Mostrar mensagens com a etiqueta Guitarradas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Guitarradas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de agosto de 2012

Mais uma colectânea da OVAÇÃO em que estamos representados

 Mais uma vez a editora nem nos deu nota da inserção deste nosso tema em mais uma colectânea de Fado "original" de Lisboa.
Desta vez está lá e logo a abrir o disco 5 a peça instrumental "Triste Devaneio" do disco de 2007. Não há palavras...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Improviso

Gostamos particularmente deste tema que se está a introduzir no repertório da Toada Coimbrã, do grande Francisco Filipe Martins aqui magistralmente acompanhado pelo amigo Rui Pato.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"Variações em Ré menor nº 1" (Artur Paredes)

E aqui ficam as sacrossantas "Variações em Ré menor" de Artur Paredes que acompanharam quase totalmente a vida do grupo e concluem aqui a selecção que fizemos daquele espectáculo de 1991. É pena o ruído de fundo. Apesar de muitos guitarristas o não admitirem continua a ser o padrão de aferição comparativo nos instrumentistas da Guitarra de Coimbra. E a peça em si, apesar de tão ouvida, será sempre genial.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Video de 1991 - Prendinha de Ano Novo

E aqui vos deixamos o primeiro de vários videos dum espectáculo de 1991 agora reconvertidos para formatos mais actuais e que serão aqui divulgados. Pena a captação do som não ter então sido directa mas através do som de sala o que aumenta consideravelmente o ruído de fundo.

Este espectáculo realizou-se em Setembro de 1991, no Pavilhão C da Feira de S. Mateus, em Viseu, no âmbito do Mês da Juventude. Aspecto de nota foi nele termos tido a colaboração do Paulo Saraiva, por indisponibilidade do Alcides.

Aqui uma versão dos "Cantares Portugueses" de Artur Paredes, mais conhecidos como Raposódia nº 2.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Do que fomos fazendo...

Do Rui Lucas já aqui vamos dando nota com regularidade.
Da minha parte tive uma curiosa aventura no Fado de Lisboa em Agosto cujo video ainda estou a tentar encontrar.
Mas para além disso...


Estive no passado dia 13.09.2010 a acompanhar o meu aluno Francisco Pereira numa conferência promovida pelas C.M. de Moimenta da Beira, Vila Nova de Paiva e Sernancelhe na Fundação Aquilino Ribeiro em Soutosa na presença, entre outros, do antigo PR Mário Soares, de Aquilino Ribeiro Machado e vários governantes, em representação do Conservatório de Viseu.
O rapaz tocou (e bem) o Lá menor do Bagão e a Canção do C. Paredes com muito agrado da audiência.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ainda um artigo para reflectir sobre o Festival da Guitarra do Algarve


