Grupo de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã" =Blog Oficial= História, notícias, contactos e informações gerais
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terça-feira, 16 de março de 2010
Video (I) da nossa participação no espectáculo solidário para com o Haiti (Viseu, 06.02.2010)
O "Soneto D'Amigo" na voz do Alcides.
Imagens gentilmente cedidas pelos serviços do IPV.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Pequena crónica para memória futura...

Foi interessante encontrarmo-nos mais uma vez para um espectáculo solidário. Depois de um curto ensaio e um jantar bem passado lá nos dirigimos à Aula Magna do IPV onde o espectáculo já tinha começado. Sala cheia e alta rotação dos grupos convidados num espectáculo de bom nível.
Tocámos quase no fim apenas dois temas - como toda a gente - a "Cantiga D'Amigo" e o "Traz outro Amigo também" que nos pareceram as mais apropriadas para a ocasião e com uma óptima receptividade do público. O primeiro tema aportou já consigo pequenas alterações harmónicas que entretanto lhe adicionámos.
Foi pena que nesta ocasião o Jorge Mira Marques não tivesse podido estar. E até o Vicente manifestou interesse em ir mas tal não foi possível à última hora.
Aparentemente o espectáculo foi gravado em video. Vamos tentar obter as imagens para aqui colocar a nossa participação quando possível.
Aproveitámos a noite para acertar agenda de ensaios e disponibilidades para espectáculos cuja confirmação aguardamos.
Seria já meia-noite quando nos despedimos e cada um rumou a sua casa.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Ainda o espectáculo em Viseu para o Haiti
Amanhã, se possível, faremos aqui uma pequena crónica da nossa participação.
Entretanto:

In: http://viseumais.com/viseu/?p=1398
Entretanto:
In: http://viseumais.com/viseu/?p=1398
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
CRÓNICAS DE CIMA DO PALCO – (CARTAXO 12.09.2009)

Evocar Zeca Afonso é sempre uma responsabilidade por tudo o que ele significa para a Canção de Coimbra – por tudo o que ele construiu e por tudo o que ele destruiu.
Além do mais, este regresso ao Cartaxo onde anualmente se pratica este acto de enorme dignidade também só podia ser encarado com orgulho pela repetição da presença que já ali tínhamos tido em 2003, então ainda a seis.
Desta vez no recente Centro Cultural, dotado de interessantes arquitectura e funcionalidades, fomos uma vez mais fraternalmente recebidos pelo mestre-de-cerimónias, o Sr. Portela, que uma vez mais nos fez sentir em casa.
Também o Presidente da edilidade, o Dr. Paulo Caldas, nos fez sentir o calor deste feliz regresso.
Tivemos um teste de som complicado apesar da óptima qualidade dos técnicos sobretudo talvez pela pressão das horas a que o mesmo foi feito, seguido de um jantar talvez já um pouco apressado.
O público foi muito caloroso na meia hora que nos foi atribuída – cremos que igualmente o terá sido para os restantes grupos participantes – reagindo sobretudo, e curiosamente, quer nos temas de autoria do próprio Zeca quer na nossa balada de 89 com que encerrámos a participação.
Estruturámos o programa começando com “meia” Balada do Mondego, que o nosso amigo Octávio Sérgio executou magistralmente no célebre concerto do Coliseu (82), passando por fados clássicos com que José Afonso abraçou e se reconciliou com a Canção de Coimbra (“Contos Velhinhos” e “Saudades de Coimbra”), por temas de sua autoria (“Traz outro amigo também” e “Menino D’ Oiro”), por temas de seus contemporâneos (“Capa Negra, Rosa Negra”), por temas posteriores que o homenagearam (“Canto a Coimbra”), concluindo com a Balada de 89 em que quisemos deixar uma imagem impressiva da própria identidade do grupo. Atento o tempo disponível, e que mesmo assim excedemos, foi cortado o “Vira de Coimbra” que também fazia parte do alinhamento.
