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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O nosso Alcides no seu ambiente

Isto de ser figura pública tem muito que se lhe diga. O nosso Alcides, mais uma vez no desempenho das suas atribuições de cidadania. Aqui por ocasião das festas do concelho de Estarreja de 2008, por alturas do Santo António.


Aqui enquanto Presidente da AM, acompanhando um homenageado que é também ladeado pelo Presidente da Câmara Municipal, José Eduardo de Matos.


Aqui a dúvida é maior apesar da repetição parcial das personalidades e da foto ter sido tirada em frente da C.M.E.: estará ali enquanto Presidente da A.M. ou como Presidente da Banda Bingre Canelense (apesar de não empunhar na altura o estandarte)? Até ao presente momento, a redacção não conseguiu esclarecer essas dúvidas...


Aqui, em pleno local da função.


Aqui no desfile com a sua mais que tudo, a nossa querida Rosa Maria. Os fatos e o intrumento de que é portador é que já não são tão usuais.


Assim se entende porque mantém tais funções que muitas vezes roubam o seu tempo à Toada Coimbrã: viver em Estarreja deve ser uma festa.

N.D.R.: e é mesmo pois das vezes que lá estivemos sempre fomos magnificamente acolhidos, sentindo-nos em casa.

Fotos retiradas do blog Estarreja Hotel

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Quem tocamos - Os Nossos Autores - Artur Paredes





O enorme e incontornável Artur Paredes, verdadeiro "Pai" da Guitarra de Coimbra, como hoje a conhecemos. Pequena biografia retirada do livro de José Niza, Fado de Coimbra II, da editora Ediclube, inserido na colecção Um Século de Fado, lançada em 1999 e por nós "pescada" no blog do nosso amigo e Mestre Octávio Sérgio.
A "Toada Coimbrã" executa regularmente, deste Autor:
- Variações em Ré menor nº1
- Variações em Sol maior
- Variações em Lá menor
- Rapsódia nº2 (ou Cantares Portugueses)
Em breve serão também apresentadas versões da "Balada do Mondego", "Variações em Mi menor", e, quiçá, e a mais longo prazo "Desfolhada", "Variações em Ré Maior" e "Passatempo", por exemplo, verdadeiros hinos e exemplos do que é e deve continuar a ser a Guitarra de Coimbra.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Fotos da Gravação do EP

Aqui deixamos mais umas fotos recuperadas da gravação do single em finais de 1989 nos Estúdios Musicorde, Campo de Ourique, em Lisboa.


Todos no "aquário", também debutantes nestas andanças. Ou quase, porque alguns de nós já ali havíamos estado aquando da gravação do trabalho da EUC, "Estudantina Passa", um ano antes. Foto tirada contra o vidro a partir da posição de trabalho do nosso técnico e amigo Rui Remígio.


E o que vos dizíamos um dia destes quanto a "pés de gesso"? Aqui, numa fase de "ouvir, melhorar e regravar".
Um pormenor: como pode ver-se, nesta altura ambas as guitarras portuguesas eram já oriundas das mãos de Fernando Meireles.

E já regravando, numa fotografia "trabalhada".


Durante a gravação dos coros onde foi incluído o nosso amigo Francisco Costa.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Momentos Académicos (I) - As nossas Histórias

Os percursos académicos dos elementos da Toada Coimbrã e as suas vivências influenciaram - e muito - o que o grupo se veio a tornar.
Aqui temos o dia do "rasganço" do J. P. Sousa em meados de Maio de 1990.

Aqui, antes da parte dolorosa, iniciando a subida das escadas junto à Torre da Universidade onde é efectuado o rasganço. Estão presentes, além dos infra indicados, vários amigos com especial incidência nos companheiros da Estudantina Universitária de Coimbra.

Aqui, já depois da sova, no registo fotográfico da sessão ao fundo da Via Latina (não podem aqui ser colocadas as fotos impróprias que antecederam esta, tendo apenas sobrado a capa, a pasta, o colarinho, meias e sapatos), com a "fadistagem" presente.

