Grupo de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã" =Blog Oficial= História, notícias, contactos e informações gerais
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Mais uma colectânea da OVAÇÃO em que estamos representados
Desta vez está lá e logo a abrir o disco 5 a peça instrumental "Triste Devaneio" do disco de 2007. Não há palavras...
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Improviso
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Video da "Variações em Lá menor" (A. Paredes) - Viseu 03.04.2011
A única piada do video é mesmo a ambulância a passar lá pelo meio...
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Video da "Balada do Mondego" na Serenata Monumental de Viseu 2011
Pode ser visto em HD, bastando clicar na respectiva opção
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
"Variações em Ré menor nº 1" (Artur Paredes)
E aqui ficam as sacrossantas "Variações em Ré menor" de Artur Paredes que acompanharam quase totalmente a vida do grupo e concluem aqui a selecção que fizemos daquele espectáculo de 1991. É pena o ruído de fundo. Apesar de muitos guitarristas o não admitirem continua a ser o padrão de aferição comparativo nos instrumentistas da Guitarra de Coimbra. E a peça em si, apesar de tão ouvida, será sempre genial.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Video de 1991 - Prendinha de Ano Novo
E aqui vos deixamos o primeiro de vários videos dum espectáculo de 1991 agora reconvertidos para formatos mais actuais e que serão aqui divulgados. Pena a captação do som não ter então sido directa mas através do som de sala o que aumenta consideravelmente o ruído de fundo.
Este espectáculo realizou-se em Setembro de 1991, no Pavilhão C da Feira de S. Mateus, em Viseu, no âmbito do Mês da Juventude. Aspecto de nota foi nele termos tido a colaboração do Paulo Saraiva, por indisponibilidade do Alcides.
Aqui uma versão dos "Cantares Portugueses" de Artur Paredes, mais conhecidos como Raposódia nº 2.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Especial Jorge Cravo (DC) sobre o IV Encontro Internacional da Guitarra Portuguesa
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Do que fomos fazendo...
Da minha parte tive uma curiosa aventura no Fado de Lisboa em Agosto cujo video ainda estou a tentar encontrar.
Mas para além disso...

sexta-feira, 23 de julho de 2010
Resumo do Concerto de Guitarra do passado dia 22 de Abril (Parte 2)
A prometida segunda parte. Em breve haverá mais...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Resumo do concerto instrumental do passado dia 22.04 (Parte I)
Agora em versão Youtube, fatiado em duas partes...
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ainda um artigo para reflectir sobre o Festival da Guitarra do Algarve
Com início no passado dia 10 de Junho, o Festival Guitarra Portuguesa contou ao longo dos quatro dias com uma dezena de construtores – Fernando Meireles, Óscar Cardoso, Pedro Caldeira Cabral; Nuno Cristo; Fernando Silva (Fanan dos Leques); João Pessoa; José Castro de Carvalho -, tocadores – Pedro Pinto; António Eustáquio, José Alegre; Luís Marques; Marta Costa; Simon Achida, Hugo Reis, entre muitos outros – e conferencistas – José Alberto Sardinha (A Origem do Fado); Luís Penedo (as origens da guitarra e Museu do Fado) e Pedro Caldeira Cabral (origem da guitarra, fabrico e afinações).
A arte performativa teve o seu espaço com Nuno Ferreira e Tatiana Barreiros que criaram, em forma de improviso na abertura do festival, “ A Rede”, complementando-a, no encerramento do festival, com instrumentos e outros elementos alusivos à guitarra portuguesa. A poesia marcou presença no primeiro dia com Afonso Dias.
A par do “Ciclo Guitarras Portuguesas com Grandes Mestres” (Paulo Soares, Pedro Caldeira Cabral e Custódio Castelo) a atracção principal do festival foi sem dúvida a exposição “Guitarra Portuguesa com Futuro”, que o ocupava o piso superior do Teatro Lethes. Imaginativa, facultativa e inter-activa esta exposição estava dividida em seis salas, tendo como elo de ligação a temática do festival. Miguel Cuña, responsável pela concepção da exposição, foi o nosso cicerone na visita ao primeiro andar do Teatro Lethes: Não se pretendeu criar uma exposição demasiado erudita, apesar de se apresentar vários exemplares de guitarras de diferentes épocas, estilos e construtores, mas sim um projecto com o intuito de juntar artes diversificadas como por exemplo escultura, grafitti, multimédia, talha, por um objectivo comum: criar um espaço que tenha uma componente estética muito forte mas que também tenha uma utilidade e que fosse um espaço “vivo”, interactivo, com uma dinâmica multidisciplinar e performativa. Posso dar como exemplo o facto de durante os dias do festival o construtor de guitarras José Castro Carvalho, entalhador de braços de guitarras portuguesas, trabalhar ao vivo numa das salas. Outro exemplo da interacção da exposição com o público é o facto de numa das salas, sala a que decidimos chamar de “Hands”, todos os visitantes, músicos ou não, tocarem, sentirem o peso das guitarras. Essa sala de quando em vez ficará um pouco “vazia” pois as guitarras têm que sair do sítio para os músicos tocarem nas tertúlias ou no palco. A exposição além de se criar um espaço de convívio no qual pessoas se sintam à vontade para estar, participar e mesmo dar ideias, pretende que surja alguma evolução nos conceitos e métodos. Isto é, ao juntar aqui pessoas com diferentes backgrounds tanto pessoais como académicos ou apenas curiosos se contribuía para que haja um maior fluxo de informação e troca de conhecimentos, pois é da diversidade que surge a evolução.