Texto de Orlando Leite – A guitarra portuguesa, cada vez mais, começa a andar na boca do mundo, sinal de que o instrumento português por excelência começa finalmente a ter outra visibilidade. Ao contrário de outros instrumentos “primos” que se popularizam além fronteiras como o cistra (cítara) grega ou do cittern inglês, a guitarra portuguesa vivia enclausurado na sua melancolia. Com o surgimento de uma nova geração de tocadores, a guitarra portuguesa tem vindo a conquistar um espaço próprio no panorama musical nacional e internacional. Em Faro, a guitarra portuguesa conheceu nova realidade com a realização de um festival, o primeiro a nível nacional.
Com início no passado dia 10 de Junho, o Festival Guitarra Portuguesa contou ao longo dos quatro dias com uma dezena de construtores – Fernando Meireles, Óscar Cardoso, Pedro Caldeira Cabral; Nuno Cristo; Fernando Silva (Fanan dos Leques); João Pessoa; José Castro de Carvalho -, tocadores – Pedro Pinto; António Eustáquio, José Alegre; Luís Marques; Marta Costa; Simon Achida, Hugo Reis, entre muitos outros – e conferencistas – José Alberto Sardinha (A Origem do Fado); Luís Penedo (as origens da guitarra e Museu do Fado) e Pedro Caldeira Cabral (origem da guitarra, fabrico e afinações).
A arte performativa teve o seu espaço com Nuno Ferreira e Tatiana Barreiros que criaram, em forma de improviso na abertura do festival, “ A Rede”, complementando-a, no encerramento do festival, com instrumentos e outros elementos alusivos à guitarra portuguesa. A poesia marcou presença no primeiro dia com Afonso Dias.
A par do “Ciclo Guitarras Portuguesas com Grandes Mestres” (Paulo Soares, Pedro Caldeira Cabral e Custódio Castelo) a atracção principal do festival foi sem dúvida a exposição “Guitarra Portuguesa com Futuro”, que o ocupava o piso superior do Teatro Lethes. Imaginativa, facultativa e inter-activa esta exposição estava dividida em seis salas, tendo como elo de ligação a temática do festival. Miguel Cuña, responsável pela concepção da exposição, foi o nosso cicerone na visita ao primeiro andar do Teatro Lethes: Não se pretendeu criar uma exposição demasiado erudita, apesar de se apresentar vários exemplares de guitarras de diferentes épocas, estilos e construtores, mas sim um projecto com o intuito de juntar artes diversificadas como por exemplo escultura, grafitti, multimédia, talha, por um objectivo comum: criar um espaço que tenha uma componente estética muito forte mas que também tenha uma utilidade e que fosse um espaço “vivo”, interactivo, com uma dinâmica multidisciplinar e performativa. Posso dar como exemplo o facto de durante os dias do festival o construtor de guitarras José Castro Carvalho, entalhador de braços de guitarras portuguesas, trabalhar ao vivo numa das salas. Outro exemplo da interacção da exposição com o público é o facto de numa das salas, sala a que decidimos chamar de “Hands”, todos os visitantes, músicos ou não, tocarem, sentirem o peso das guitarras. Essa sala de quando em vez ficará um pouco “vazia” pois as guitarras têm que sair do sítio para os músicos tocarem nas tertúlias ou no palco. A exposição além de se criar um espaço de convívio no qual pessoas se sintam à vontade para estar, participar e mesmo dar ideias, pretende que surja alguma evolução nos conceitos e métodos. Isto é, ao juntar aqui pessoas com diferentes backgrounds tanto pessoais como académicos ou apenas curiosos se contribuía para que haja um maior fluxo de informação e troca de conhecimentos, pois é da diversidade que surge a evolução.
Descemos as escadas em direcção ao auditório para se falar dos concertos de noite.
Três mestres, três maneiras diferentes de abordar a guitarra portuguesa. A vertente mais classicista e concertante marcou presença com Pedro Caldeira Cabral; Coimbra teve mais encanto nas mãos de Paulo Soares e o improviso e virtuosismo deu pelo nome de Custódio Castelo.
As Tertúlias tiveram grandes momentos, dos quais destaco: António Eustáquio com o contrabaixista Carlos Barreto, o jovem Luís Marques de técnica apuradíssima mas que se aconselha a não ser um seguidor em toda a linha de Carlos Paredes, José Alegre, Simon Achida e, para não fazer deste artigo uma coisa apenas no masculino, a tocadora Marta Costa que vem evoluindo de forma surpreendente.
Sobre as conferências destaco sem dúvida alguma a de José Alberto Sardinha que veio falar sobre o seu novo livro “ A Origem do Fado”. Esclarecedora, dirigida com frontalidade sem artefactos superficiais a leigos e conhecedores.
Finalmente o seu a seu dono. A João Cuña, responsável directo por quatro excelentes dias com guitarra portuguesa. Uma organização sólida, bem idealizada e melhor concretizada.
O recado.
Aproveitando o facto de estar ainda ao gatilho da escrita uma chamada de atenção àqueles que devem servir a cultura e não servir-se dela.
Este primeiro Festival Guitarra Portuguesa merecia mais, muito mais, das entidades governamentais, camarárias e privadas. Jorra euros para as Vuvuzelas, futebóis e outros disparates, similares ou não, mas pouco para a nossa cultura. Como a guitarra que tem como apelido portuguesa.
Os agricultores pedem subsídios e não é por isso que são desconsiderados enquanto profissionais. Os pescadores pedem subsídios e não é por isso que os olham de lado. A indústria é subsidiada e ninguém o contesta. Há mesmo, imagine-se, quem preconize subsídios à economia e aos bancos… E ainda não vi ninguém rir-se! Mas uma entidade de âmbito cultural, como exemplo a Guitarra Portuguesa com Futuro, é de imediato conectada como “pedinte”, pois aos olhos dos tais de subsídios passam a vida a lamuriar-se, quando passam a vida a “divertir-se”.
Eu sei, há muito, que a Cultura em Portugal, não é vista como um bem de primeira necessidade, não é vista como um gerador de riqueza, e, tristemente os seus agentes não são levados a sério. Curiosamente, todos os dados e estatísticas da EU apontam em sentido contrário, pois a Cultura emprega milhões de pessoas na Europa (mais do que a indústria automóvel, por exemplo) e encerra um enorme potencial de inovação, competitividade e criação de postos de trabalho.
Dito isto, depois de disparar numa única direcção, fica-me a “azia” de não ter visto no Teatro Lethes, em quatro dias de festival com inícios quase madrugadores, um bar aberto, uma divulgação institucional visível…
Ou será que a Câmara Municipal de Faro não se apercebeu da magnitude e importância deste evento, social e culturalmente falando?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Resumo do Concerto de Guitarra do passado dia 22 de Abril