Da Esquerda para a direita: Jorge Gomes, Jorge Cravo, Luís Carlos Santos, Luís Alvelos, José Alberto Rabaça, Nuno Encarnação, António Vicente, António José Moreira, "Rabacinha", Manuel Pêra e Pedro Anastácio.

À época, em Coimbra, existia um bar com um ambiente irrepetível, o "1910" frequentado por muitos e, em especial, pelos elementos dos grupos de fado (presenças diárias) e da EUC, onde ocorreu a sessão copofónica nocturna, podendo ver-se vários elementos da Estudantina e também a futura mulher do então recém licenciado (em primeiro plano).

Claro que não faltou a música, documentando esta foto o momento em que o visado acabava de cantar (é uma forma de expressão) um ... fado de Coimbra, claro!

Vêem-se, além dos já mencionados, João Carlos Oliveira e Jorge Mira Marques (de costas), bem como outros amigos: "Rofadinha", Paulo Santos, João Correia e até a mãe do desgraçado (as marcas nas costas eram ainda bem visíveis).

Uma menção para uma figura da noite de Coimbra presente na foto: o nosso amigo Gama, único barbado na imagem.

Nota final para a decoração do bar e para o painel tutelar com o Zeca Afonso e o Adriano Correia de Oliveira que tão bem documenta o ambiente que ali se vivia naqueles idos de finais de 80, princípios de 90.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Serenata da Latada 1990

Antes da Serenata, porque depois veio a chuva. Falta nesta foto o Rui Lucas, provável fotógrafo de serviço naquele momento.

Sempre achámos muito curiosas as fotos anterior e posterior, até porque foram feitas durante a execução do mesmo tema. Se repararmos, os instrumentistas estão a fazer exactamente o mesmo, o que igualmente acontece com as posições corporais dos cantores. As únicas diferenças são mesmo as companhias no improvisado palco e sobretudo os guarda-chuvas que nos protegeram da inclemência do tempo e deram uma certa "cor" ao ambiente.
Resta acrescentar que esta serenata teve lugar no "Largo das Mamudas" em frente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, aliás, provavelmente, na primeira ocasião em que tal acto foi retirado das escadarias da Sé Velha.


quarta-feira, 21 de maio de 2008

Récita de Quintanistas de 1989 - A primeira apresentação pública da Balada de 89

À data uma das manifestações académicas mais queridas da Academia, a Récita de Quintanistas, imediatamente anterior ao início das festividades da Queima das Fitas, sempre foi o palco privilegiado de apresentação das Baladas de Despedida que seriam executadas na Serenata Monumental na semana seguinte. A razão é óbvia: era a ocasião em que se congregavam os quintanistas (finalistas) dos diversos cursos da Universidade de Coimbra, servindo como apresentação e simultaneamente ensaio.
Como indicado no seu nome, além das baladas, são apresentadas rábulas e "sketches", declamações e outros actos de avaliação da vida académica já quase passada. As "vítimas", objecto desses actos, são normalmente autoridades civis ou académicas, em especial os "lentes", ou colegas que proprocionaram especiais condições para esse escárnio e maldizer. Na imagem supra é possível identificar os elementos da Toada Coimbrã, António Vicente e João Paulo Sousa, à época finalistas, que participaram duma dessas rábulas, embora devidamente disfarçados, por não estarem ainda concluídas as aprovações a todas as cadeiras.

A Toada Coimbrã no início da pequena demonstração que precedeu a apresentação da Balada de Despedida.


Sendo uma Balada de Direito, a sua apresentação teve o apoio de um coro formado pelos restantes quintanistas do curso presentes, que, fiéis às suas tradições, e para o acto, não puderam dispensar as tradicionais "cábulas". Devido ao cronograma das festividades apresentam-se ainda como apenas fitados, pois as cartolas e bengalas chegariam apenas no dia do Cortejo, faltava então ainda mais de uma semana.

