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segunda-feira, 22 de março de 2010

Ainda não é hora de falarmos disto, mas lá vamos adiantando...

Jornal do Centro 19.03.2010
Alguns lapsos num jornal local que já tinha obrigação de os não cometer. Óbviamente não será um concerto de guitarra clássica mas antes, e em separado, com momentos de guitarra clássica e outros de guitarra portuguesa. Depois porque o JPS não é director do Conservatório Regional de Viseu (é o José Carlos Sousa, um querido amigo) apenas lá dando aulas. Os pormenores virão dentro de momentos porque ainda há bastante para aqui colocar antes disso.

terça-feira, 2 de março de 2010

Mais uma do Jorge Cravo no DC

Diário de Coimbra de 01.03.2010

Mera nota explicativa e despretenciosa: a translacção que se fez da denominação "fado" da música de Lisboa para Coimbra teria sobretudo a ver com uma das suas características intrínsecas - o facto de ter uma base melódica constante à qual poderiam ser sobrepostas letras diferentes, ou seja, a mesma música poderia ser cantada com diferentes poemas.
Esta característica verificou-se em ambos os géneros musicais. Se ainda hoje continua a ser comum no Fado de Lisboa, é actualmente rara ou inexistente na música de Coimbra. Também por isso muitos dos seus cultores e estudiosos se afastaram da tal nomenclatura de base para identificação da música de Coimbra no seu todo, por ser redutora. Existirão assim nesta última, a par do tradicional fado, outros géneros musicais ali não enquadráveis.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

“Obras-primas” de Carlos Paredes recordam aniversário do artista




Antigos companheiros improvisaram peças nas guitarras que o músico deixou à cidade onde nasceu há 85 anos.
Seis anos depois da morte de Carlos Paredes, amigos e antigos companheiros reuniram-se ontem para evocar o artista, aproveitando a data que assinala o aniversário do mestre da guitarra portuguesa, nascido em Coimbra a 16 de Fevereiro de 1925.
As duas guitarras que o músico deixou à cidade voltaram a fazer-se ouvir, através do mestre Jorge Gomes, que contou um pouco da história dos instrumentos. «São duas guitarras únicas, fruto do trabalho de Artur Paredes, iniciado em 1920 até à sua morte», explicou o músico, que acompanhou o pai de Carlos Paredes. «A constante audição do aparelho, o diálogo com o construtor, e a procura deste em encontrar novos sons no instrumento, de acordo com a vontade do guitarrista, tornam-nas obras-primas», continuou, antes de chamar alguns antigos alunos da Escola de Guitarra de Artur Paredes para experimentarem um improviso.
Manuel Ribeiro não tocava há 32 anos, mas ontem aceitou o desafio de acompanhar o antigo professor, e dedilhar uma das guitarras do mestre, recordando uma Variação em Ré maior número dois, de Artur Paredes. «Isto é uma maravilha, até ensina a tocar», exclamava, contente, antes de dar o lugar a um dos mais novos alunos de Jorge Gomes, responsável pela Escola de Fado da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.
«Quero que experimentes, porque é uma oportunidade única», incentivava Jorge Gomes. Construídas com «a pontuação bastante saliente para permitir a execução, estas são guitarras irrepetíveis», garantia o professor.
No museu Edifício Chiado, a homenagem aos artistas, pai e filho, apesar de singela, teve casa cheia a provar que a cidade ainda não esqueceu dois dos maiores vultos do fado/canção de Coimbra.
«Espero que a autarquia saiba a grandeza da responsabilidade que é ter à guarda estes instrumentos, a nível de conservação, manutenção e restauro», deixou o mestre Jorge Gomes.
Artigo de Sofia Piçarra, DC 18.02.2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Jorge Cravo - Nova crónica... e com um apport nosso...

Diário de Coimbra de 15.02.2010.


Jorge Cravo levanta aqui uma questão que já começa a ter barbas.
Mas que é também uma "pescadinha de rabo na boca..." Primeiro, porque se confunde profissionalização com profissionalismo (atente-se, não é o caso do Cravo nem da crónica em questão). Existem entre os grupos de Coimbra belíssimos exemplos de profissionalismo - entenda-se, competência e rigor - sem necessidade de profissionalização dos intérpretes. Por outro lado, sobejam também os ditos "profissionais" (alguns a que não se conhecem outras actividades profissionais) que abastardalhando sucessivamente a Canção de Coimbra na forma e no conteúdo por razões ditas comerciais, se vendem por ainda menos que um prato de lentilhas.
Depois porque é a própria cidade e as suas entidades a criar entraves inimagináveis: esta semana não vamos ter um espectáculo em Coimbra, imagine-se, porque passamos recibos verdes e não facturas. Todas as questões logísticas e de compensação financeira foram acordadas. Problema? A organização queria uma factura (mesmo estando em causa um pagamento imediato e, portanto, contabilisticamente, uma venda a dinheiro) que não podemos passar por não estar constituídos enquanto pessoa colectiva, não aceitando os comuns recibos verdes (com o mesmo valor contabilístico). Ah, só mais um pormenor: a entidade contratante é um departamento da Universidade de Coimbra. Dispensamo-nos de mais qualquer comentário.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

segunda-feira, 1 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

Diário Regional de Viseu do dia 28.04.2009

Apenas uma nota demonstrativa da imprensa que temos. O repórter não esteve lá, a fotografia é de arquivo e não retrata Viseu, seguramente.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Diário Regional de Viseu de 27.04.2009

Artigo do dia subsequente à Serenata em Viseu. Como é normal nestes casos atenta a hora a que a mesma se realiza, não há fotografias. Neste caso ressalva a obediência séria ao cartaz divulgado em que o jornalista nem se preocupa em passar os seus textos pelo corrector ortográfico.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Jornal de Coimbra de 07.10.1992

Dos numerosos amigos que fizemos destacamos aqui hoje o Dr. Pedroso de Lima, antigo Governador Civil de Coimbra. No exercício daquele cargo sempre tivemos o apoio incondicional desta personalidade, que chegou inclusivamente a cantar connosco como documenta a primeira página do mencionado periódico.
No espectáculo em questão refira-se ainda a presença de outra figura típica de Coimbra, que também nos acompanhou algumas vezes, o Vítor Sá, presença habitual dos nossos tempos no já referido Bar 1910 e, desde alguns anos a esta parte, na conhecida Diligência.

E.RL