Descemos as escadas em direcção ao auditório para se falar dos concertos de noite.
Três mestres, três maneiras diferentes de abordar a guitarra portuguesa. A vertente mais classicista e concertante marcou presença com Pedro Caldeira Cabral; Coimbra teve mais encanto nas mãos de Paulo Soares e o improviso e virtuosismo deu pelo nome de Custódio Castelo.
As Tertúlias tiveram grandes momentos, dos quais destaco: António Eustáquio com o contrabaixista Carlos Barreto, o jovem Luís Marques de técnica apuradíssima mas que se aconselha a não ser um seguidor em toda a linha de Carlos Paredes, José Alegre, Simon Achida e, para não fazer deste artigo uma coisa apenas no masculino, a tocadora Marta Costa que vem evoluindo de forma surpreendente.
Sobre as conferências destaco sem dúvida alguma a de José Alberto Sardinha que veio falar sobre o seu novo livro “ A Origem do Fado”. Esclarecedora, dirigida com frontalidade sem artefactos superficiais a leigos e conhecedores.
Finalmente o seu a seu dono. A João Cuña, responsável directo por quatro excelentes dias com guitarra portuguesa. Uma organização sólida, bem idealizada e melhor concretizada.
O recado.
Aproveitando o facto de estar ainda ao gatilho da escrita uma chamada de atenção àqueles que devem servir a cultura e não servir-se dela.
Este primeiro Festival Guitarra Portuguesa merecia mais, muito mais, das entidades governamentais, camarárias e privadas. Jorra euros para as Vuvuzelas, futebóis e outros disparates, similares ou não, mas pouco para a nossa cultura. Como a guitarra que tem como apelido portuguesa.
Os agricultores pedem subsídios e não é por isso que são desconsiderados enquanto profissionais. Os pescadores pedem subsídios e não é por isso que os olham de lado. A indústria é subsidiada e ninguém o contesta. Há mesmo, imagine-se, quem preconize subsídios à economia e aos bancos… E ainda não vi ninguém rir-se! Mas uma entidade de âmbito cultural, como exemplo a Guitarra Portuguesa com Futuro, é de imediato conectada como “pedinte”, pois aos olhos dos tais de subsídios passam a vida a lamuriar-se, quando passam a vida a “divertir-se”.
Eu sei, há muito, que a Cultura em Portugal, não é vista como um bem de primeira necessidade, não é vista como um gerador de riqueza, e, tristemente os seus agentes não são levados a sério. Curiosamente, todos os dados e estatísticas da EU apontam em sentido contrário, pois a Cultura emprega milhões de pessoas na Europa (mais do que a indústria automóvel, por exemplo) e encerra um enorme potencial de inovação, competitividade e criação de postos de trabalho.
Dito isto, depois de disparar numa única direcção, fica-me a “azia” de não ter visto no Teatro Lethes, em quatro dias de festival com inícios quase madrugadores, um bar aberto, uma divulgação institucional visível…
Ou será que a Câmara Municipal de Faro não se apercebeu da magnitude e importância deste evento, social e culturalmente falando?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
I Festival de Guitarra Portuguesa do Algarve já começou
Mas as notícias vão chegando: http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=37220
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Resumo do Concerto de Guitarra do passado dia 22 de Abril
E aqui fica um clip com o resumo do concerto do Duo João Paulo Sousa e João Carlos Oliveira no passado dia 22.04.2010 em Viseu, no âmbito do III Festival de Música da Primavera.
Algumas das peças serão mais tarde colocadas inteiras no Youtube.
É a primeira vez que usamos este recurso do blogger. Esperamos que gostem.