Curioso e amigável também o período que passámos com esse ícone da música popular e de intervenção portuguesa, Pedro Barroso, cuja simpatia e cordialidade não podemos deixar de registar e de quem ouvimos algumas interessantíssimas “estórias”. Por fim, o reencontro com outro grande da música de Coimbra, Luís Filipe Roxo, actualmente radicado no Cartaxo. Dedica-se nesta altura exclusivamente à sua actividade de guitarreiro – tivemos oportunidade de já noite alta visitar a sua oficina e ver e tocar, por exemplo, as guitarras que neste momento está a acabar para José Ourives e Octávio Sérgio. A sua discrição é impressionante. Quem diria que ali está quem tantas vezes acompanhou todos os grandes juntamente sobretudo com António Portugal e Pinho Brojo em trabalhos, por exemplo, como os “Tempos de Coimbra”. Foi bom ouvir da sua boca tanto conhecimento, experiência e sabedoria. Mais um amigo firme a quem regressaremos sempre que possível.
Além do mais, este regresso ao Cartaxo onde anualmente se pratica este acto de enorme dignidade também só podia ser encarado com orgulho pela repetição da presença que já ali tínhamos tido em 2003, então ainda a seis.
Desta vez no recente Centro Cultural, dotado de interessantes arquitectura e funcionalidades, fomos uma vez mais fraternalmente recebidos pelo mestre-de-cerimónias, o Sr. Portela, que uma vez mais nos fez sentir em casa.
Também o Presidente da edilidade, o Dr. Paulo Caldas, nos fez sentir o calor deste feliz regresso.
Tivemos um teste de som complicado apesar da óptima qualidade dos técnicos sobretudo talvez pela pressão das horas a que o mesmo foi feito, seguido de um jantar talvez já um pouco apressado.
O público foi muito caloroso na meia hora que nos foi atribuída – cremos que igualmente o terá sido para os restantes grupos participantes – reagindo sobretudo, e curiosamente, quer nos temas de autoria do próprio Zeca quer na nossa balada de 89 com que encerrámos a participação.
Estruturámos o programa começando com “meia” Balada do Mondego, que o nosso amigo Octávio Sérgio executou magistralmente no célebre concerto do Coliseu (82), passando por fados clássicos com que José Afonso abraçou e se reconciliou com a Canção de Coimbra (“Contos Velhinhos” e “Saudades de Coimbra”), por temas de sua autoria (“Traz outro amigo também” e “Menino D’ Oiro”), por temas de seus contemporâneos (“Capa Negra, Rosa Negra”), por temas posteriores que o homenagearam (“Canto a Coimbra”), concluindo com a Balada de 89 em que quisemos deixar uma imagem impressiva da própria identidade do grupo. Atento o tempo disponível, e que mesmo assim excedemos, foi cortado o “Vira de Coimbra” que também fazia parte do alinhamento.
Curioso e amigável também o período que passámos com esse ícone da música popular e de intervenção portuguesa, Pedro Barroso, cuja simpatia e cordialidade não podemos deixar de registar e de quem ouvimos algumas interessantíssimas “estórias”. Por fim, o reencontro com outro grande da música de Coimbra, Luís Filipe Roxo, actualmente radicado no Cartaxo. Dedica-se nesta altura exclusivamente à sua actividade de guitarreiro – tivemos oportunidade de já noite alta visitar a sua oficina e ver e tocar, por exemplo, as guitarras que neste momento está a acabar para José Ourives e Octávio Sérgio. A sua discrição é impressionante. Quem diria que ali está quem tantas vezes acompanhou todos os grandes juntamente sobretudo com António Portugal e Pinho Brojo em trabalhos, por exemplo, como os “Tempos de Coimbra”. Foi bom ouvir da sua boca tanto conhecimento, experiência e sabedoria. Mais um amigo firme a quem regressaremos sempre que possível.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cartaxo, a evocação a Zeca Afonso é já amanhã
Já em 2003 participámos nesta evoção feita anualmente a Zeca Afonso pelo Município do Cartaxo, num espectáculo que nos parece especialmente interessante e teve nesse ano a presença do cantautor Samuel.

Este ano estamos de regresso ao Cartaxo com enorme prazer.
Apareçam e compareçam que vale a pena.
Até amanhã, então.

Este ano estamos de regresso ao Cartaxo com enorme prazer.
Apareçam e compareçam que vale a pena.