Temos que reconhecer que o sucesso foi imediato. Resta apenas acrescentar que esta récita teve lugar no Colégio de S. Teotónio na noite de Domingo, 30 de Abril de 1989.



segunda-feira, 10 de março de 2008

Justa Homenagem


No balanço do que foram estes 21 anos de vida elas nunca poderiam ser esquecidas. Também elas foram solidárias e presentes, apoiaram e criticaram quando tinham que o fazer. Ajudaram-nos a fazer todas as curvas do caminho. É pois por demais justo homenageá-las, ainda por cima por estarem connosco desde o princípio. Às nossas mulheres, numa foto de 1989.

sexta-feira, 7 de março de 2008

O 21º Aniversário - Uma curta História em imagens

Faz hoje, 7 de Março, 21 anos sobre a fundação do Grupo de Fados de Coimbra Toada Coimbrã. A data é assim considerada por corresponder à primeira apresentação pública do grupo no programa televisivo da RTP, "Com Pés e Cabeça".

Estudo recente feito na preparação do CD de 2007. Já vinte anos depois do início, unidos por uma profunda amizade.



Açores. Ilha de S. Miguel. Momento de descontracção e turismo.




Açores. Porto de Ponta Delgada. Vistámos esta ilha em diversas ocasiões.





Macau, 1996. No Palácio com o Governador Rocha Vieira. Esta digressão incluia dois grupos. Do outro faziam parte os nossos amigos José Alberto Rabaça e Rui Moreira, que também aparecem nesta fotografia.




Japão, 1995. Momento Zen. "Em Roma sê romano..."




Japão 1995. Espectáculo em Hakonne.




Japão, 1995. Jantar de Gala em Hakonne.




Funchal, Madeira, 1991. Átrio do Hotel S. João. Nesse ano visitámos a Pérola do Atlântico por duas vezes.



Gravação do EP em 1990. Estúdios Musicorde, Campo de Ourique, Lisboa. Tão novinhos e com tanto cabelo preto. Na foto vê-se ainda Francisco Costa, grande amigo de longa data que chegou a ser um "7º" elemento, funcionando quase como manager.




Julho de 1989, Rio de Janeiro, Copacabana, Calçadão. Digressão com a AAEUC ao Brasil, S. Paulo, Santos e Rio de Janeiro. Acompanhou-nos nesta digressão Paulo Saraiva, que colaborou esporadicamente com o grupo durante vários anos.

Já com a formação completa, Récita de Quintanistas, finais de Abril de 1989, Colégio de S. Teotónio, em Coimbra. Foi aqui a primeira apresentação pública da Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico de 1988/89.



A Toada Coimbrã ainda nos seus primórdios, com os seus três elementos iniciais. Serenata da Recepção ao Caloiro e Tomada da Bastilha do ano de 1988 na Sé Velha de Coimbra.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Quem somos nós...

RUI PEDRO LUCAS

Nasceu em Coimbra em 18 de Abril de 1961 na freguesia de Santo António dos Olivais.

Estudou em Coimbra até ao 12º ano de escolaridade tendo frequentado, entre 1995 e 1998, o curso de Gestão de Empresas na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria.

Exerce funções de Analista Físico-Químico no Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro.

Desde muito novo, atraído pela arte do espectáculo, iniciou a sua actividade, aos nove anos de idade, na extinta FNAT.

