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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Versões da Balada da Despedida de 89 ... para todos os gostos (XXXII)

Retomamos com mais uma versão online.

Desta vez os nossos amigos do GFFEP no passado dia 5 de Junho de 2010 em Lisboa no âmbito dum Festival de Tunas femininas.

Em primeiro plano, ao centro, como primeiro guitarra, o nosso amigo Manuel Soares, autor da trancrição do tema em partitura que se encontra nos arquivos deste blog.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Crónica de Jorge Cravo no DC

Octávio Sérgio comentou este artigo da seguinte forma, o que subscrevo:
Não concordo inteiramente com o texto, no que se refere à partitura.
Primeiro: nunca a partitura poderá ser a causadora da morte do Canto de Coimbra. Ele morrerá, sim, se deixarem de haver intérpretes e criadores (renovadores) de qualidade. Que me conste, na música ligeira o reportório está praticamente todo em partitura e, no entanto, ouvem-se por aí as mais diversas versões da mesma peça. Aquela não espartilhou a criatividade.
Segundo: é um meio de preservar o património. Ainda ontem me socorri da partitura do meu Ré maior, pois resolvi recomeçar a tocá-lo e, para meu desgosto, verifiquei que já não me lembrava da execução de mais de metade da peça. Sem a partitura, não mais a tocaria, a não ser que alguém ma ensinasse! Iria acontecer o mesmo que às minhas músicas de 1965 que perdi completamente, pois não era meu hábito, na altura, transcrevê-las para partitura.
Já recebi inúmeros pedidos de partituras, de pessoas que pretendem aprender determinadas peças, e não só de minha autoria. Nem todos têm a capacidade de tirar a música de ouvido e, mesmo que consigam, nunca terá a fidelidade duma partitura. Na própria música erudita não há interpretações variadas de cada música? Até as orquestras variam a sua maneira de tocar, consoante o maestro que as orienta. A partitura não impediu a criatividade dos intérpretes.
***
Acrescento ainda considerar inadmissível a perda de muitas peças, em especial instrumentais, precisamente por não haverem sido transcritos. Mais, relativamente a alguns compositores emblemáticos como Artur Paredes, Flávio Rodrigues, Jorge Tuna, Francisco F. Martins e mesmo António Portugal e Pinho Brojo, é também de díficil compreensão não ter até agora havido apoio oficial à transcrição integral e sistemática das suas obras. O culto da Canção de Coimbra e da sua Guitarra, em especial, não se faz unicamente nesta cidade - eu quase diria, nem principalmente aí - e a "política" do segredo é já nos nossos dias manifestamente desajustada. Acresce o facto do ensino do instrumento se ter generalizado, mormente nos Conservatórios do país, estando-se assim a anquilosar uma poderosa forma da sua divulgação e culto.
JPS

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais uma fresquinha do Jorge Cravo...

DC 07.06.2010

Esta dá-me particularmente jeito por abordar um assunto que tenho em estudo para uma publicação que vem aí em breve. Boa, Cravo...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Rui Lucas com o Dr. Fernando Rolim...

... imediatamente antes do espectáculo de homenagem em Santarém. Aparece na foto também um dos filhos do homenageado.


Foto enviada pelo próprio.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Na homenagem ao Dr. Fernando Rolim, em Santarém...




"O Grupo "Raízes de Coimbra", composto pelos seguintes elementos:
Octávio Sérgio - Guitarra
José Ourives - Guitarra
Humberto Matias - Viola
Armando Luís Carvalho Homem - Viola
Rui Lucas - Voz
Mário Rovira - Voz
Heitor Lopes - Voz
Interpretaram os seguintes temas:
- Canto a Coimbra
- Senhora do Almortão
- Viagem ao acaso
- Balada de Despedida do 5 º Ano Jurídico de 1989
- Variações em Lá Menor, de José Amaral"


terça-feira, 11 de maio de 2010

Imagens do Concerto do passado dia 22 de Abril (JPS & JCO)




A entrega de lembranças pela Dr.a Ana Paula Santana, vereadora da Cultura da CMV.