E aqui fica um clip com o resumo do concerto do Duo João Paulo Sousa e João Carlos Oliveira no passado dia 22.04.2010 em Viseu, no âmbito do III Festival de Música da Primavera.

Algumas das peças serão mais tarde colocadas inteiras no Youtube.

É a primeira vez que usamos este recurso do blogger. Esperamos que gostem.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Imagens do Concerto do passado dia 22 de Abril (JPS & JCO)




A entrega de lembranças pela Dr.a Ana Paula Santana, vereadora da Cultura da CMV.

O balanço final num bar da zona histórica. Os nossos amigos do Duo Lontano e de costas a Professora Paula Sobral. E para que não haja dúvidas o nosso inefável António Vicente na sua melhor forma.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Festival da Guitarra Portuguesa em Faro de 10 a 13 de Junho - O Cartaz


Uma magnífica iniciativa no Sul do páis já à entrada do Verão.
Três grandes concertos: Pedro Caldeira Cabral, Paulo Soares e Custódio Castelo.
Para quem puder, a não perder.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O nosso concerto a dois da passada Quinta-feira


Aqui fica uma primeira imagem. Como o concerto foi gravado temos a esperança de daqui a algum tempo podermos incluir um video com alguma parte do mesmo.
Foi uma experiência nova, com uma sala cheia, local muito digno mas onde faltava a reverberação natural que sempre abrilhanta a guitarra portuguesa, com tanta madeira, carpetes e cortinados.
A proximidade do público é também um pouco intimidatória, tanto mais que a pessoa mais próxima era até o próprio Presidente da edilidade.
As notas de agrado foram muitas no final embora umas peças tenham corrido melhor do que outras.
Foi com muita satisfação que registámos a presença do António Vicente, sempre crítico e exigente, que não quis deixar de estar junto de nós, e exuberante como de costume.
Experiência a repetir e que sugeriu este sub-grupo da Toada - exclusivamente instrumental -que até já tem um nome provisório "Ecos do Mondego". Acham bem ou têm uma sugestão melhor?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Ainda não é hora de falarmos disto, mas lá vamos adiantando...

Jornal do Centro 19.03.2010
Alguns lapsos num jornal local que já tinha obrigação de os não cometer. Óbviamente não será um concerto de guitarra clássica mas antes, e em separado, com momentos de guitarra clássica e outros de guitarra portuguesa. Depois porque o JPS não é director do Conservatório Regional de Viseu (é o José Carlos Sousa, um querido amigo) apenas lá dando aulas. Os pormenores virão dentro de momentos porque ainda há bastante para aqui colocar antes disso.