do grupo. Atento o tempo disponível, e que mesmo assim excedemos, foi cortado o “Vira de Coimbra” que também fazia parte do alinhamento.
Curioso e amigável também o período que passámos com esse ícone da música popular e de intervenção portuguesa, Pedro Barroso, cuja simpatia e cordialidade não podemos deixar de registar e de quem ouvimos algumas interessantíssimas “estórias”. Por fim, o reencontro com outro grande da música de Coimbra, Luís Filipe Roxo, actualmente radicado no Cartaxo. Dedica-se nesta altura exclusivamente à sua actividade de guitarreiro – tivemos oportunidade de já noite alta visitar a sua oficina e ver e tocar, por exemplo, as guitarras que neste momento está a acabar para José Ourives e Octávio Sérgio. A sua discrição é impressionante. Quem diria que ali está quem tantas vezes acompanhou todos os grandes juntamente sobretudo com António Portugal e Pinho Brojo em trabalhos, por exemplo, como os “Tempos de Coimbra”. Foi bom ouvir da sua boca tanto conhecimento, experiência e sabedoria. Mais um amigo firme a quem regressaremos sempre que possível.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cartaxo, a evocação a Zeca Afonso é já amanhã
Já em 2003 participámos nesta evoção feita anualmente a Zeca Afonso pelo Município do Cartaxo, num espectáculo que nos parece especialmente interessante e teve nesse ano a presença do cantautor Samuel.

Este ano estamos de regresso ao Cartaxo com enorme prazer.
Apareçam e compareçam que vale a pena.
Até amanhã, então.

Este ano estamos de regresso ao Cartaxo com enorme prazer.
Apareçam e compareçam que vale a pena.
Até amanhã, então.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Adaptação à Canção de Coimbra da famosa peça de John Cage 4` 33``
Estamos a pensar fazer uma adaptação desta famosa peça para a Canção de Coimbra.
Abaixo um video da mesma executada pelo GVSU New Music Ensemble.
Que acham? Qual a vossa opinião? é de avançar?
Abaixo um video da mesma executada pelo GVSU New Music Ensemble.
Que acham? Qual a vossa opinião? é de avançar?
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Paulo Soares - "A Guitarra e a Universidade de Coimbra" - novo trabalho discográfico
Já se encontra nos escaparates - ou provavelmente e mais rapidamente se encomendado junto do autor (o link está aqui mesmo ao lado) - o novíssimo trabalho de Paulo Soares, vulgo Jojó, intitulado "A Guitarra e a Universidade de Coimbra".
É uma antologia de peças da Guitarra de Coimbra, verdadeira historiografia de temas emblemáticos, acrescida de algum interessantíssimos originais do genial guitarrista.
Será indispensável na audioteca de qualquer interessado neste tipo de música e de instrumento.
Tem também um texto explicativo em diversas línguas bem como uma série de fotografias ilustrativas da simbiose da guitarra com a Universidade de Coimbra.
Comprem e ouçam porque vale a pena.
Ao Autor e nosso amigo os parabéns pela obra e os nossos votos de sucesso artístico e comercial.
Publicada por
OMEGA
à(s)
quarta-feira, junho 17, 2009
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Amigos,
Autores,
Compilações,
Guitarradas,
Música,
Notícias,
Opinião,
Universidade
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
João Paulo Sousa e André Cardoso no Concerto da Primavera - 26.04.2009 - Aula Magna do IPV (II)
"Variações em Mi menor" (Artur Paredes)
Guitarra Portuguesa - João Paulo Sousa
Guitarra Clássica - André Cardoso
A captação das imagens é de Nuno Silva.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
João Paulo Sousa e André Cardoso no Concerto da Primavera - 26.04.2009 - Aula Magna do IPV
Concerto dos Professores do Conservatório Regional Dr. Azeredo Perdigão.
2º Festival de Música da Primavera de Viseu
Aula Magna do IPV - 26.04.2009
"Balada da Oliveira" (Pedro Caldeira Cabral)
Guitarra Portuguesa - João Paulo Sousa
Guitarra Clássica - André Cardoso
A captação das imagens é de Jorge Mira Marques, a quem pertence a guitarra clássica utilizada nesta apresentação.