Até amanhã, então.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
CRÓNICAS DE CIMA DO PALCO – (COIMBRA 05.09.2009)
Ao contrário dos últimos espectáculos este não teve surpresas indesejadas – para além da substituição dum fado na projecção inicial do programa – pelo que esta crónica será muito mais curta.
Depois dum ensaio de revisão em que ainda se tentou incluir uma nova guitarrada jantámos em sofrimento por causa da nossa selecção de futebol que não havia meio de marcar um golo à Dinamarca, golo esse que só chegou no fim e soube a pouco.
Ficámos satisfeitos por o Café de Santa Cruz estar repleto à hora do espectáculo. Eles só têm que rever o barulho das máquinas, loiça e serviço durante o decurso do mesmo. Tão cheio estava que fomos convidados pela administração para lá fazermos uns espectáculos de vez em quando. Veremos se é possível concretizar tais pretensões em função das condições apresentadas.
Conseguimos fazer um espectáculo mais aproximado do nível que desejamos. O Rui esteve extremamente forte e seguro, o Alcides defendeu-se bem trocando a sua força vocal natural por uma “souplesse” que escondeu perfeitamente limitações temporárias do seu aparelho fonador. Os violas estiveram sempre presentes e a guitarra começa a respirar melhor nas funções necessárias entre as duas violas. Acabámos muito satisfatoriamente por estrear o Lá menor do Bagão com esta composição instrumental. Saímos também particularmente satisfeitos por entendermos estar a atingir-se já um novo equilíbrio que permite mais uns passos em frente.
Por tudo isto nota-se que a ferrugem individual já lá vai e estamos prontos para avançar com o projectado e novo espectáculo de sala que em breve estaremos prontos a apresentar.
Constituiu o programa:
- Balada do Mondego, versão de Artur Paredes
- Fado Corrido de Coimbra
- Meu Fado
- Capa negra Rosa Negra
- Trova do Vento que Passa
- Traz outro amigo também
- Variações em Lá Menor, de Artur Paredes
- Ficarei até Morrer
- Contos Velhinhos
- E alegre se fez triste
- Soneto D’ Amigo
- Canto a Coimbra
- Variações em Lá Menor, de João Bagão
- Trova das Capas
- Balada do 5º Ano Jurídico 88/89
E esta semana vem já aí o Cartaxo com um programa que nos entusiasmou. Vamos ver como correrá…
Depois dum ensaio de revisão em que ainda se tentou incluir uma nova guitarrada jantámos em sofrimento por causa da nossa selecção de futebol que não havia meio de marcar um golo à Dinamarca, golo esse que só chegou no fim e soube a pouco.
Ficámos satisfeitos por o Café de Santa Cruz estar repleto à hora do espectáculo. Eles só têm que rever o barulho das máquinas, loiça e serviço durante o decurso do mesmo. Tão cheio estava que fomos convidados pela administração para lá fazermos uns espectáculos de vez em quando. Veremos se é possível concretizar tais pretensões em função das condições apresentadas.
Conseguimos fazer um espectáculo mais aproximado do nível que desejamos. O Rui esteve extremamente forte e seguro, o Alcides defendeu-se bem trocando a sua força vocal natural por uma “souplesse” que escondeu perfeitamente limitações temporárias do seu aparelho fonador. Os violas estiveram sempre presentes e a guitarra começa a respirar melhor nas funções necessárias entre as duas violas. Acabámos muito satisfatoriamente por estrear o Lá menor do Bagão com esta composição instrumental. Saímos também particularmente satisfeitos por entendermos estar a atingir-se já um novo equilíbrio que permite mais uns passos em frente.
Por tudo isto nota-se que a ferrugem individual já lá vai e estamos prontos para avançar com o projectado e novo espectáculo de sala que em breve estaremos prontos a apresentar.