O balanço final num bar da zona histórica. Os nossos amigos do Duo Lontano e de costas a Professora Paula Sobral. E para que não haja dúvidas o nosso inefável António Vicente na sua melhor forma.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Festival da Guitarra Portuguesa em Faro de 10 a 13 de Junho - O Cartaz


Uma magnífica iniciativa no Sul do páis já à entrada do Verão.
Três grandes concertos: Pedro Caldeira Cabral, Paulo Soares e Custódio Castelo.
Para quem puder, a não perder.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O nosso concerto a dois da passada Quinta-feira


Aqui fica uma primeira imagem. Como o concerto foi gravado temos a esperança de daqui a algum tempo podermos incluir um video com alguma parte do mesmo.
Foi uma experiência nova, com uma sala cheia, local muito digno mas onde faltava a reverberação natural que sempre abrilhanta a guitarra portuguesa, com tanta madeira, carpetes e cortinados.
A proximidade do público é também um pouco intimidatória, tanto mais que a pessoa mais próxima era até o próprio Presidente da edilidade.
As notas de agrado foram muitas no final embora umas peças tenham corrido melhor do que outras.
Foi com muita satisfação que registámos a presença do António Vicente, sempre crítico e exigente, que não quis deixar de estar junto de nós, e exuberante como de costume.
Experiência a repetir e que sugeriu este sub-grupo da Toada - exclusivamente instrumental -que até já tem um nome provisório "Ecos do Mondego". Acham bem ou têm uma sugestão melhor?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Crónicas da Serenata... (Viseu, Largo da Sé, 18.04.2010 – Semana Académica de Viseu)

Foto Joaquim Alexandre Rodrigues (via Facebook)


A Serenata dos dois Paulo’s Sousa’s

Um contratempo de última hora impediu a presença do Alcides nesta apresentação, sempre de responsabilidade. Houve que o substituir para não deixa o Rui a cantar sozinho em dia de aniversário.
A escolha recaiu num amigo de muitos anos, o Paulo Sousa, antigo estudante no Porto onde participou, cantando, em inúmeras serenatas. Com pouco tempo disponível para se preparar (e ferrugem de dois anos) o moço esmerou-se e acabou por se sair muito satisfatoriamente. Isto apesar de ter ganho uma nova alcunha: “o Três Quartos”. Então não é que precisamente na “Samaritana” o rapaz se esqueceu que cantar o segundo refrão??? Além desse tema que há anos não executávamos cantou a solo ainda “Feiticeira”, “Rosas Brancas” e a nossa “Alta Noite na Sé Velha” que, aliás, havia já gravado com um grupo do Porto, facto que em tempos aqui demos eco. Participou ainda, a finalizar, na nossa Balada de Despedida de 89 cantando as suas segundas partes.
Num dia de stress, com duas apresentações para alguns dos elementos e um ensaio final à hora do jogo do Benfica, o que não agradou a todos (afinal também jogava a Académica), e após lauto jantar, lá nos dirigimos ao Largo da Sé.
Ao contrário do ano anterior não estava uma temperatura desagradável e conseguimos que o nosso amigo Jorge Novo nos abrisse as portas da Igreja da Misericórdia para as preparações e afinações finais.
Estava bastante gente mas aquilo mais parecia a Feira de S. Mateus ou melhor, a da cerveja de Munique. Excesso de álcool, excessiva deficiência de disciplina e de respeito. É altura das comissões de praxe ou similares voltarem a explicar ao povo académico o sentido e significado de alguns actos constantes das semanas académicas. A praxe também é isso. Não houve obviamente silêncio e atenção se exceptuarmos algumas centenas de pessoas que estavam mais próximas e foram lá para efectivamente verem e ouvirem a serenata e não para se encontrarem antes de rumar ao concerto dos UHF.
Da nossa parte apenas podemos afirmar ter feito o nosso melhor e com um desempenho que nos agradou muito, sem prejuízo de alguma deficiência na percepção do retorno de som já que o PA se encontrava distante. Segundo opiniões credíveis que colhemos no final o som para o público teve muito boa qualidade.
Nota de relevo para o facto de havermos estreado no grupo as “Variações em Mi menor” de Artur Paredes que não fugiu do restante tom da apresentação.
Finda a serenata após a Balada de 89 que até mereceu um coro voluntário que se acercou dos micros, registe-se a falha do tradicional FRA já que a etilizada moça que parecia ir assumir a tarefa limitou-se a cacarejar roucamente “Piaget, Piaget”. Enfim…
Embora desagradando-nos tal facto, confortou-nos (fraco conforto), o conhecimento que as coisas já haviam corrido menos bem na Missa da Benção das Pastas que tinha tido lugar durante a tarde em que o comportamento de certos "estudantes" parece também ter sido execrável.
Urgirá, quiçá, repensar todas estas coisas. Depois de um copo de balanço feito com todos os elementos participantes, a satisfação pela obra empreendida e a vontade de repetir a parceria com o Paulo “Viseu” “Três Quartos” Sousa noutra ocasião em que tal se proprocione.


segunda-feira, 12 de abril de 2010