André Cardoso nasceu em Coimbra em 1980. Frequentou o Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. Azeredo Perdigão onde estudou guitarra clássica com os professores Paula Sobral e Christhopher Lyall.
Mais tarde ingressou na Universidade de Aveiro no curso de Licenciatura em Ensino de Música no instrumento específico de guitarra clássica.
Teve como professores de guitarra clássica Josef Zshapka e Paulo Vaz de Carvalho. Na disciplina de música de câmara estudou com o professor António Chagas Rosa e também com Fausto Neves e Helena Marinho.
Participou em cursos de guitarra clássica e música de câmara orientados por Paulo Vaz de Carvalho, Christhopher Lyall, Timothy Walker, Olga Prats, Betho Davezac, Roberto Aussel, Carlo Marchione e Judicael Perroy
Nestes últimos anos, tem-se apresentado variadas vezes, um pouco por todo o país, a solo e em agrupamentos de música de câmara com variadas formações, cruzando-se com instrumentos como flauta transversal, violino, contrabaixo, acordeão, saxofone, canto, piano, guitarra portuguesa, duo de guitarras, quarteto de guitarras, orquestra de guitarras.
Gravou para a RDP Antena 2 no ‘Síntese’ - Festival de música contemporânea da Guarda.
Foi solista, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando o concerto de Joaquin Rodrigo, Fantasia para un Gentilhombre no 1º Festival de Música de Viseu.
Tocou no 10º Concurso e Festival Internacional de guitarra clássica de Sernancelhe com o octeto de guitarras ‘Acorde Ensemble’.
Participou em variadas obras teatrais como compositor, intérprete musical e também como actor.
Leccionou a disciplina de guitarra clássica e expressão musical em variadas escolas entre elas a Riff-Aveiro, a Academia de Música de Lamego e o Conservatório de Música de Águeda. Desde 2004, que é docente de guitarra clássica no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão em Viseu.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Ainda a propósito do II Festival de Música da Primavera de Viseu (III)
Concerto dos laureados do II concurso de Instrumentistas do Conservatório Regional Azeredo Perdigão de Viseu realizado no Teatro Viriato em 19.04.2009.
O Solista, Francisco Oliveira, pertence ao I Grau do Ensino Articulado.
E tem pernas para andar...
Peça: Valsa Triste (G. Paredes)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Ainda a propósito do II Festival de Música da Primavera de Viseu (II)
Concerto dos laureados do II concurso de Instrumentistas do Conservatório Regional Azeredo Perdigão de Viseu realizado no Teatro Viriato em 19.04.2009.
O Solista pertence à Iniciação I, tendo ganho nesta ocasião o prémio do público para a sua categoria (A e B - alunos até aos 10 anos).O jovem Diogo Lopes, aluno do João Paulo Sousa que o acompanha neste video, promete muito...
Peça: Aguarela Portuguesa (António Portugal)
terça-feira, 10 de março de 2009
Quem nos Canta - GFGUCP - "Reserva 97"
Outra vez via blog do Mestre Octávio Sérgio a notícia de nova edição discográfica incluindo temas da nossa autoria.
Uma vez mais com origem no Porto, desta vez o Grupo de Fados e Guitarradas da Universidade Católica Portuguesa com um trabalho intitulado "Reserva 97".
Este trabalho contém outra versão da "Balada do 5º Ano Jurídico 88/89" a que acresce ainda desta vez o tema "Alta Noite na Sé Velha". A esta escolha não será seguramente alheio o facto da participação como convidado do nosso amigo Dr. Paulo Sousa, médico-dentista actualmente a exercer a sua actividade profissional em Viseu e que já por várias vezes a interpretou na Serenata Monumental da Queima do Porto.
Ainda não tivemos oportunidade de ouvir o trabalho mas novidades destas serão sempre boas.
Felicidades a todos os responsáveis por mais este trabalho.


Uma vez mais com origem no Porto, desta vez o Grupo de Fados e Guitarradas da Universidade Católica Portuguesa com um trabalho intitulado "Reserva 97".
Este trabalho contém outra versão da "Balada do 5º Ano Jurídico 88/89" a que acresce ainda desta vez o tema "Alta Noite na Sé Velha". A esta escolha não será seguramente alheio o facto da participação como convidado do nosso amigo Dr. Paulo Sousa, médico-dentista actualmente a exercer a sua actividade profissional em Viseu e que já por várias vezes a interpretou na Serenata Monumental da Queima do Porto.
Ainda não tivemos oportunidade de ouvir o trabalho mas novidades destas serão sempre boas.
Felicidades a todos os responsáveis por mais este trabalho.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Compilação Fado Capital - Ovação

Tomámos agora conhecimento da edição pela Ovação duma colectânea denominada "Fado Capital" com o subtítulo "A essência do Fado de A a Z" composta por uma caixa com dez CD's.
Curiosa a organização da mesma e o seu critério: a ordem alfabética dos interpretes nela constante. Vá lá que ficámos em menos má companhia...
Estamos representados pelo tema Fado do Adeus (Penedo), constante do CD de 2008.