De então para cá, fez parte de vários projectos musicais:
- Música ligeira no grupo “Melodias de Sempre”;
- Teatro, dança e música tradicional (“Banda dos Vitolinos”), na Associação Recreativa da Casa Branca;
- Música tradicional no grupo “Pão de Centeio”;
- Fado de Coimbra e música tradicional na Tuna Académica da Universidade de Coimbra;
- Música coral no Coro Misto da Universidade de Coimbra;
- Dança na Orquestra Típica da Secção de Fados da Associação Académica de Coimbra;
- Música Popular na Estudantina Universitária de Coimbra
- Fado de Coimbra no grupo de fados de Coimbra da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra;
- Fundou o grupo de Fados de Coimbra “Toada Coimbrã” ao qual está ligado desde 1987;
- Iniciou, em 2005, o projecto “Da balada” – Baladas e outras canções de matriz coimbrã;
- Colaborou/colabora ainda, como cantor convidado, com outros grupos/intérpretes da canção Coimbrã:

o “Grupo de Fados e Guitarras de Coimbra”;
o “Praxis Nova”;
o “Grupo Académico de Fados e Canções de Coimbra”
o “Alma Mater”;
o “Capas Negras”;
o “Magna traditio”;
o “San’Tiago “Sons da Alma””.

- Participou na gravação de vários trabalhos (como cantor e/ou como compositor):

o K7 de Fados clássicos – “Toada Coimbrã” - 1987;
o EP – “Balada da despedida do 5º ano jurídico” e “Alta noite na Sé Velha” - 1989;
o LP/CD – “Baladas da despedida dos anos 80” - Direcção Geral da AAC - 1990;
o K7 – Fados clássicos – “Toada Coimbrã”- Movieplay Portuguesa, 1992;
o CD – “Fados, Baladas e guitarradas de Coimbra” – Secção de Fado da AAC - 1994;
o CD – “Um Amor de Vinte Anos” – CERCIAG – 1998;
o CD – “Baladas da despedida dos anos 90” - Direcção Geral da AAC – 2003;
o CD – “Toada Coimbrã” – 2007.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Quem somos nós...

ANTÓNIO JOSÉ VICENTE

-Nascido em Coimbra - Sé Nova a 6/10/1964

-Estudou no colégio João XXIII, Sagrado Coração de Jesus e Liceu D. Maria tendo-se licenciado em Direito na FDUC em 31/10/1990.

-Estudou musica com mestre Arnaldo Silva e fez parte da orquestra Melodias de Sempre

-Elemento e membro fundador da Associação Cultural e Recreativa de Coimbra

-Membro de diversas bandas musicais - Divulgação, Plataforma, Nova Era, Hexágono, Cadência e Addenda

-Fundador da Estudantina Universitária de Coimbra em 1984 - a qual integrou dez anos, como viola e cantor; aí desenvolveu vasta actividade de criação e composição tendo editado mais de vinte temas originais com destaque para “Afonso”, “Traçadinho”, “Estudantina Passa”, “Assim mesmo é que é”, entre outros.

- Membro de diversas listas académicas de tendência socialista de 1983 a 1990.

-Fundador do Grupo de Fados Toada Coimbrã em 1987 com Rui Pedro Lucas e João Carlos Oliveira.

-Estudou Guitarra Portuguesa Com Fernando Monteiro, Jorge Gomes e Paulo Soares.

-Advogado de 1991 a 1995, integra desde essa altura os quadros do Banco Comercial Português em exclusividade

- "Poeta permanente", editará o título PALAVRAS ENCONTRADAS neste ano de 2008.

Nota da Redacção: Por excessivamente sumariado, deixam-se ainda os seguintes links sobre este elemento da Toada Coimbrã:
http://notasemelodias.blogspot.com/2007/10/panegrico-antnio-vicente.html
http://asminhasaventurasnatunolandia.blogspot.com/2006/12/aventura-vicentina.html

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Quem somos nós...