Constituiu o programa:
- Balada do Mondego, versão de Artur Paredes
- Fado Corrido de Coimbra
- Meu Fado
- Capa negra Rosa Negra
- Trova do Vento que Passa
- Traz outro amigo também
- Variações em Lá Menor, de Artur Paredes
- Ficarei até Morrer
- Contos Velhinhos
- E alegre se fez triste
- Soneto D’ Amigo
- Canto a Coimbra
- Variações em Lá Menor, de João Bagão
- Trova das Capas
- Balada do 5º Ano Jurídico 88/89
E esta semana vem já aí o Cartaxo com um programa que nos entusiasmou. Vamos ver como correrá…
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A nossa Balada nas Noites da Canção de Coimbra
Hoje apostamos numa já não-notícia. De acordo com Rui Lopes no passado dia 29 o Grupo Torre D'Anto também executou a nossa balada de 89 na sua apresentação no programa das Noites da Canção de Coimbra, o que não podemos deixar de saudar.


Aproveitamos para lembrar que nós estaremos amanhã à noite pela segunda vez neste programa este ano num espectáculo a realizar no histórico Café de Santa Cruz pelas 21.30h.
Então lá nos encontraremos.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Novas fotos do espectáculo da Maia em 29.02.2008 (III)
Aqui concluimos a divulgação das fotos escolhidas da reportagem oficial do evento em causa.
Já na Balada de 89 depois de João Paulo Sousa haver cedido a sua posição ao nosso amigo Dr. Manuel Soares, já várias vezes referido neste blog.
F.R.A. final em conjunto com a TDUP e o público (maioritariamente académico) presente.
Reacção do público no final do espectáculo.
A reportagem integral pode ser vista em: http://juventude.cm-maia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=71&Itemid=24
A reportagem integral pode ser vista em: http://juventude.cm-maia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=71&Itemid=24
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Novas fotos do espectáculo da Maia em 29.02.2008 (I)
Descobrimos agora na net uma completa reportagem fotográfica da nossa passagem pela Maia, em Fevereiro de 2008, aquando dos espectáculos de lançamento do último trabalho discográfico, uma grata recordação que temos. Aqui deixamos algumas delas, com comentários quando se justificar.

Com o Sr. Presidente da Câmara e o Vereador da Cultura e Juventude aquando da recepção oficial na edilidade.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Noites da Canção de Coimbra - Segunda presença já no dia 5 de Setembro
Findas as férias vai recomeçar a actividade e de novo no programa promovido pela Câmara de Coimbra.
Desta vez não adiantamos o programa, não vão as bruxas tecê-las...
Aqui fica a totalidade da programação de Setembro.
SETEMBRO
Dia 1, Terça - Pátio / Galeria Almedina
Coimbra Grupo de Fado
Dia 5, Sábado - Café Santa Cruz
Toada Coimbrã
Dia 8, Terça - Pátio / Galeria Almedina
FadVocal
Dia 12, Sábado - Café Santa Cruz
Capas Negras
ACESSO GRATUITO
Programação completa em http://www.cm-coimbra.pt/
Desta vez não adiantamos o programa, não vão as bruxas tecê-las...
Aqui fica a totalidade da programação de Setembro.
SETEMBRODia 1, Terça - Pátio / Galeria Almedina
Coimbra Grupo de Fado
Dia 5, Sábado - Café Santa Cruz
Toada Coimbrã
Dia 8, Terça - Pátio / Galeria Almedina
FadVocal
Dia 12, Sábado - Café Santa Cruz
Capas Negras
ACESSO GRATUITO
Programação completa em http://www.cm-coimbra.pt/
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Este ano não houve o Luso....
Este ano, rompendo uma longa tradição, talvez com vinte anos, não estamos no Luso durante o Verão.
Não se deve esta situação a falta de vontade de qualquer das partes mas sim ao facto de as termas se encontrarem em obras, não havendo no ano corrente o programa de animação termal, já tão tradicional.
Deixamos por isso aqui algumas fotos dum dos espectáculos do já longínquo ano de 1996.
Na altura dir-se-ia que filho de peixe iria saber nadar. Aqui uma tentativa do primogénito do Rui Lucas, o André. Hoje já um rapagão e embora continuando ligado à música, parece que se deixou de cantorias.
Não se deve esta situação a falta de vontade de qualquer das partes mas sim ao facto de as termas se encontrarem em obras, não havendo no ano corrente o programa de animação termal, já tão tradicional.
Deixamos por isso aqui algumas fotos dum dos espectáculos do já longínquo ano de 1996.