Nota de curiosidade: O grupo ignorava em absoluto a nossa inclusão nesta colectânea, não tendo sido consultado para o efeito.
Curiosa a organização da mesma e o seu critério: a ordem alfabética dos interpretes nela constante. Vá lá que ficámos em menos má companhia...
Estamos representados pelo tema Fado do Adeus (Penedo), constante do CD de 2008.
Nota de curiosidade: O grupo ignorava em absoluto a nossa inclusão nesta colectânea, não tendo sido consultado para o efeito.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Europália 91 - Bélgica - Alguns Documentos
Um dos marcos importantes da vida do Grupo Toada Coimbrã foi a participação na Europália 91, Bélgica, no mês de Outubro, a convite da organização local. Esta edição era dedicada a Portugal.
Este blog foi até ao presente momento praticamente omisso quanto a isto. Por isso, nos próximos dias colocaremos alguns documentos relativos a esta digressão. Mais tarde serão também colocadas algumas fotos desta ocasião que nos levou a Bruxelas, Gent, Zolder, St. Niklaas e Waregen, de uma forma muito compensadora tanto mais que o público era eminentemente estrangeiro.

Catálogo geral do evento, com a agenda. É, porém, certo que outros espectáculos foram feitos e que aqui ainda não constavam.
Um dos concertos.
Brochura relativa ao que foi uma novidade para nós: um Concerto Aperitivo às 11 horas da manhã ... com as dificuldades acrescidas para os cantores e uma viagem de mais de 100 Km feita nessa mesma manhã. Mas o público, mais uma vez, compensou tudo. Em Zolder, uma cidade mais conhecida pelo seu circuito de velocidade e onde em tempos se realizava o Grande Prémio de F1 da Bélgica.
Este blog foi até ao presente momento praticamente omisso quanto a isto. Por isso, nos próximos dias colocaremos alguns documentos relativos a esta digressão. Mais tarde serão também colocadas algumas fotos desta ocasião que nos levou a Bruxelas, Gent, Zolder, St. Niklaas e Waregen, de uma forma muito compensadora tanto mais que o público era eminentemente estrangeiro.

Catálogo geral do evento, com a agenda. É, porém, certo que outros espectáculos foram feitos e que aqui ainda não constavam.
Um dos concertos.
Brochura relativa ao que foi uma novidade para nós: um Concerto Aperitivo às 11 horas da manhã ... com as dificuldades acrescidas para os cantores e uma viagem de mais de 100 Km feita nessa mesma manhã. Mas o público, mais uma vez, compensou tudo. Em Zolder, uma cidade mais conhecida pelo seu circuito de velocidade e onde em tempos se realizava o Grande Prémio de F1 da Bélgica.E. RL
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
João Paulo Sousa e João Carlos Oliveira - Concerto da Primavera - Teatro Viriato, Viseu, 24.03.2007 (IV)
Ainda o Concerto de Março de 2007.Aqui a versão executada de "Maio de 78" de Jorge Gomes.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
João Paulo Sousa e João Carlos Oliveira - Concerto da Primavera - Teatro Viriato, Viseu, 24.03.2007 (III)
Desta vez, no Concerto de Março de 2007.
Aqui a versão executada de "Canção" de Carlos Paredes.
Aqui a versão executada de "Canção" de Carlos Paredes.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Quem nos canta - Antigos Orfeonistas de Coimbra (Grupo de Fados) - "100 Anos Fado de Coimbra"
Mais um trabalho - e que trabalho - a englobar nova versão da Balada de Despedida do 5º Ano Jurídico de 1989.
Este duplo CD procura ser uma Antologia do Fado de Coimbra englobando mais de cem anos, com temas tocados e interpretados pelas vozes dos elementos dos Antigos Orfeonistas de Coimbra.
Em boa verdade quase poderíamos dizer estarmos perante um "Tempos de Coimbra" nº 2.
Este trabalho contém um livro com 52 páginas sobre os intérpretes bem como fichas individuais sobre cada um dos temas executados.
Quanto à nossa balada (CD 2, faixa 17), a novidade da não repetição do primeiro refrão bem como o facto do tema ser interpretado exclusivamente por José Daniel Vilhena, com ausência de coros.
Apesar do empenho, a ficha supra sofre de algumas incorrecções, sobre as quais já falámos com quem de Direito, tendo-nos sido prometida a devida correcção em edições subsequentes. Já agora, leitor habitual deste blog, consegue descobrir onde estão os erros?
Este duplo CD procura ser uma Antologia do Fado de Coimbra englobando mais de cem anos, com temas tocados e interpretados pelas vozes dos elementos dos Antigos Orfeonistas de Coimbra.
Em boa verdade quase poderíamos dizer estarmos perante um "Tempos de Coimbra" nº 2.
Acima, a capa e contracapa do CD, com a referência p-a 33808, e de cujas vendas reverterá parte dos lucros para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, o que já de si é profundamente meritório.
Abaixo um video promocional sobre este trabalho da autoria de um dos elementos dos Antigos Orfeonistas, Heinz Frieden, e já divulgado por Octávio Sérgio no seu blog.
Este trabalho contém um livro com 52 páginas sobre os intérpretes bem como fichas individuais sobre cada um dos temas executados.Quanto à nossa balada (CD 2, faixa 17), a novidade da não repetição do primeiro refrão bem como o facto do tema ser interpretado exclusivamente por José Daniel Vilhena, com ausência de coros.
Apesar do empenho, a ficha supra sofre de algumas incorrecções, sobre as quais já falámos com quem de Direito, tendo-nos sido prometida a devida correcção em edições subsequentes. Já agora, leitor habitual deste blog, consegue descobrir onde estão os erros?
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Quem cantamos - Os Nossos Autores - Zeca Afonso
O nosso querido e "transversal" Zeca Afonso.
O grupo executa regularmente vários temas da sua autoria ou que foram por ele soberbamente interpretados como são o caso de "Tráz outro amigo também", "Canção de Embalar", "Do Choupal até à Lapa", etc.
Não temos a pretensão de historiar aqui a biografia deste mito da música. Podem ser encontradas muitas informações na Internet, sugerindo nós aqui a consulta deste site (e blog anexo ali mencionado): http://www.aja.pt/
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Outra do Baú da Memória - "Alta Noite na Sé Velha" na Serenata Monumental de 1989
Mais uma raridade que aqui trazemos: a execução de "Alta Noite na Sé Velha" na Serenata Monumental da Queima das Fitas de Coimbra de 1989.
Tantas recordações no reviver daqueles momentos...
Publicada por
OMEGA
à(s)
quinta-feira, outubro 09, 2008
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Coimbra,
curiosidades,
Lembranças,
Música,
Queima das Fitas,
Serenata,
Video
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Quem tocamos - Os Nossos Autores - Carlos Paredes
Figura incontornável da composição e execução musical da guitarra portuguesa num pequeno documentário como outros tantos existentes na internet. A sua técnica é inconfundivelmente de Coimbra se bem que boa parte da sua música o não seja. Pegou no legado de seu pai, Artur Paredes, e outros ancestrais, Gonçalo e Manuel Paredes, elevando a guitarra ao expoente máximo.
A "Toada Coimbrã" executa regularmente, entre outras:
- "Canção Verdes Anos"
- "Canção"
- "Melodia nº2"
- "Canto do Amor"
- "Canto do Rio"
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Quem nos canta - O Grupo de Fados de Bragança - VIA LATINA