JOÃO PAULO SOUSA
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, na variante de Juridico-económicas, é Advogado com escritório na cidade de Viseu, de onde é natural.
Tem também formação complementar, na área de Gestão e Administração de Pessoal, bem como de Direito Comunitário do Consumo, este, pela Universidade Católica de Louvain-La-Neuve, na Bélgica;

Desempenhou várias funções e cargos de natureza cívica e associativa, onde se destacam:
- Vice-Presidente da Associação de Defesa do Património, Ambiente e Consumidor "Amigos da Beira", biénios de 1991/93 e 1993/95, responsável pelo Pelouro da Defesa do Consumidor, membro da Comissão Organizadora do I Encontro sobre a Integração Comercial Comunitária e Defesa do Consumidor (Viseu – 1991), havendo proferido diversas Conferências em matéria de Direito de Consumo e ainda participado em múltiplos Congressos Nacionais e Internacionais na mesma área;
- Vogal do Conselho Fiscal da Associação para a defesa do Ambiente, Património e Consumidor " Amigos da Beira " para os biénios 96/98, 98/00, 00/02, 02/04 e 04/06.
- Vogal do Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Viseu no quadriénio de 1993/97;
- Membro da Comissão Instaladora do núcleo regional da Associação Portuguesa de Gestores e Técnicos de Recursos Humanos.
- Presidente da Assembleia-geral da “COPAVIS – Cooperativa Agrícola de Viseu, C.R.L.” nos biénios 01/02, 03/04, 05/06 e 07/08.
- Presidente da Delegação de Viseu da Ordem dos Advogados para o triénio 2008/2010.

Actividade Musical Prática e Teórica:
- Aluno de piano e solfejo, na infância, com professor particular, tendo-se posteriormente dedicado ao estudo autodidacta de guitarra clássica;
- Elemento dos agrupamentos musicais “Quadrante” e “Anagrama” entre os anos de 1982 e 1989 como vocalista e executante de guitarra eléctrica e acústica;
- No mesmo período participa, como executante e compositor, em diversos Festivais de Canção Jovem inserido em agrupamentos diversos;
- Seccionista nº 623 da Secção de Fado da A.A.C, membro da Estudantina Universitária de Coimbra, desde finais de 1988, participando nas gravações dos fonogramas “Estudantina Passa” e “Canto da Noite”, colaborando em diversos arranjos e com participações pontuais em vários grupos da S.F., nomeadamente a Orquestra Típica e Rancho, e Escola de Fado, tendo sido o responsável pela organização da Serenata Monumental comemorativa dos 700 Anos da Universidade de Coimbra (1990).
- Aluno de guitarra portuguesa de Coimbra dos Professores Dr. Jorge Gomes e Dr. Fernando Monteiro na Escola de Fado da Secção de Fado da A.A.C., entre os anos de 1988 e 1992;
- Membro do Grupo de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã" desde 1988, autor e co-autor de peças musicais originais da Canção de Coimbra, bem como arranjador de peças tradicionais;
- Membro fundador da Tuna Académica Infantuna Cidade de Viseu, sendo elemento do respectivo Conselho artístico de 1991 até 1995 e Presidente da Mesa do Plenário no ano de 1994, participando como solista vocal, executante de guitarra clássica e portuguesa, e ainda como compositor nos fonogramas de estúdio “Indo eu...”, “A Caminho...” e vários outros gravados ao vivo. Tem sido, desde 2002, o Presidente do Júri do FITUV, festival organizado anualmente, em Dezembro, por esta associação;
– Publica em Maio de 2002, através da Palimage Editores a monografia intitulada “Dez Anos de Infantuna – Contributo Para a Memória de um Fenómeno”.
- Tuno Veterano da extinta Tuna de Arquitectura de Valladolid.
- Frequenta o Seminário organizado pela Universidade de Salamanca denominado “Tuna e Humanismo em Espanha” em Outubro de 1997;
- Orador convidado no II Encontro Nacional de Tunos, na Guarda, em Novembro de 2004, subordinado ao tema “As Tunas e a variedade de instrumentos musicais associados”;
- Orador convidado no III ENT, em Coimbra, em Novembro de 2005, subordinado ao tema “Tunas fora de palco!!! E agora?”;
- Coordenador da Organização do IV Encontro Nacional de Tunos, realizado em Viseu, em 13, 14 e 15 de Outubro de 2006, onde, como conferencista apresenta a comunicação intitulada “A Organização estrutural das Tunas Académicas portuguesas – Da horizontalidade à verticalidade”;
- Orador convidado no V ENT, em Lisboa, em Outubro de 2007, subordinado ao tema “A constituição de uma Federação Nacional de Tunas Académicas/Universitárias – prós e contras? – Enquadramento Académico, viabilidade e fundamentação”;
- Membro do grupo de acompanhamento da cantora Isabel Silvestre desde o ano de 2007;
- Professor de Guitarra Portuguesa – Variante de Coimbra, no Conservatório Regional de Viseu – Dr. Azeredo Perdigão, com habilitação própria, desde 2006;
– Membro da Administração do site www.Portugaltunas.com desde 2004.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Quem somos nós...

