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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Já passou as 50.000 visualizações no Youtube


Pois é. Em pouco mais de dois anos on line onde vão já as visualizações. Olha se fosse a versão em disco, já devia ser platina.

Mais uma curiosidade: a versão dos Lácrima, colocada em 2007, já passou as ... 450.000 visualizações.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Na homenagem ao Dr. Fernando Rolim, em Santarém...




"O Grupo "Raízes de Coimbra", composto pelos seguintes elementos:
Octávio Sérgio - Guitarra
José Ourives - Guitarra
Humberto Matias - Viola
Armando Luís Carvalho Homem - Viola
Rui Lucas - Voz
Mário Rovira - Voz
Heitor Lopes - Voz
Interpretaram os seguintes temas:
- Canto a Coimbra
- Senhora do Almortão
- Viagem ao acaso
- Balada de Despedida do 5 º Ano Jurídico de 1989
- Variações em Lá Menor, de José Amaral"


sexta-feira, 21 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXIV)



Já há no Youtube uma verdadeira enxurrada de "filmagens" da nossa Balada na Monumental Serenata da passada quinta-feira na Sé Velha.
Vamos colocá-las aqui paulatinamente, para não enjoar.
Aliás, para começar, sai só uma meia dose!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Crónicas da Serenata... (Viseu, Largo da Sé, 18.04.2010 – Semana Académica de Viseu)

Foto Joaquim Alexandre Rodrigues (via Facebook)


A Serenata dos dois Paulo’s Sousa’s

Um contratempo de última hora impediu a presença do Alcides nesta apresentação, sempre de responsabilidade. Houve que o substituir para não deixa o Rui a cantar sozinho em dia de aniversário.
A escolha recaiu num amigo de muitos anos, o Paulo Sousa, antigo estudante no Porto onde participou, cantando, em inúmeras serenatas. Com pouco tempo disponível para se preparar (e ferrugem de dois anos) o moço esmerou-se e acabou por se sair muito satisfatoriamente. Isto apesar de ter ganho uma nova alcunha: “o Três Quartos”. Então não é que precisamente na “Samaritana” o rapaz se esqueceu que cantar o segundo refrão??? Além desse tema que há anos não executávamos cantou a solo ainda “Feiticeira”, “Rosas Brancas” e a nossa “Alta Noite na Sé Velha” que, aliás, havia já gravado com um grupo do Porto, facto que em tempos aqui demos eco. Participou ainda, a finalizar, na nossa Balada de Despedida de 89 cantando as suas segundas partes.
Num dia de stress, com duas apresentações para alguns dos elementos e um ensaio final à hora do jogo do Benfica, o que não agradou a todos (afinal também jogava a Académica), e após lauto jantar, lá nos dirigimos ao Largo da Sé.
Ao contrário do ano anterior não estava uma temperatura desagradável e conseguimos que o nosso amigo Jorge Novo nos abrisse as portas da Igreja da Misericórdia para as preparações e afinações finais.
Estava bastante gente mas aquilo mais parecia a Feira de S. Mateus ou melhor, a da cerveja de Munique. Excesso de álcool, excessiva deficiência de disciplina e de respeito. É altura das comissões de praxe ou similares voltarem a explicar ao povo académico o sentido e significado de alguns actos constantes das semanas académicas. A praxe também é isso. Não houve obviamente silêncio e atenção se exceptuarmos algumas centenas de pessoas que estavam mais próximas e foram lá para efectivamente verem e ouvirem a serenata e não para se encontrarem antes de rumar ao concerto dos UHF.
Da nossa parte apenas podemos afirmar ter feito o nosso melhor e com um desempenho que nos agradou muito, sem prejuízo de alguma deficiência na percepção do retorno de som já que o PA se encontrava distante. Segundo opiniões credíveis que colhemos no final o som para o público teve muito boa qualidade.
Nota de relevo para o facto de havermos estreado no grupo as “Variações em Mi menor” de Artur Paredes que não fugiu do restante tom da apresentação.
Finda a serenata após a Balada de 89 que até mereceu um coro voluntário que se acercou dos micros, registe-se a falha do tradicional FRA já que a etilizada moça que parecia ir assumir a tarefa limitou-se a cacarejar roucamente “Piaget, Piaget”. Enfim…
Embora desagradando-nos tal facto, confortou-nos (fraco conforto), o conhecimento que as coisas já haviam corrido menos bem na Missa da Benção das Pastas que tinha tido lugar durante a tarde em que o comportamento de certos "estudantes" parece também ter sido execrável.
Urgirá, quiçá, repensar todas estas coisas. Depois de um copo de balanço feito com todos os elementos participantes, a satisfação pela obra empreendida e a vontade de repetir a parceria com o Paulo “Viseu” “Três Quartos” Sousa noutra ocasião em que tal se proprocione.


segunda-feira, 29 de março de 2010

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXII)

Como vamos dizendo os meses de Primavera fazem literalmente explodir o número de visitas a este blog sobretudo pela procura dos programas das semanas académicas/queimas mas também pela procura de letra, pauta e tablaturas da Balada da Despedida do 5º Ano Jurídico 88/89.
A nostalgia tão portuguesa leva a coisas como a do video infra.




Leva também a mensagens com a que aqui transcrevemos recebida recentemente no canal do youtube que mantemos:

Balada da Despedida Maio 88 (NDR: Deveria querer dizer Maio de 89)
Entrei na faculdade em 87. Esta balada acompanhou todo o meu percurso académico. Foi cantada por nós em todos os jantares de curso, convívios, serenatas, Latadas, Queima das Fitas...É uma balada que fica na história da canção coimbrã e no coração dos que por cá passaram, perdurará no tempo e na memória de todos os que dão vida a esta cidade. Agradeço a todos os elementos da Estudantina Universitária da época, nomeadamente, ao Vicente, pelos momentos felizes que vivemos, por essa doce e grata recordação que nos faz arrepiar quando escutamos Coimbra nas vossas vozes e tudo nos vem à memória como se tivesse sido ontem. Memórias que o tempo não apaga... Muito Obrigada. Saudações Académicas.
Olga Nunes.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXI)



Uma versão grandiloquente pela envolvência e número de envolvidos.
Encerrou o espectáculo na Casa da Música no Porto da "Antologia do Fado de Coimbra" no passado dia 19 de Abril de 2009, como então demos nota.
Só podemos ficar orgulhosos.