Já havíamos, em tempos, dado notícia deste trabalho que inclui uma versão da Balada de Despedida de 89. Porém, a verdade é que, só agora, tal registo entrou no circuito comercial, do que nos foi dado nota (com a oferta de um exemplar) pelo próprio Via Latina. Também aí, uma conduta exemplar que nos apraz registar e que penhoradamente agradecemos.



Dadas as especiais condições (humanas e geográficas)desta edição cumpre dizer que o mesmo encerra um Amor incondicional a Coimbra e à sua música. Como pode ver-se no próprio site do grupo, apenas um dos seus elementos teve ligação efectiva e presencial com a Lusa Atenas, o Dr. Jorge Poço, que aí cursou Medicina e foi aluno de guitarra na Secção de Fado da AAC com Jorge Gomes. Todos os restantes sempre cultivaram essa paixão à distância afirmando que, desde a década de 60, Bragança sempre foi uma "pequena Coimbra" reproduzindo praxes e costumes com o máximo rigor, incluindo o uso da capa e batina no seu Liceu e, obviamente, a sua música.
O CD tem um som etéreo e reverberativo que pessoalmente me agrada e comporta uma viagem por diversas fases da Canção de Coimbra. É também notória a reprodução da estética interpretativa em uso até à década de 70.
Para além dos fados e guitarradas clássicos comporta ainda um original do seu Guitarrista Gilberto Carvalho, curiosamente chamado "Balada para um Amor Perdido" (o adjectivo é aqui aplicado por o nosso último CD incluir a "Trova de um Amor Perdido").
Quanto à versão da nossa Balada de 89 que encerra o trabalho, com tudo o que isso significa, denota cuidada preocupação. Relativamente ao original demarca-se através de algumas alterações harmónicas e sobretudo na execução num ritmo mais pausado e por isso, ainda mais emotivo. Tendo a faixa a duração de 6.08 minutos torna-se isto mais evidente dizendo que as nossas versões estão preparadas para durar entre 4.54 e 5.05 minutos.
Em suma, um louvável esforço ao qual desejamos as maiores felicidades e sucesso, bem como longa vida ao grupo Via Latina.
João Paulo Sousa
Subscrever:
Mensagens (Atom)