JORGE MIRA MARQUES
Licenciado em Psicologia pela Universidade de Coimbra (1980 – 1985), exerce a actividade profissional de psicólogo no Agrupamento de Escolas Inês de Castro em Coimbra.
Natural de Cerdeira, concelho de Mortágua, distrito de Viseu, veio viver para Coimbra aos 10 anos de idade aquando do ingresso no 5º ano de escolaridade.
A sua aprendizagem instrumental iniciou-se na adolescência embora o sonho de um dia vir a tocar em grupos musicais tenha nascido na meninice. Foi um autodidacta até aos 18 anos, mas sentindo a necessidade de evoluir frequentou aulas de viola no antigo FAOJ, hoje Instituto Português da Juventude, com o professor Mário Castro. Já na faculdade, no inicio dos seus estudos superiores, inscreve-se na Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra, organismo que dava os primeiros passos na luta pelo ressurgimento das tradições coimbrãs em particular do fado de Coimbra. Surgiu assim a oportunidade de aprender a técnica de acompanhamento de fado, tendo como “mestre” Carlos Caiado. Durante três anos teve uma actividade ecléctica, já que além de tocar em grupos de fado da secção, foi ainda instrumentista (viola) na Orquestra Típica, na Orquestra Pitagórica (bandolim) e no Grupo de Cordas (bandolim) do qual foi fundador.
No Verão de 1983, após convite de amigos, decide enveredar por outras sonoridades. Assim durante cinco anos fez parte de um grupo de baile com o académico nome de “Honnoris Causa”.
Em 1988, um convite irresistível da “Toada Coimbrã” que nessa altura era ainda formado por apenas quatro elementos possibilitou o regresso ao fado e o concretizar de um velho sonho: pertencer a um grupo de fados de Coimbra com um projecto sólido e duradouro como felizmente veio a acontecer.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Quem somos nós...

ALCIDES SÁ ESTEVES
Licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1985-1990), tendo sido bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (1983-1990), é Advogado com escritório na cidade de Aveiro.

Natural de Fermelã, concelho de Estarreja, onde ainda reside e desde sempre desenvolveu profusa actividade cívica, social, desportiva e política onde se destacam, entre outras, o exercício das funções de Delegado, eleito pelo Conselho Distrital de Coimbra, ao V Congresso dos Advogados Portugueses, Docência de Sociologia e Relações Públicas na Escola Secundária de Ílhavo, Presidente da Direcção da Associação Desportiva Arsenal de Canelas, Past-Presidente do Rotaract Club de Estarreja, Presidente do Conselho Fiscal da Associação de Carnaval de Estarreja, Atleta da Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra, membro fundador do “Forum Estarrejense”, Presidente e Vice-Presidente do Conselho Superior de Disciplina da Associação de Andebol de Aveiro, colaborador do mensário “Voz Regionalista”, atleta do “Grupo de Atletas Veteranos de Estarreja – GRAVES, coordenador do “Prémio Prof. Doutor Manuel de Andrade”, para recém-licenciados em Direito (edições de 2003; 2004; 2005), Presidente do Conselho Jurisdicional da Associação de Atletismo de Aveiro, Presidente do Rotary Cub de Estarreja, Director da Rádio Voz da Ria, Secretário da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Estarreja , Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Humanitária de Salreu, Presidente da Direcção da Sociedade Recreativa e Musical Bingre Canelense, Vereador na Câmara Municipal de Estarreja, Presidente da Assembleia Municipal de Estarreja, Presidente do Conselho Distrital de Jurisdição (Aveiro) do CDS-PP.