No teste de som. Na altura o traje ainda era o "Smoking", que abandonámos há poucos anos.
Na altura dir-se-ia que filho de peixe iria saber nadar. Aqui uma tentativa do primogénito do Rui Lucas, o André. Hoje já um rapagão e embora continuando ligado à música, parece que se deixou de cantorias.quarta-feira, 22 de julho de 2009
CRÓNICAS DE CIMA DO PALCO – (COIMBRA 18.07.2009)
Bom, um dia destes precisamos mesmo de ir à bruxa.
Logo depois de almoço, uma chamada da Rosa Maria dava-nos conta da impossibilidade de comparência do Alcides fruto de problema de saúde que chegou imprevisto e na hora errada.
Ainda tentámos contactar alguns cantores para auxiliarem o Rui no programa da noite o que acabou por não se mostrar viável.
Daí, uma enorme cambalhota no programa que estava previsto e que acabou por ficar assim depois de um ensaio muito discutido:
- Balada do Mondego, versão de Artur Paredes
- Fado Corrido de Coimbra
- Contos Velhinhos
- Meu Fado
- Canto do Amor, de Carlos Paredes
- E alegre se fez triste
- Trova do Vento que Passa
- Triste Devaneio, de João Paulo Sousa
- Canto a Coimbra
- Ficarei até Morrer
- Trova das Capas
- Variações em Lá Menor, de Artur Paredes
- Traz outro amigo também
- Evocação a Coimbra
Aproveitámos o fim de tarde para visitar a mãe e a tia do Vicente que não compareceu por estar já de saída para férias. Foi bom revê-las e à sua boa disposição embora os anos não perdoem.
Depois do jantar lá rumámos ao local do espectáculo. Esperava-nos uma simpática e atenciosa funcionária da municipalidade, entidade responsável pelo programa.
Apesar de tudo Coimbra continua a ser madrasta da sua própria música, sobretudo quando estamos a falar duma programação essencialmente dirigida a turistas.
Se é verdade que o cenário da Praça Velha e das escadas da Igreja de S. Tiago são magníficos, já o mesmo não se pode dizer do cheiro nauseabundo e falta de limpeza que grassava no local. Se é assim que ali se pretendia fixar pessoas talvez não seja o caminho mais apropriado. Depois, também havia folclore junto da Igreja de Santa Cruz com o acréscimo de ruído que isso acarretava. Por fim, num sítio tão amplo e com barulho ambiente seria do mais elementar bom senso a existência de sistema sonoro… que, como se percebe, não estava lá.
Acresce ainda o pormenor do africano que contrariado foi obrigado a desmontar a sua tenda mesmo ao lado das cadeiras do público, já o espectáculo decorria. Mais barulho e factores de distracção. Acabou a sua tarefa já perto do final lembrando um concerto, salvo erro dos Génesis, em que o palco apresentava um cenário completamente montado e que ia desaparecendo ao longo da noite até ficarem só os instrumentos, no fim.
Apesar da nossa tarimba, estas coisas continuam a enervar quem pretende dar o seu melhor. No meu caso estampei-me logo na peça inicial, a “Balada do Mondego”. Depois as coisas normalizaram tendo o Rui brilhado a grande altura e mostrado que está de regresso à sua melhor forma aguentando sem esforço toda a apresentação. Só não conseguimos concluir com a Balada de 89, apesar dos pedidos, por o cansaço dele ser já evidente no final.
Quanto ao público presente uma única coisa a dizer: foi 5*****.
O João Carlos também trouxe uma claque familiar completa desde Castelo Branco.
Ainda assim um bom balanço coroado com alguns amigos presentes, o Rui Lopes, o Eduardo Pina e companheira, e “last but not least” o nosso querido Mestre Fernando Monteiro com quem nos alongámos em conversa numa oportunidade cada vez mais rara por estarmos fora de Coimbra.
Em Setembro lá voltaremos, e dessa vez, esperemos, todos, desta feita no Café de Santa Cruz.
Até lá, umas merecidas férias para todos nós.
terça-feira, 21 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
NOITES DA CANÇÃO DE COIMBRA - As Fotos do Rui Lopes
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