Integra, desde o início do ano de 1989, o Grupo de Fados de Coimbra Toada Coimbrã na sequência do conhecimento que tomou com os outros elementos no âmbito da aprendizagem de Canto de Coimbra que se encontrava a efectuar nas Escolas da Secção de Fado da A.A.C., aí se mantendo ininterruptamente desde essa data.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Quem somos nós...

JOÃO CARLOS OLIVEIRA
Licenciado em Ciências Históricas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1983/1987) e diplomado em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública (1991/1993), exerce a actividade profissional de Administrador Hospitalar.

Nascido a 29 de Fevereiro de 1964 na freguesia de Carapelhos, Concelho de Mira, Distrito de Coimbra, iniciou-se na execução de alguns instrumentos (órgão e viola) desde muito cedo, herdeiro de uma tendência (genética) musical familiar que remonta a seu avó paterno. Aos 15 anos integra, pela primeira vez, um grupo musical constituído por conterrâneos que tinham como laço de união o gosto pela música e alguns dotes musicais, colocando-os ao serviço da terra que os viu nascer e crescer. Já em Coimbra, terra por adopção (para onde foi estudar desde o sétimo ano unificado, em 1976), integrou a Associação Cultural e Recreativa do Alto S. João, a convite de António Vicente, tendo efectuado diversos espectáculos pelo país ao serviço daquela instituição (1979/1982). Integrou, ainda, dois grupos musicais (de baile) entre 1981 e 1985. Na qualidade de estudante e empenhado que esteve na renovação das tradições académicas que marcaram a geração de 80, foi membro da Secção de Fado da AAC, integrando a Estudantina Universitária de Coimbra (1985/1988), tendo participado como executante de viola na gravação do trabalho discográfico “Estudantina Passa”. Ainda na Secção de Fado, fez parte do grupo de instrumentistas da Orquestra Típica, tocando viola e cavaquinho.

Enquanto estudante universitário, envergando a capa e batina, participou com toda uma geração de estudantes em diversas serenatas de rua, fazendo o périplo das ‘namoradas’ e dos lares femininos.

Em 1987, a convite de Rui Pedro Lucas, extensivo ao então ‘aprendiz’ de guitarra António Vicente, participou no concurso televisivo “Com Pés e Cabeça”, com a apresentação de um fado inédito (Alta Noite na Sé Velha) integrado nas provas da equipa de Coimbra presente naquele concurso. O êxito desta apresentação na RTP foi o rastilho para a origem de um Grupo de Fados de Coimbra que nasceu com o nome Toada Coimbrã, no qual se mantém desde a sua fundação.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Nota Biográfica

GRUPO DE FADOS DE COIMBRA “TOADA COIMBRÔ




O Grupo de Fados de Coimbra ‘Toada Coimbrã’ é composto por antigos estudantes de Coimbra que na década de 80 frequentaram aquela insigne e velha Universidade. Hoje, duas décadas decorridas após a sua criação e não obstante alguns dos seus elementos exercerem actividade profissional fora de Coimbra (Aveiro, Viseu e Castelo Branco), a divulgação da Canção de Coimbra continua a ser o motivo de encontro destes antigos estudantes e a forte responsável pela amizade que os une. Esta é, aliás, a grande diferença do grupo Toada Coimbrã, a sua longevidade enquanto grupo e sempre com a mesma formação.

Início de actividade

O Grupo “Toada Coimbrã” iniciou a sua actividade em Março de 1987, então apenas com três elementos, com a apresentação de um fado inédito num programa televisivo. Os elementos que o constituíam na sua génese, bem como os que se vieram a juntar um ano depois, passaram pela escola de fado da Secção de Fado da AAC, local onde, aliás, todos se conheceram.

Composição

António José Vicente: guitarra portuguesa, Jurista
João Paulo Sousa: guitarra portuguesa, Advogado
João Carlos Oliveira: viola, administrador Hospitalar
Jorge Mira Marques: viola, Psicólogo
Rui Pedro Lucas: cantor, Técnico da área Físico-Quimica
Alcides de Sá Esteves: cantor, Advogado


Actividade (Repertório)

Empenhado que está na divulgação da canção de Coimbra, o Grupo ‘Toada Coimbrã’ apresenta nos seus espectáculos Fados, Trovas e Baladas que marcaram as várias épocas da Canção Coimbrã. No entanto, um dos seus objectivos tem sido o da contribuição para criar novas canções de Coimbra (letra e música), sendo, neste sentido, um grupo de referência da década de 80 e 90, cujos temas inclui nos espectáculos e serenatas. Dos temas inéditos, destaca-se a Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico de 1989, pelo êxito que alcançou, sendo, ainda, uma das Baladas da Despedida mais ouvidas.


Actuações

Para além de actuações por todo o país incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira em festividades, espectáculos, festas académicas, o grupo ‘Toada Coimbrã’ conta no seu curriculum com participações em eventos de importância nacional e internacional dos quais se destaca:
- grupo convidado na Europália que decorreu na Bélgica em Setembro e Outubro de 1991 (tendo aí feito diversos espectáculos em várias cidades Belgas);
- serenatas de abertura e encerramento das comemorações dos 700 anos da Universidade de Coimbra, em 1989;
- serenatas das comemorações dos 10 anos da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra, em 1990;
- espectáculos comemorativos de aniversários da Associação de Antigos Estudantes de Coimbra;
- Natal dos Hospitais promovido pela RTP;
- Real Gabinete de Leitura no Rio de Janeiro, em 1989;
- serenata nas escadas da Igreja de S. Vicente (Lisboa), integrado nas festas da cidade de 1990;
- Universidade de Sofia (Tóquio), em 1995;
- Câmara Minicipal de Sendai (Japão)
- Ruínas de S. Paulo (Macau), em 1996 a convite do Governo de Macau

No que diz respeito às actuações no estrangeiro, são vários os países nos quais o grupo teve oportunidade de divulgar a Canção de Coimbra:

- Holanda – 1992
- França (Paris) - 1991, 1993
- Alemanha – 1992
- Andorra – 1987, 1992
- Japão (Sendai e Tóquio) 1995
- Bélgica - 1990, 1991
- Macau – 1996
- Finlândia - 1987
- Suíça - 1987
- Brasil - 1989


Registos Fonográficos

-Em 1989 apresentou em single a Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico de 1989;
-Em 1990, em parceria com outros grupos, colaborou na gravação do CD de Baladas da Despedida dos anos 80, no qual apresentou dois temas (um dos quais de sua autoria);
-Em 1992 gravou uma cassete de temas clássicos da canção de Coimbra, editada pela Movieplay Portuguesa;
-Em 1994 colaborou com dois temas na gravação de um CD da Secção de Fado da AAC que integrou vários grupos de Fado de Coimbra;
-Em 1998 colaborou com o tema "Renascer" num CD com a designação "Um Amor de 20 Anos" editado pela CERCIAG.
-Em 2003, em parceria com outros grupos de Fado de Coimbra, colaborou na gravação do CD de Baladas da Despedida dos anos 90, no qual apresenta um tema.
-Em 25 de Junho de 2007 foi editado um CD pela Ovação que integra, exclusivamente, fados inéditos compostos e produzidos pelo grupo, com a designação “TOADA COIMBRÔ.